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    Erros que te fazem perder dinheiro no Imposto de Renda

    Todo início de ano, um dos assuntos mais falados é o Imposto de Renda. Sabemos o quanto é chato, mas tem que fazer. E, seja por falta de conhecimento, seja por querer se livrar logo, muitos cometem erros que os fazem perder dinheiro para o Leão.

    Por isso, vamos trazer aqui os principais erros cometidos na hora de declarar que podem fazer você cair na malha fina.

    Lembrando que temos várias notícias, análises e dúvidas respondidas sobre Imposto de Renda aqui, em nossa plataforma. Basta selecionar a tag Imposto de Renda aqui no Espaço Rock e na Comunidade para ficar inteirado sobre tudo!

    Vamos aos erros que você não dever cometer no Imposto de Renda:

    1- Declarar fora do prazo

    Muitos perdem o prazo para declarar e isso acarreta perda de dinheiro, vez que há uma imposição de multa que varia entre R$ 165,74 até 20% do valor devido. O prazo neste ano de 2021 será até o dia 31 de maio. Mesmo que atraso, não deixe de declarar.

    2- Prestar informações erradas

    É um dos erros mais recorrentes. Muitos cometem erros ao preencher as informações, tanto por erro de digitação quanto por querer prestar informação diferente, como valores recebidos a menos.

    A Receita Federal tem um sistema que verifica as informações prestadas entre o pagante declarante e o recebedor declarante, que aponta as diferenças entre os valores declarados, havendo diferença, cairá na malha fina.

    Se ocorreu erro de digitação, é necessário retificar (corrigir) a informação. Para evitar cometer esse erro, pode criar uma conta no site www.gov.br e pegar uma declaração pré-preenchida do IR.

    3- Inventar despesas

    Na modalidade completa, não se deve inventar despesas médicas, despesas escolares e outras despesas para serem deduzidas no Imposto de Renda. Como já dito, a Receita tem a verificação de informações, principalmente, de saúde e planos de saúde.

    4- Não ter como comprovar os gastos dedutíveis

    É muito importante comprovar os gastos dedutíveis do Imposto de Renda, que se faz através das notas fiscais e recibos. Ocorre que muitos esquecem de pegá-los, somem e não declaram tais despesas e, em consequência, deixam de ter uma maior restituição do Imposto. Lembramos que é importante guardar os comprovantes pelo prazo de pelo menos 5 anos.

    5- Esquecer de declarar os rendimentos de todos os bancos que possui conta

    Muitos esquecem de declarar o rendimento das aplicações financeiras e os saldos finais de cada ano na ficha de “Bens e Direitos” em relação a todos os bancos que possui conta aberta, independente de movimentação.

    6- Não apurar a venda de ações

    Quem vende ações na bolsa, precisa apurar e pagar o imposto no mês seguinte à venda, servindo a declaração para demonstrar o que aconteceu no ano. Nas operações comuns, será isento do imposto quem vende até R$ 20.000 por mês, independente do lucro. Se maior, pagará 15% sobre o ganho.

    7- Não declarar o dependente ou colocá-lo sem o ser

    Podem ser dependentes filhos de até 21 anos ou, até 24, se ainda cursando ensino superior.

    Se o filho dependente receber rendimento, os rendimentos devem ser somados. Daí perde-se dinheiro porque paga-se mais imposto. O ideal é fazer a simulação para saber se é mais vantajoso declarar o dependente somando-se os rendimentos ou separado.

    Também é importante falar a respeito de tentar abater despesas de quem não é dependente do declarante, como sobrinhos, primos entre outros parentes. Existem regras de quem pode ser dependente:

    - Cônjuge;

    - Companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho em comum;

    - Companheiro(a) com quem o contribuinte viva há mais de cinco anos;

    - Filho (a) ou enteado (a), até 21 anos de idade; ou cursando escola técnica de segundo grau, até 24 anos; ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;

    - Irmão (ã), neto (a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; ou com idade até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos;

    - Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;

    - Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador;

    - Pais, avós e bisavós que, em 2020, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 22.847,76;

    - Sogros e sogras, desde que o casal faça a declaração em conjunto. Como os pais são legalmente aceitos como dependentes dos filhos, os pais de ambas as partes podem entrar na declaração.

    O valor de dedução por dependente é de R$ 3.561,50.

    8- Não declarar a pensão alimentícia que paga ou recebe

    As pensões alimentícias recebidas são tributadas pela Tabela do IR que, dependendo do valor, pode chegar a 27,5% do Imposto de Renda. Por outro lado, quem paga a pensão, poderá deduzir do IR, se tiver sido estabelecida por decisão judicial ou acordo extrajudicial. Portanto, se você costumar pagar pensão sem qualquer decisão judicial ou por acordo formalizado e precisa declarar IR, o melhor é fazer pelo menos um acordo extrajudicial para que seja uma despesa dedutível.


    Portanto, é importante fazer a declaração com atenção e o quanto antes melhor, pois você poderá precisar de ajuda e buscar comprovantes de despesas. Esses erros podem fazer com que caia na malha fina e a multa imposta não é suave.

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    Imposto de Renda conjunto ou separado: como escolher?

    Quem não sabe as estratégias de como declarar a renda, geralmente, perde muito dinheiro. Aqueles que são casados ou que vivem em união estável podem declarar de forma conjunta ou em separado. Mas a dúvida é, justamente, qual forma é mais vantajosa.

    A resposta é: depende! Cada caso é um caso e, vários fatores influenciarão na escolha do que seja melhor, tais como, dependentes, renda de cada um, as despesas dedutíveis etc.

    Na declaração conjunta, por exemplo, tanto as rendas como as despesas dedutíveis são somadas, o que pode implicar, respectivamente, em uma alíquota maior de imposto e um valor de restituição menor.

    O casal pode fazer simulações de cada um separado e, depois, dos dois em conjunto para analisarem qual a melhor forma de declarar, qual opção terá o menor valor a ser pago e/ou qual terá mais valor de restituição.

    Essas simulações podem ser feitas no próprio Programa Gerador da Declaração do Imposto de Renda que mostrará os valores a pagar e a receber.

    Acesse o Programa em: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/dirpf

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    Equilibrando as finanças do casal

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    Adiado o prazo para Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física

    Como forma de amenizar as dificuldades trazidas pela pandemia, o prazo final da entrega da Declaração do Imposto de Renda sobre a Renda das Pessoas Físicas, foi adiado do dia 30 de abril para o dia 31 de maio de 2021, através da Instrução Normativa RFB nº 2.020/21.

    O cronograma de pagamento das restituições permanece o mesmo e, quanto antes entregar a declaração, mais rápido receberá.

    Quem desejar pagar as cotas do imposto por débito automático, deve solicitá-lo através da declaração entregue até o dia 10 de maio. Se a entrega for após tal data, a primeira cota será gerada pelo sistema (DARF) e as demais cotas poderão ser por débito automático.

    Os prazos de entrega da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, assim como, o vencimento do pagamento do imposto relativo às declarações, também foram prorrogados para o dia 31 de maio.

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    Suavizando as dificuldades...

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    IR: Restituição poderá priorizar Saúde, Educação, Assistência Social, Policiais e desempregados

    Ontem, dia 06/04, foi aprovado no Senado, projeto para priorizar a restituição do Imposto de Renda, antes dos demais contribuintes, dos profissionais da saúde, assistência social, professores e policiais, desde que o valor a restituir não exceda R$ 11 mil. Terão também prioridade, aqueles que ficaram desempregados em 2020 e permanecem nessa condição até a entrega da declaração, além daqueles que foram afastados do trabalho para tratamento do covid-19 e de suas sequelas.

    Ou seja, além daqueles que já tinham prioridade (idosos, pessoas com deficiência e professores), o projeto quer ampliar a prioridade àqueles que precisam da restituição para garantir o seu sustento e àqueles profissionais que se sacrificam para salvar vidas durante a pandemia.

    Tal projeto ainda depende da aprovação da Câmara e da sanção presidencial.

    Outro projeto proposto e aprovado pelo Senado que seguirá para Câmara e sanção, é a possibilidade de prorrogação do prazo de entrega da Declaração do IR para Pessoa Física até o fim de julho, porém a expectativa é de que isso trará e um grande impacto financeiro e, provavelmente, será vetado.

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    Aguardando aprovação da Câmara e sanção

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    Todos que receberam auxílio emergencial precisam declarar Imposto de Renda?

    Com a pandemia, muitas atividades econômicas foram gravemente afetadas. Daí surgiu a necessidade de o Governo prestar auxílio emergencial para dar suporte financeiro para trabalhadores informais e aos brasileiros em situação mais vulnerável.

    As declarações do Imposto de Renda deverão ser entregues até o dia 30 de abril e, dentre as novidades deste ano, está a tributação sobre os valores recebidos a de Auxílio Emergencial (Lei nº 13.982, de 2020) e ainda, do Auxílio Emergencial Residual (Medida Provisória nº 1.000, de 2020) a serem declarados como tal na ficha “Rendimentos Recebidos de Pessoa Jurídica”, indicando o CNPJ 05.526.783/0003-27, fonte pagadora: Auxílio emergencial -COVID 19.

    Mas a dúvida que surge é: todos que receberam auxílio em 2020 precisam declarar?

    A resposta é não!

    Somente precisa declarar aqueles que receberam o auxílio em 2020 e outros rendimentos tributáveis acima de R$22.847,76 (sem contar o auxílio), informando que recebeu o auxílio junto com o rendimento anual.

    O mesmo ocorre se há dependente que tenha recebido auxílio e o declarante ou seu dependente tiveram outros rendimentos acima do valor de R$22.847,76.

     Caso tenha recebido auxílio, mas nem a pessoa e nem o dependente receberam rendimentos tributáveis acima de R$22.847,76 em 2020, a declaração do Imposto de Renda não é obrigatória.

    Mas atenção! Teriam direito ao auxílio 2020, apenas as pessoas que recebem abaixo desse valor de R$22.847,76. Ou seja, quem for obrigado a declarar o auxílio, consequentemente, excedeu esse valor e terá de devolver o auxílio recebido. Quem tem dependente que recebeu e excedeu o valor, também deve devolver.

    Neste caso, o próprio programa do Imposto de Renda gerará um boleto (DARF) ao final da declaração para pagamento, como devolução do auxílio, ainda que tenha restituição no Imposto, vez que não há possibilidade de abater o valor a ser devolvido na restituição.

    Se já devolveu o valor do auxílio fora do Imposto de Renda, o programa gerará o boleto do mesmo jeito, porém, não precisa pagar.

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    Quem precisa declarar?

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    Imposto de Renda 2021: prazo e novidades

    O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2021 começou ontem, 01/03, às 8 horas e acabará no dia 30 de abril, às 23h59, horário de Brasília.

    Havendo atraso na entrega a multa será de 1% sobre o imposto devido ao mês, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido.

    Precisa declarar o Imposto de Renda 2021:

    - Quem teve rendimentos tributáveis (como salário) que, somados, passaram de R$ 28.559,70 em 2020;

    - Quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte (como de poupança ou saque do FGTS) de mais de R$ 40 mil;

    - Quem negociou ações na bolsa de valores, tinha bens (como casa) acima de R$ 300 mil ou teve receita de mais de R$ 142.798,50 em atividade rural.

    Neste ano, há algumas novidades importantes quanto à Declaração do Imposto de Renda, dentre elas destacam-se:

    1) Tributação do Auxílio Emergencial - Os valores recebidos a título de Auxílio Emergencial (Lei nº 13.982, de 2020) e ainda, do Auxílio Emergencial Residual (Medida Provisória nº 1.000, de 2020) são considerados rendimentos tributáveis e devem ser declarados como tal na ficha Rendimentos Recebidos de Pessoa Jurídica.

    2)Devolução do Auxílio Emergencial - Deve devolver os valores recebidos do Auxílio Emergencial, por ele e seus dependentes, conforme estabelece o § 2º-B do art. 2º da Lei nº 13.982, de 2020, o contribuinte que tenha recebido outros rendimentos tributáveis em valor superior a R$ 22.847,76 no ano-calendário 2020. Durante o envio da declaração pode ser verificada tal situação, da qual será informada no Recibo de Entrega, e o próprio programa emitirá a DARF para devolução dos valores.

    3) Informação de Criptoativos - Foram criados três tipos para informação de criptoativos na ficha de Bens e Direitos: 81 - Criptoativo Bitcoin – BTC; 82 - Outros criptoativos, do tipo moeda digital (altcoins como Ether, XRP, Bitcoin Cash, Tether, Chainlink, Litecoin etc); 89 – Demais criptoativos (payment tokens).

    4) Restituição em contas pagamento – a partir desse ano, quem tem imposto a ser restituído, poderá selecionar "Contas Pagamento" (de Fintechs, por exemplo) para Crédito de Restituição do Imposto sobre a Renda.

    5) Sobrepartilha – A partir deste ano, será possível enviar a informação de sobrepartilha sem a necessidade de retificar a Declaração Final de Espólio da partilha enviada anteriormente, basta marcar a opção sobrepartilha, na ficha Espólio.

    6) Pré-preenchida de dependentes - Desde que o titular possua procuração eletrônica outorgada pelo dependente, é possível obter as informações de rendimentos recebidos pelos dependentes ao iniciar uma declaração com dados pré-preenchidos.

    7) Nova numeração de conta da CEF – Hoje, existem dois tipos de números de conta corrente da Caixa Econômica Federal. O declarante poderá informar tanto a antiga numeração quanto a nova no cadastro das informações bancárias para débito automático do pagamento das quotas do imposto de renda ou para crédito da restituição.

    8) Isenção para maiores de 65 – Ao declarar proventos de aposentadoria, reserva, reforma ou pensão de declarantes maiores de 65 anos na ficha Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, a parcela isenta será calculada e o excedente será automaticamente transferido para a ficha de Rendimentos Tributáveis de Pessoa Jurídica.

    9) Informações por e-mail e celular – A Receita Federal poderá utilizar o endereço de e-mail e o número de celular, informados na ficha de identificação, para informar a existência de mensagens importantes em sua Caixa Postal. Mas atente-se que apenas prestam informações e nunca pedem informações, sejam fiscais, cadastrais e bancárias.


    Tem alguma dúvida ou dificuldade? Pergunte em nossa Comunidade Rock e os nossos especialistas te ajudarão!


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    Restituição de Tributos pagos em 2015: prazo vai até 31 de dezembro!

    Empresas que pagaram tributos indevidamente ou a mais à Receita Federal, em 2015, têm até o dia 31 de dezembro para recuperá-los.

    Isso porque, o prazo para requerer a restituição ou compensação de um tributo é de 05 (cinco) anos, conforme disposto no art. 168, inciso I, do Código Tributário Nacional.

    Estima-se que 1,3 trilhões de reais serão restituídos, sendo a maior parte referente à restituição de Imposto de Renda - Pessoa Jurídica e de Contribuição Social sobre Lucro Líquido.

    Revise os tributos que pagou, como: Cofins, FGTS, INSS, IOF, IPI, Imposto de Renda - Pessoa Jurídica, PIS etc.

    Caso verifique que pagou indevidamente ou a mais, solicite a restituição no PER / DCOMP (Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso; e Declaração de Compensação) disponível no E-cac => https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login .

    É necessário comprovar através de documentos o pagamento indevido ou maior.

    Para evitar futuros transtornos, importante verificar se os seus dados cadastrais e bancários estão corretos.

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    Não durma no ponto!

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    + Enquete

    Qual a maior dificuldade dos contribuintes ao realizar a Declaração de Imposto de Renda de pessoas físicas?

    Votem na maior dificuldade encontrada para declarar renda.

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      Provar os gastos

      Provar os gastos

    • 20 0
      20 pontos
      Deduçōes dos gastos

      Deduçōes dos gastos

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      Dar dados minuciosos

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    • 18 0
      18 pontos
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    Imposto de Renda 2020: Governo acabou com a dedução de domésticos.

    O governo anunciou a extinção da dedução do imposto de renda dos gastos com a previdência de empregados domésticos. 

    No ano passado, era possível abater até R$ 1.200 no imposto de renda.

    Governo também estuda acabar com as outra deduções das despesas de saúde e educação, porém precisam passar pelo Congresso.

    Prepare-se para a declaração do imposto de renda de 2020.

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    Dedução de IR de domésticos

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    Quem ganha mais dinheiro: Analista Financeiro ou Tributarista?

    Normalmente, um bom analista tributário ganha mais dinheiro que um analista financeiro. Não estamos falando de salário, mas da capacidade de fazer dinheiro com dinheiro. O tributarista ou especialista de impostos ganha dinheiro tirando vantagens em:

    1) Impostos regressivos de investimentos e previdência privada.

    2) Deduções da declaração do imposto de renda

    3) Produtos com benefícios tributários: LCI, debêntures incentivadas, PGBL, LCA

    4) Compensações de imposto de renda.

    5) Créditos tributários.

    6) Antecipação de resultados e distribuição de lucros

    7) Regime tributário da empresa. Simples, Lucro presumido, lucro real, MEI

    8)  Reduzir impostos sobre vendas

    9) Testamentos e processo sucessório

    10) Depreciação e amortização

    11) Dedução de Custos das empresas

    12) Faixas e tipos de renda

    O tributarista com as economias fiscais e investindo em Tesouro Direto Selic pode ter muita vantagem em relação ao analista financeiro, que pode fazer investimentos mais arriscados e em outros produtos.

     

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