Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    Investimento em Startups poderá cair 10% em 2020.

    Investimento Anjo

    O volume aportado pelos investidores anjo no Brasil alcançou pouco mais de R$ 1 bilhão em 2019. O valor subiu 9% em comparação com o ano de 2018.

    Mas segundo algumas pesquisas realizados pela Anjos do Brasil, o investimento em 2020 poderá cair 10%, devido a crise do Covid-19.

    O valor médio investido alcançou para R$ 129 mil em 2019 comparados com R$ 85 mil em 2011.

    Investimentos Totais

    Segundo a consultoria Transactional Track Records (TTR), o valor total investido em startup brasileiras aumentou 8 vezes entre 2015 e 2019. O valor atingiu R$ 9,7 bilhões em 2019.

    A expectativa é de crescimento consistente em investimentos em startups, porque:

    - A taxa de juros no Brasil caiu de 14.25% para 2% ao ano. Isso provoca um movimento de renda fixa e CDI para investimentos mais arriscados como renda variável;

    -Aumento do processo de digitalização da economia e sociedade;

    -Desburocratização da economia e reformas estruturais;

    -Surgimento de novas tecnologias e inovações;

    -Brasil tem uma população de 212 milhões de pessoas, ou seja, a base para escalar é alta. A Rússia tem uma população de 147 milhões.

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    Startups mudando o mundo

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    Dispensa de alvarás e licenças para MEIs

    A partir de 1º de setembro, os microempreendedores individuais (MEIs) poderão exercer, imediatamente, as suas atividades mesmo sem alvará ou licença de funcionamento.

    Para isso, quando da inscrição ou alteração no Portal do Empreendedor, o MEI deverá concordar com o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará e Licença de Funcionamento que será emitido eletronicamente. A manifestação de concordância abrangerá todas as ocupações permitidas ao Microempreendedor Individual, conforme definidas em Resolução do CGSN.

    Ao aderir essa dispensa, o MEI declara, sob as penas da lei, que:

    - atende aos requisitos legais exigidos pelo Estado e pela Prefeitura do Município para a dispensa de alvará de licença e funcionamento, compreendidos os aspectos sanitários, ambientais, tributários, de segurança pública, uso e ocupação do solo, atividades domiciliares e restrições ao uso de espaços públicos;

    - autoriza inspeção e fiscalização no local de exercício das atividades, ainda que em sua residência, para fins de verificação da observância dos referidos requisitos (Essas vistorias serão realizadas após o início de operação da atividade do MEI);

    - tem ciência de que o não atendimento dos requisitos legais exigidos pelo Estado e pela Prefeitura do Município poderão acarretar o cancelamento do Termo (O cancelamento do termo efetuado pelo Município ou Distrito Federal cancela o CCMEI definitivamente e perante todos os demais órgãos envolvidos no registro do MEI).

    Todas as orientações e informações deverão ser fornecidas pelos órgãos e entidades responsáveis pela emissão de alvarás e licenças.

    Veja teor completo da RESOLUÇÃO CGSIM Nº 59/2020 em https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cgsim-n-59-de-12-de-agosto-de-2020-271970589


    *Agilizar o exercício do empreendimento pelo MEI, é fator positivo para impulsionar o giro e crescimento da economia, sobretudo, porque o número de MEIs no país tem aumentado significativamente (no fim de junho já passavam dos 10,1 milhões).

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    Atividades imediatas

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    RockTheBank Esmeralda

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    Reforma Tributária: Fiquem atentos às possíveis mudanças

    Hoje (05/08), o ministro da economia, Paulo Guedes, apresentou parte da proposta da reforma tributária em audiência no Senado.

    O objetivo da reforma é reduzir, simplificar e melhorar o sistema tributário, para torná-lo moderno e eficiente: “vamos substituir 20 impostos por um”, disse o ministro.

    A reforma será feita em fases e o primeiro passo será a criação da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) nos moldes de um Imposto sobre o Valor Agregado (IVA Federal), com uma nova forma de tributar o consumo:

    • Fim do PIS/Cofins: acabam os tributos diferenciados para vários setores e mais de uma centena de regimes especiais;

    • Crédito financeiro, imediato e monetizado;

    • Incidência somente sobre o valor agregado ao produto ou ao serviço;

    • Mais transparente porque incide sobre a receita bruta e não mais sobre todas as receitas;

    • Alinhada aos IVAs mais modernos;

    • Alíquota de 12%.

    Ou seja, pegar os impostos de PIS/Pasep sobre folha, PIS/Pasep sobre importação, PIS/Pasep sobre receitas, Cofins sobre importação, Cofins sobre receitas e transformá-los em apenas CBS.

    Não são contribuintes da CBS as pessoas jurídicas que não realizam atividade econômica: condomínios de proprietários de imóveis; Instituições filantrópicas e fundações; Entidades representativas de classes e conselhos de fiscalização de profissões; Partidos políticos; Serviços sociais autônomos; Templos de qualquer culto; e Sindicatos.

    Vide a Apresentação da Reforma Tributária completa em https://www.gov.br/economia/pt-br/centrais-de-conteudo/apresentacoes/2020/agosto/apresentacao-reforma-tributaria-comissao-mista-5-8-2020.pdf/view .

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    Estejam preparados!

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    O que mais desestimula as pessoas a empreenderem no Brasil?

    Escolha aquilo que mais desmotiva a empreender.

    • 22 0
      22 pontos
      Impostos altos

      Impostos altos

    • 21 0
      21 pontos
      Muita burocracia

      Muita burocracia

    • 18 0
      18 pontos
      Não ter perfil de empreendedor

      Não ter perfil de empreendedor

    • 15 0
      15 pontos
      Falta de capital de giro

      Falta de capital de giro

    • 14 0
      14 pontos
      Deixar o emprego

      Deixar o emprego

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    Milhares de empresas fecharam as portas, devido ao Covid-19

    Foram divulgados números assustadores da quantidade de empresas que fecharam suas portas no Brasil na primeira quinzena de junho de 2020.

    Foram 1,3 milhão de empresas que terminaram seus negócios de forma definitiva ou temporária, segundo o IBGE.

    Cerca de 40% das empresas atribuem o fechamento à crise do Covid-19, o que representa 522,7 mil empresas.

    As empresas que fecharam as portas de maneira definitiva somaram 716,4 mil, divididos em:

    -334,3 mil no setor de serviços;

    -261,6 mil no setor de comércios;

    -68,7 mil no setor de construção;

    -51,7 mil no setor de indústria.

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    Tempos Nebulosos

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    Sua empresa está preparada para se adequar à LGPD?

    A Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, Lei nº 13.709/18, começará a vigorar a partir de janeiro de 2021, mas as empresas já estão correndo para se adequarem às exigências impostas, vez que as mudanças são grandes e requererá muito conhecimento técnico e jurídico.

    1- A Lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado e é aplicável a qualquer operação de tratamento realizada por essas, independentemente do meio, do país de sua sede ou do país onde estejam localizados os dados, desde que:

    - A operação de tratamento seja realizada no território nacional;

    - A atividade de tratamento tenha por objetivo a oferta ou o fornecimento de bens ou serviços ou o tratamento de dados de indivíduos localizados no território nacional;

    - Os dados pessoais, objeto do tratamento, tenham sido coletados no território nacional.

    2 - O objetivo da Lei é aumentar a segurança dos cidadãos e a transparência das empresas, impedindo o vazamento de dados e a sua utilização não autorizada, podendo os clientes questionar a qualquer momento a situação de seus dados ou até mesmo pedir a exclusão de tudo. Dados sensíveis terá um processo mais rigoroso.

    3 - Contudo, a Lei não se aplica ao tratamento de dados pessoais: realizado por pessoa natural para fins exclusivamente particulares e não econômicos; realizado para fins exclusivamente: jornalístico e artísticos; ou acadêmicos, aplicando-se a esta hipótese os arts. 7º e 11 da LGPD; realizado para fins exclusivos de: segurança pública; defesa nacional; segurança do Estado; ou atividades de investigação e repressão de infrações penais;

    4 - O ponto central da LGPD é a necessidade de consentimento expresso do titular para armazenamento dos seus dados, ou seja, o consentimento específico para finalidades específicas e ser capaz de provar isso a qualquer momento, ficando proibido:

    - Vender ou ceder informações de contato de potenciais clientes para divulgação de produtos e serviços por telemarketing, por exemplo;

    - O uso dos dados por parte da própria empresa para uma finalidade diferente daquela que foi combinada com o cliente;

    - Acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito.

    5 - São direitos dos titulares:

    - Confirmação da existência do tratamento dos dados;

    - Acesso aos dados, correção, anonimização, bloqueio ou eliminação de dados;

    - Informação sobre com quais entidades públicas ou privadas o controlador compartilhou os dados;

    - Revogação do consentimento.

    6 - A Lei exige que haja a escolha dos agentes de tratamento de dados: do controlador (pessoa responsável por tomar as decisões referentes a tratamento de dados), do operador (quem executa o tratamento em nome do controlador) e do encarregado (atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados) e estabelece as obrigações de cada um.

    7 - Dessa forma, as empresas deverão:

    - Ter inventário de dados, justificativas lícitas para tratar, observar tempo que os mesmos ficarão guardados, adotar medidas de segurança e prevenção contra violação ou vazamento de dados;

    - Analisar quais dados serão colhidos, a finalidade para qual serão usados, o caminho que as informações pessoais percorrem na empresa, ou seja, conhecer toda a vida útil desses dados, desde a coleta até o armazenamento;

    - Definir os agentes tratamento de dados: quem será o seu controlador e o(s) operador(es); o encarregado, responsável por fazer o contato com os clientes, com o seu público interno (funcionários) e com a recém-criada agência reguladora.

    Ou seja, são adequações a serem feitas:

    a) nomeação dos agentes de tratamento;

    b) realização de uma auditoria de dados;

    c) elaboração de mapa de dados;

    d) revisão das políticas de segurança;

    e) revisão de contratos;

    f) elaboração de Relatório de Impacto de Privacidade;

    8 – Violar as normas da Lei acarretará à empresa:

    a) Multa de 2% sobre o faturamento bruto da empresa, limitado a R$ 50 milhões por violação - a adoção de política de boas práticas será considerada como critério atenuante das penas;

    b) Suspensão ou proibição de tratamento de dados, que podem impactar os modelos de negócios das empresas. Exemplos: Poderá afetar o Big Data, Machine Learning, Inteligência Artificial, Análise do Comportamento dos Usuários e outros.

    c) Problemas reputação. Segundo um estudo da Ping Identity:

    - 81% das pessoas deixariam de envolver-se com empresas que apresentaram vazamento de dados;

    - 55% dos usuários não utilizariam plataformas que compartilham dados pessoais não autorizados.

    Dessa forma, apesar da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), futuramente, regulamentar outras especificidades da LGPD, é importante que todas as empresas de pequeno, médio e grande porte estejam preparadas desde logo, seja porque terão de investir em cibersegurança e implementar sistemas de “compliance” para prevenir, detectar e remediar violações de dados pessoais, seja porque as consequências da não observância com tratamento de dados pessoais podem provocar significativas perdas financeiras e de reputação em qualquer momento e situação.

    Empreender em proteção de dados pessoais Foto: Shutterstock

    Empreender em proteção de dados pessoais

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    E-Commerce cresceu 81%

    Segundo dados da Compre & Confie, o faturamento no E-commerce cresceu 81% no mês de abril de 2020 comparado com os dados de um ano. 

    Os setores que mais cresceram o volume de vendas foram:

    -Alimentos e Bebidas: + 294,8%;

    -Instrumentos Musicais: 252,4%;

    -Brinquedos: + 241,6%;

    -Cama, Mesa e Banho: + 165,9%.

    A classe média era a que mais resistia ao mundo digital. Porém, depois da pandemia, é a classe que mais puxa o crescimento do e-commerce.

    Onde o mercado cresce Foto: 500px

    Onde o mercado cresce

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    Melhor vender em um marketplace ou ter um site próprio?

    O marketplace é uma plataforma, mediada por uma empresa, em que reúne várias lojas de vendas, ou seja, vários fornecedores se inscrevem e vendem seus produtos através de um site. O marketplace funciona como um shopping online, quer dizer, o usuário dispõe de diferentes lojas e produtos para escolher, comparar e comprar.

    O marketplace apresenta vantagens e desvantagens que mostraremos na matriz abaixo:

    a) Vantagens do marketplace:

    -Sistema testado;

    -Segurança;

    -Estabilidade;

    -Sistema de pagamento;

    -Logística;

    -Confiança.

    b) Desvantagens do marketplace:

    -Comissão entre 8% a 30%;

    -Reféns de ofertas;

    -Ficar fora da lista da primeira página de pesquisa;

    -Reduzir preços dos produtos;

    -Sem diferenciação entre produtos.

    Vamos contar a história da Toy R Us, que tinha 1.500 lojas de brinquedos nos EUA e no mundo. Ela faturava cerca de R$ 60 bilhões por ano. 

    Para acelerar as vendas entrou em um marketplace, no qual fez acordo com a Amazon. Assim, o site da Toy R Us era direcionado para o site da Amazon, o que fez as vendas dispararem em um primeiro momento. 

    Contudo, depois a Toy R Us descobriu que era necessário ter um próprio site de vendas, porém, foi tarde demais.

    Isso porque as pessoas não pesquisavam mais os brinquedos diretamente no site da Toy R Us, mas no site da Amazon. Os seus produtos haviam perdido a relevância com a concorrência entre as lojas daquele marketplace.

    A Toy R Us faliu em 2017. 

    Portanto, no marketplace podem haver vantagens que, à princípio parece ser um bom negócio. Porém, as desvantagens podem ser muito maiores, uma vez que quando um produto é colocado em uma lista de vários outros produtos, perde-se a capacidade de diferenciá-los, de criar campanhas e promoções para vender tal produto em detrimento de outros já que não é a própria empresa quem administra as vendas.

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    Cuidado para não ser tarde demais

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    107 mil novos e-commerce criados em dois meses

    O Covid-19, acelerou o processo de digitalização das empresas no Brasil e no mundo. No Brasil, em apenas 2 meses foram criados 107 mil novos e-commerce, principalmente, de pequenos e médios varejistas.

    No entanto, muitas lojas virtuais apresentaram falhas, instabilidades e problemas na entrega de infraestrutura.

    Em consequência, houve muitas reclamações de varejistas e empresários contra as plataformas de criação de sites e e-commerce.

    O mundo da internet traz muitas oportunidades, mas ainda precisa evoluir muito no quesito de:

    - lojas virtuais;

    -segurança de dados;

    -sistema de pagamentos integrados;

    -logística;

    -comunicação;

    -relacionamento com o cliente.

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    Falta evolução no e-commerce

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    Já conhece o cartório digital: e-notariado?

    O Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), que reúne todos os notários do País, criou um sistema que integra diversos serviços de tabeliães de notas do país, garantindo segurança jurídica e praticidade em todo o Brasil: o e-notariado.

    Apesar de ter sido lançado desde abril de 2019, o sistema ainda estava em fase de implantação, credenciamento dos tabelionatos e transformação destas em Autoridades Certificadoras.

    O e-notariado veio a ser implementado agora, através do Provimento n. 100, de 26 de maio de 2020, o qual dispôs sobre a prática de atos notariais eletrônicos disponibilizados pelo sistema e criou a Matrícula Notarial Eletrônica-MNE, entre outros.

    Assim, com o Provimento, a Corregedoria Nacional de Justiça estabeleceu regras de alcance nacional com o escopo de disciplinar a realização de atos notariais eletrônicos por todos os tabelionatos de notas do país.

    Com o objetivo de garantir a segurança das operações, somente quem tiver o certificado digital poderá realizar as transações online.

    Para obter o certificado, cuja validade é de três anos, basta ir à um tabelionato de notas credenciado de sua preferência, que fará sua identificação presencial.

    A plataforma já oferece alguns serviços:

    - Emissão de atas notariais;

    - Validação de firma digital;

    - Assinatura de atos notariais e documentos particulares;

    - Autenticação de documentos, vídeos, fotos ou arquivos em geral.

    Em breve, outros serviços serão oferecidos:

    - Assinatura digital de contratos de compra e venda e contratos de aluguel;

    - Escritura simples;

    - Autorização de viagem para menores.

    Assim, o novo sistema veio facilitar e aperfeiçoar os serviços notariais, cujos procedimentos, que antes eram oferecidos somente no balcão dos tabelionatos, podem ser realizados de maneira digital, rápida e segura, com a mesma confiabilidade, credibilidade e segurança jurídica de seus atos.

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    Tecnologia no cartório