Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    Explosão de investimentos em Startups

    Segundo a Distrito, o volume total de aportes em startups brasileiras foi de USD 5,6 bilhões (R$ 29,7 bilhões) nos primeiros sete meses de 2021. 

    No ano inteiro de 2020, os investimentos somaram USD 3,5 bilhões (R$ 18,2 bilhões).

    Destaca-se o aumento no valor médio dos aportes e as quantidades. O volume médio da série B era de USD 8,3 milhões em 2018 comparados com USD 33,8 milhões em 2021.

    Também se verifica um forte aumento de IPOs (Initial Public Offering) na B3, o volume foi de R$ 38,2 bilhões nos 7 primeiros meses de 2021.

    Se somarmos os IPOs e aportes de capital, chegamos a um volume total de R$ 67,9 bilhões em 7 meses, quase R$ 10 bilhões por mês. Isso tem alimentado o crescimento das empresas e uma onda de compra de startups menores.

    Quase todos os dias, uma pequena Startup é comprada pelas maiores Startups ou por empresas que fizeram IPO. Naturalmente, pode ocorrer uma queda na qualidade das startups adquiridas, bem como uma valorização excessiva nos preços. Por outro lado, empresas que não investirem em tecnologia poderão não sobreviver nos anos vindouros.

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    Microempreendedor: teto anual de receita é elevado pelo Senado

    Até então o limite para enquadramento como microempreendedor é receita bruta anual de até R$ 81 mil (LC nº 123/06). Ontem, o Senado aprovou por unanimidade, o projeto que permite que seja enquadrado como microempreendedor individual pessoas com receita bruta de até R$ 130 mil. Se recém-aberta a empresa, o limite de faturamento se de R$ 10.833,33 multiplicados pelo número de meses em que o MEI estiver em operação.

    Quanto ao número de empregados, o projeto também traz mudança: poderão ser contratados dois empregados. Hoje, um MEI pode contratar apenas um empregado desde que receba, no mínio, um salário-mínimo.

    Segundo o Relator do Projeto, Senador Marcos Rogério (DEM-RO), no final de 2020 existiam 11,2 milhões de MEIs, o que corresponde aumento de 8,4% em relação ao ano anterior. Esse total de microempreendedores corresponde a 56,7%, ou seja, mais da metade do total de negócios no Brasil. Tal renúncia fiscal foi estimada pela Consultoria do Senado em R$ 2,3 bilhões em 2022, R$ 2, 5 bilhões em 2023 e R$ 2,6 bilhões em 2024.

    Para o Senado, o Projeto visa movimentar a economia e reduzir os índices de desemprego, incentivando a criação de novos empreendimentos e ajudando microempresários que enfrentam dificuldades por conta da pandemia que recorreram ao empreendedorismo como forma de gerar renda e sobreviver.

    Permitir que mais pessoas sejam enquadradas como MEI é estender os benefícios de dispensa de alvará e licença para as atividades; possibilidade de vender para o governo; acesso a produtos e serviços bancários como crédito; baixo custo mensal de tributos (INSS, ISS e ICMS) em valores fixos; possibilidade de emissão de emitir nota fiscal; além de direitos e benefícios previdenciários (aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário maternidade e pensão por morte para a família); bem como pagar como imposto apenas o DAS DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional do MEI) — é um valor fixo atualizado apenas uma vez por ano.

    Além disso, o MEI ainda recebe apoio técnico do Sebrae, com palestras, oficinas e cursos para alavancar os negócios, preparar a abertura da empresa e sobre os direitos e obrigações do MEI.

    O projeto também recebeu emendas com objetivo de incluir os corretores de imóveis como MEI. Porém, as emendas foram rejeitadas pelo Relator, vez que tal atividade já possui tributação especial.

    O Projeto, de autoria do Senador Jayme Campos (DEM-MT), agora segue para aprovação na câmara do Deputados. Se aprovado, as novas regras entrarão em vigor dia 01º de janeiro de 2022.


    Veja teor do Projeto de Lei Complementar n° 108, de 2021 em: https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/149107

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    Empreendedorismo digital: Google lança programa para ajudar pequenas e médias empresas

    Se você é empreendedor ou que empreender, vai gostar dessa novidade! O Google lançou hoje a segunda edição do programa que ajuda pequenas e médias empresas a vender pela internet. Com o nome “Cresça com o Google”, o programa oferece ferramentas e soluções, gratuitas e pagas, para:

    - Criar sua loja digital;

    - Gerenciar sua loja virtual;

    - Receber pagamentos on-line;

    - Anunciar o estoque da sua loja física.

    Assim, há vários cursos para aprender novas habilidades para o negócio e carreira dos empreendedores, tais como:

    - Construir sua presença on-line;

    - Venda on-line;

    - Conectar com clientes;

    - Alcançar público com anúncios;

    - Entender a necessidade dos seus clientes;

    - Crescer sua base de clientes etc.

    Além disso, disponibiliza ferramentas e como usá-las para aumentar sua produtividade.

    De acordo com o Google, em 2019, as ferramentas de busca e publicidade do Google, o Google Play e o YouTube ajudaram a movimentar a economia do país e impactaram empresas, publishers, organizações sem fins lucrativos, criadores e desenvolvedores no Brasil.

    Foram 188 mil empresas que se beneficiaram das ferramentas do Google e gerados R$ 51 bilhões em atividade econômica.


    Para acessar e conhecer mais o Programa do Google: https://cresca.withgoogle.com/intl/pt-br/grow-sales/?utm_source=press&utm_medium=press&utm_campaign=Programa

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    Sacionada a Lei que torna o Pronampe permanente

    O Pronampe – Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, criado na pandemia com intuito de conceder crédito com juros reduzidos a micro e pequenas empresas como forma de diminuir os impactos financeiros causados pelo coronavírus, agora será permanente. A lei que trata do assunto, Lei nº 13.999 de 18 de maio de 2020 foi sancionada nesta semana.

    Com isso, os MEIs e empresas de pequeno porte, que representam 98% das empresas e são responsáveis por 57% dos empregos formais no Brasil, poderão melhorar o negócio por meio de linhas de crédito subsidiado pelo Fundo Garantidor de Operações, com carência de 36 meses para pagamento e juros menores, cuja taxa anual máxima é igual à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acrescida de 1,25% (um inteiro e vinte e cinco centésimos por cento) sobre o valor concedido.


    Podem pedir financiamento pelo Pronampe:

    - Microempreendedores Individuais (MEI) – com faturamento anual de até R$ 360 mil;

    - Microempresas - com faturamento anual de até R$ 360 mil;

    - Empresa de Pequeno Porte – com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.


    O limite da linha de crédito do Pronampe corresponderá a:

    - Até 30% (trinta por cento) da receita bruta anual calculada com base no exercício de 2019, se mais de um ano de funcionamento;

    - Até 50% (cinquenta por cento) do seu capital social ou a até 30% (trinta por cento) da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso, se menos de um ano de funcionamento.


    Poderão aderir ao Pronampe e, assim, requerer a garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), de que trata a Lei nº 12.087, de 11 de novembro de 2009:

    - Banco do Brasil S.A.;

    - Caixa Econômica Federal;

    - Banco do Nordeste do Brasil S.A.;

    - Banco da Amazônia S.A.;

    - Bancos estaduais;

    - Agências de fomento estaduais;

    - Cooperativas de crédito;

    - Bancos cooperados;

    - Instituições integrantes do sistema de pagamentos brasileiro;

    - Plataformas tecnológicas de serviços financeiros (fintechs);

    - Organizações da sociedade civil de interesse público de crédito; e

    - Demais instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, atendida a disciplina do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil a elas aplicável.


    Para visualizar a íntegra da Lei 13.999 de 18 de maio de 2020: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-13.999-de-18-de-maio-de-2020-257394467

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    Crédito para micro e pequenas empresas

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    Já conhece a Vitrine do Exportador?

    A Vitrine do Exportador (VE), lançada pelo Governo Federal, funciona como uma espécie de “vitrine” virtual que divulga os bens e serviços das empresas brasileiras no mercado internacional.

    É uma ótima ferramenta gratuita para empreendedores. As empresas privadas que já exportam podem ampliar as oportunidades de seus negócios. Aquelas que ainda não exportam, mas que têm o desejo de exportar bens e serviços, também podem aderir à VE. 

    Os dados de novas empresas e das operações e produtos das empresas já cadastradas são atualizados mensalmente, permanecendo na Vitrine aquelas que exportaram nos dois últimos anos e no ano corrente.

    Já participam da Vitrine cerca de 27 mil exportadores de bens e cerca de 9 mil exportadores de serviços.

    Ao participar da Vitrine, a empresa, além de customizar sua página nos idiomas português, inglês e espanhol, através de inserção de texto de apresentação, também customiza suas informações comerciais, imagens, vídeo, geolocalização, regiões de destino e os produtos e serviços que prestam.

    Os importadores estrangeiros interessados em fazer negócios, acessam a Vitrine e, por meio de formulário do próprio sistema, envia propostas diretamente às empresas participantes.

    Para aderir é bem simples, basta acessar www.vitrinedoexportador.gov.br e na página principal, acessar “Exportador – solicite sua adesão” (empresa que já exporta) ou “Potencial Exportador – solicite sua adesão” (empresa que ainda não exportam). Após, a equipe da VE verifica as informações e envia uma senha para o representante da empresa acessar o sistema e construir sua vitrine virtual. Ao fazer login e preencher os dados da empresa, a equipe aprova a publicação da vitrine e informa que a construção/atualização foi realizada com sucesso. Tal procedimento é bem rápido: entre dois a sete dias.

    O site é bem completo, pois fornece informações para aprender a exportar, conhecer os mercados, consultar estatísticas e indicadores, consultar legislação, buscar apoio, divulgar o produto, encontrar compradores, acessar sistemas de comércio exterior, além de informar tudo sobre importar e investir.


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    Trabalho intermitente: uma boa opção para contratar na pandemia?

    A reforma trabalhista, que ocorreu em 2017, incluiu a figura do empregado intermitente. À época, muito foi debatido e quase nada teria se deslumbrado tanto na prática para sua aplicação, tal como agora, durante a imprevista pandemia que surgiu desde o ano passado.

    O artigo 443, §3º da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) traz a definição do trabalho intermitente:

     “§ 3º Considera-se como intermitente o contrato de trabalho no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador, exceto para os aeronautas, regidos por legislação própria.” (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017).

    Assim, a partir disso, foi legalizada a situação em que uma empresa ou empregador, que não demande prestação de serviço em tempo integral, admita funcionário(s) para trabalhar apenas em períodos específicos, remunerando-o(s) apenas por esses períodos trabalhados.

    Esse novo modelo de contratação, em 2018, logo após a Reforma Trabalhista, registrou mais de 50 mil postos, conforme dados divulgados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em 2020, quando já na pandemia, 45% das empresas com intermitentes, ampliaram o número de contratos. Já para este ano de 2021 e 2022, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), 85% das empresas entrevistadas pretendem contratar empregados intermitentes.

    Assim, como na pandemia muitas empresas tiveram restrição de funcionamento, dos quais tiveram de diminuir o seu quadro de funcionários, recorrer às ações do Governo, bem como até mesmo fechar suas portas, a possibilidade de contratação de intermitentes é uma forma para manter os vínculos formais, sem precisar remunerar o(s) empregado(s) por período integral mesmo quando da paralisação de produção, mas de ter mão de obra de acordo com as necessidades e demanda do empregador.

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    Trabalho em períodos determinados

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    Qual característica é mais essencial em um empreendedor?

    Vote de acordo com suas experiências e opinião.

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    Simples Nacional: prazo para entrega da DEFIS é prorrogado

    A Microempresa – ME ou Empresa de Pequeno Porte - EPP, optante pelo Simples Nacional, deve apresentar anualmente a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS).

    O prazo neste ano seria até o dia 31 de março. Porém, por força da Resolução CGSN 159/2021, o referido prazo foi prorrogado para 31 de maio de 2021.

    Ressalta-se que a prorrogação não se aplica à declaração mensal realizada por meio do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS-D), cujo prazo de entrega é até o vencimento do prazo para pagamento dos tributos devidos no Simples Nacional em cada mês, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês anterior, conforme previsto no art. 18, § 15-A da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. O seu atraso na entrega da declaração sujeita à multa nos termos do art. 38-A da mesma Lei.

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    Medida beneficia 5.327.347 optantes pelo Simples Nacional

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    Quanto cobrar?


    Hoje, muitos empreendedores não sabem quanto cobrar por um serviço ou produto.
Nunca sabem, exatamente, quanto cobrar do cliente. Ficam com medo de pedir pouco e o cliente ficar desconfiado, de pedir muito e ele não querer.
Aprenda a dar valor ao seu trabalho.

Tem dúvidas? Acesse nossa COMUNIDADE! Nossos especialistas em finanças respondem gratuitamente!

    Hoje, muitos empreendedores não sabem quanto cobrar por um serviço ou produto. Nunca sabem, exatamente, quanto cobrar do cliente. Ficam com medo de pedir pouco e o cliente ficar desconfiado, de pedir muito e ele não querer. Aprenda a dar valor ao seu trabalho. Tem dúvidas? Acesse nossa COMUNIDADE! Nossos especialistas em finanças respondem gratuitamente!

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    Como não falir a empresa sem vendas?

    Ainda estamos em um momento bastante delicado, principalmente, para pequenas empresas que não sabem como sobreviver à paralisação do COVID-19.
Mas nem tudo está perdido, se souber o que fazer.
Por isso, ajudamos centenas de pessoas a transformarem suas finanças.

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