Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

  • + Notícia

    Cooperativas de Crédito ganham mais espaço no mercado financeiro

    Cooperativa de Crédito é uma instituição financeira formada pela associação de pessoas para prestar serviços financeiros exclusivamente aos seus associados. Os cooperados são ao mesmo tempo donos e usuários da cooperativa, participando de sua gestão e usufruindo de seus produtos e serviços. Ou seja, quem abre uma conta não é apenas um cliente ou um acionista, mas sim um dos proprietários e o resultado dos ganhos gerado é dividido com os cooperados.

    A cooperativas oferecem praticamente os mesmos serviços que os bancos – conta corrente, cartões de crédito e débito, poupanças e outras aplicações, empréstimos e financiamentos etc.

    No ano passado, as cooperativas financeiras já eram a segunda maior rede de atendimento de serviços bancários do país, presente em mais de cinco mil municípios, somando mais de 6 mil pontos de atendimento e 12 milhões de associados.

    Mesmo em meio ao covid-19, segundo o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), as cooperativas lideraram o ranking das concessões de empréstimos a pequenos negócios, sendo responsáveis por 31% do total.

    E não vai parar por aí, tal expansão tem apoio do Banco Central que fixou como meta o aumento da participação das cooperativas no crédito do Sistema Financeiro Nacional para 20% até 2022, já tendo alcançado a metade disso.

    Ou seja, ao contrário dos grandes bancos tradicionais que estão fechando suas agências pela busca de maior eficiência, as cooperativas estão abrindo novas agências pelo país. O Sicoob, atualmente a maior cooperativa, abriu mais 197 agências (total de 3,48 mil) e pretende aumentar mais 14%, alcançando 2.144 municípios brasileiros. O Sicredi, segunda maior, abriu 150 novas agências e prevê a abertura de mais 250 neste ano.

    Esse aumento se dá ao fato de que a cooperativa de crédito promove o desenvolvimento econômico e social dos seus cooperados, proporcionando serviços financeiros a custos inferiores em relação aos do sistema financeiro bancário tradicional.

    Com isso, empresas e pessoas físicas acabam trocando de instituição financeira quando recebem ofertas de crédito mais barato, como é o caso das cooperativas de crédito que atraem novos clientes oferecendo taxas de juros mais baratas e vão paulatinamente aumentando os spreads nas novas operações.

    No entanto, segundo o Estudo Especial nº 91/2020 do Banco Central que avaliou o comportamento das cooperativas versus bancos privados após a captura de novos clientes, a intensidade dos aumentos encontrados para cooperativas de crédito é ainda menor quando comparada à dos bancos privados.

    A segunda maior rede de atendimento de serviços bancários do país! Foto: 500px

    A segunda maior rede de atendimento de serviços bancários do país!

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    Autonomia do Banco Central: um passo importante para a economia

    O Banco Central, uma das principais autoridades monetárias do país, está a um passo de ganhar a sua autonomia. Isso porque, o projeto que visa garanti-la, foi aprovado ontem pela Câmara dos Deputados e segue para sanção do Presidente.

    O BC é uma autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, sendo vinculado ao Ministério da Economia. Assim, os dirigentes são nomeados pelo Presidente, podendo ser demitidos a qualquer momento ou permanecer no cargo por tempo indeterminado.

    Contudo, quando sancionado o projeto, o BC terá autonomia operacional e passará a ser uma autarquia de natureza especial caracterizada pela ausência de vinculação a Ministério.

    Além disso, o presidente do BC e dirigentes terão mandatos fixos e não coincidentes de quatro anos, com possibilidade de recondução por mais quatro anos, cujo mandato começará a partir do terceiro ano de mandato do Presidente da República, cujo poder de escolha lhe será mantido, com posterior aprovação do Senado.

    O Presidente do BC também deverá apresentar, no Senado Federal, em arguição pública, nos dois semestres de cada ano, relatório de inflação e relatório de estabilidade financeira, explicando as decisões tomadas no semestre anterior.

    Pelo projeto, os diretores e presidente só poderão ser exonerados em casos justificados e mediante aprovação, por maioria absoluta, do Senado Federal.

    O projeto também definiu como objetivo fundamental do BC assegurar a estabilidade de preços e, como objetivos secundários: fomentar o pleno emprego; zelar pela estabilidade e pela eficiência do sistema financeiro; e suavizar as flutuações do nível de atividade econômica.

    Essas mudanças trarão benefícios importantes à economia brasileira:

    - Redução de influência política no sistema monetário;

    - Maior credibilidade ao BC;

    - Garantia de transparência e prestação de contas;

    - Melhora das relações com investidores internacionais;

    - Fortalecimento da política monetária internacional;

    - Eficácia no cumprimento dos objetivos fundamentais do BC;

    - Melhora na política de inflação baixa e de menores juros;

    - Menos riscos e maior estabilidade monetária e financeira;

    - Consolidação dos ganhos alcançados pela estabilidade financeira e de preços.

    Comemoremos! Foto: 500px

    Comemoremos!

  • + Análise

    A CAIXA foi o Banco com mais reclamações em operações de crédito em 2020

    A Caixa tem mais de 100 milhões de clientes e as reclamações sobre irregularidades também são inúmeras.

    Para as situações envolvendo irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados a operações de crédito a CAIXA teve o maior número de reclamações, com o total de 2.838, seguido do Santander (857) e do Bradesco (835).

    Essas irregularidades relativas às operações de crédito referem-se à:

    - Atraso na liberação do crédito;

    - Cobrança de parcela já quitada;

    - Cobrança em duplicidade;

    - Demora para devolver parcela cobrada indevidamente; e

    - Divergência no valor ou na quantidade de parcelas.

    As irregularidades sobre operações de crédito ocuparam o Ranking Rock em 3º lugar como o assunto de reclamação mais frequente em 2020.


    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.

    Enquanto isso... os clientes que lutem! Foto: 500px

    Enquanto isso... os clientes que lutem!

  • + Análise

    ITAÚ: o Banco líder em problemas com cartões de crédito em 2020

    As irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito foram protagonistas no Ranking de Reclamações divulgado pelo Banco Central.

    Isso porque, as reclamações referentes a cartões de crédito, esteve no ranking nos quatro trimestres: nos dois primeiros semestres ocupou o primeiro lugar e, nos dois últimos, houve uma melhora, ocupando o terceiro lugar.

    No Ranking feito pela Rock, esse tipo de reclamação foi o segundo mais frequente em 2020, tendo o ITAÚ sido o Banco com mais irregularidades relacionadas a cartões de crédito, com total de 1.887 ocorrência procedentes, seguido do Bradesco (1.662) e do BNP PARIBAS (978).

    Essas irregularidades sobre cartões de crédito referem-se à:

    - Cobrança em fatura de cartão de crédito que deveria ser estornada;

    - Cobrança indevida em fatura de cartão de crédito;

    - Compras não reconhecidas feitas com cartão de crédito clonado/roubado;

    - Cobranças em duplicidade em cartão de crédito;

    - Não reconhecimento de pagamento de fatura de cartão de crédito; e

    - Inconsistências em dados fornecidos ao cliente em fatura de cartão de crédito (ex.: soma dos lançamentos é diferente do total da fatura).

    O índice de reclamações (geral) do ITAÚ também subiu no final do ano de 2020, vez que, segundo divulgado pelo Banco Central, ocupou o 2º lugar no quarto trimestre no Ranking de Reclamações de Bancos e Financeiras com mais de quatro milhões de clientes.


    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.




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    O cliente consegue escapar?

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    C6 BANK: o banco com mais reclamações em crédito consignado em 2020

    O C6 Bank é uma fintech brasileira que oferece conta digital sem taxas com abertura via aplicativo, como a Nubank, Neon e Inter, que oferece somente atendimento on-line, não possuindo agências físicas.

    Dentre os serviços oferecidos, além de isentar o cliente da tarifa de manutenção, o banco digital oferece pagamento de pedágio grátis e não cobra por operações, incluindo transferências e saques na rede Banco24Horas.

    Porém, apesar de ser um banco digital recente, ou seja, aberto desde outubro de 2018, ele esteve no Ranking de Reclamações dos Bancos e Financeiras de 2020 divulgado pelo Banco Central.

    Ocupou o ranking em segundo lugar no quarto trimestre, com índice de reclamações de 1.779,55, cujo número foi o suficiente para ocupar o terceiro lugar no Ranking Rock como um dos piores Bancos em 2020.

    Além disso, foi o Banco que mais teve irregularidades referente à oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada, com 6.044 ocorrências reguladas procedentes, seguido do PAN (2.270) e ITAÚ (691).

    Ressalta-se que as irregularidades sobre crédito consignado foram as mais frequente das reclamações em 2020.


    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.

    Tão novo e já no ranking... Foto: 500px

    Tão novo e já no ranking...

  • + Análise

    Bancos: reclamações mais frequentes em 2020

    O ano de 2020 não foi fácil para ninguém, nem mesmo para os clientes dos Bancos, que enfrentaram bastantes problemas ao recorrer às instituições bancárias diante das consequências da pandemia.

    Ou seja, no intuito de procurarem os Bancos para se ampararem ou resolver problemas financeiras, seja renegociando dívidas, seja contratando empréstimos, seja realizando operações e transações, a quantidade de irregularidades suportadas pelos clientes quase dobrou.

    Isso porque, em 2019, a quantidade total de ocorrências (irregularidades) reguladas procedentes, associadas a reclamações encerradas no período daquele ano, em que se verificou indício de descumprimento, por parte da instituição, de lei ou regulamentação cuja competência de supervisão seja do Banco Central do Brasil, foi de 49.275, onde em cada trimestre houve aumento gradativo com pouca diferença.

    Em 2020, a quantidade total de ocorrências (irregularidades) teve um grande salto: 84.825, uma diferença de 35.550 irregularidades à mais que o ano de 2019. A cada trimestre o número aumentava significativamente.

    Mas quais foram as reclamações mais frequentes por assunto em 2020?

    A Rock analisou o ranking dos 4 trimestres e chegou ao seguinte resultado:

    Em terceiro lugar: IRREGULARIDADES RELATIVAS À INTEGRIDADE, CONFIABILIDADE, SEGURANÇA, SIGILO OU LEGITIMIDADE DOS SERVIÇOS RELACIONADOS A OPERAÇÕES DE CRÉDITO – 9.943 ocorrências reguladas procedentes.

    As irregularidades quanto às operações de crédito estiveram no ranking nos quatro trimestres, ocupando em três o segundo lugar e o primeiro lugar no terceiro semestre.

    Em segundo lugar: IRREGULARIDADES RELATIVAS À INTEGRIDADE, CONFIABILIDADE, SEGURANÇA, SIGILO OU LEGITIMIDADE DAS OPERAÇÕES E SERVIÇOS RELACIONADOS A CARTÕES DE CRÉDITO – 9.459 ocorrências reguladas procedentes.

    As reclamações referentes a cartões de crédito não poderiam ficar de fora dos mais frequentes. Esteve no ranking nos quatro trimestres: nos dois primeiros semestres ocupou o primeiro lugar e, nos últimos dois, houve uma melhora, ocupando o terceiro lugar.

    Em primeiríssimo lugar: OFERTA OU PRESTAÇÃO DE INFORMAÇÃO SOBRE CRÉDITO CONSIGNADO DE FORMA INADEQUADA – 10.518 ocorrências reguladas procedentes.

    Apesar de ter ocupado o ranking apenas no quarto trimestre (em 1º lugar), o número de reclamações a respeito do crédito consignado superou até mesmo a soma de outras reclamações que apareceram mais vezes no ranking dos quatro trimestres.



    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.

    "Ranking Rock": reclamações por assunto Foto: RocktheBank

    "Ranking Rock": reclamações por assunto

  • + Análise

    Quais foram os piores Bancos em 2020?

    Durante o ano de 2020, o Banco Central divulgou o ranking de reclamações a respeito dos Bancos e Financeiras em cada trimestre.

    Os índices de reclamações apresentados são baseados pelo número de reclamações reguladas procedentes versus o número de clientes.

    Assim, a Rock the Bank resolveu fazer um “RANKING ROCK” analisando os resultados entre os três primeiros lugares nos rankings dos quatro trimestres apresentados pelo BC, mostrando a você quais Bancos tiveram maiores índices de reclamações em 2020.

    Das instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes:

    3º lugar: a medalha de bronze ficou para o BMG (428,51).

    O BMG ocupou o ranking em três trimestres (uma em terceiro lugar e duas em segundo), não ocupando lugar no ranking no quarto trimestre.

    2º lugar: medalha de prata foi para INTER (489,05).

    Mesmo o INTER aparecendo em todos os rankings (duas vezes em primeiro lugar e duas vezes em terceiro) o seu índice de reclamações foi o segundo maior.

    1º lugar: com medalha de ouro do Banco mais reclamado em 2020 foi o PAN (587,37).

    Apesar do PAN ter ocupado o ranking em três trimestres (uma em segundo lugar e duas em primeiro), e ter tido uma melhora no quarto trimestre onde não ocupou o ranking, ainda assim, levou a medalha de ouro com o maior índice de reclamações.

    - Dos Bancos mais conhecidos como Banco do Brasil, Itaú, Caixa, Bradesco e Santander, todos estiveram entre os dez primeiros nos quatro trimestres, tendo o Itaú e a Caixa ocupado o ranking apenas no quarto trimestre.

    Das instituições financeiras com menos de 4 milhões de clientes:

    3º lugar: medalha de bronze para SAFRA (644,37).

    O Banco SAFRA ocupou o ranking em dois trimestres, sendo uma em terceiro lugar e outra em segundo.

    2º lugar: medalha de prata para C6 BANK (1.779,55).

    Apesar de ter aparecido no ranking apenas uma vez, no quarto trimestre (em 2º lugar), foi a financeira com o segundo maior índice de reclamações.

    1º lugar: a medalha de ouro foi para a FACTA FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO (4.766,70).

    A FACTA esteve presente no ranking nos quatros trimestres, ocupando em todos, o primeiro lugar, com enorme diferença de índice em relação ao segundo colocado.


    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.

     

    "Ranking Rock": piores bancos Foto: RocktheBank

    "Ranking Rock": piores bancos

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    Ranking de Reclamações dos Bancos é divulgado

    O Banco Central divulgou o ranking de reclamações dos Bancos e Financeiras referente ao 4° semestre de 2020.

    Os índices apresentados são baseados pelo número de reclamações reguladas procedentes versus o número de clientes.

    - Dentre as instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes, estão com os maiores índices de reclamações:

     INTER (conglomerado) – 111,52

     2º ITAU (conglomerado) - 31,00

     3º CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) – 30,85

     4º SANTANDER (conglomerado) – 30,85

     5º BB (conglomerado) - 22,63

      BRADESCO (conglomerado) – 16,96

      VOTORANTIM (conglomerado) – 4,42

      MIDWAY S.A. – CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO – 3,15

      BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. – 1,07

    10º NUBANK (conglomerado) – 0,09


    - Bancos e financeiras com menos de quatro milhões de clientes:

     FACTA FINANCEIRA S.A. – 1.833,37

     C6 BANK (conglomerado) – 1.779,55

    PAN (conglomerado) – 655,60


    - Principais reclamações e sua quantidade de ocorrência:

     Oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada – 10.518:

    1. C6 BANK (conglomerado) - 6044

    2. PAN (conglomerado) - 2270

    3. ITAU (conglomerado) - 691

    Irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados a operações de crédito – 3.429:

    1. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) – 770

    2. C6 BANK (conglomerado) - 750

    3. PAN (conglomerado) - 362

    Irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito - 2.639:

    1. PAN (conglomerado) – 849

    2. ITAU (conglomerado) – 416

    3. BB (conglomerado) - 227


    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.

    Bancos mais reclamados. Foto: shutterstock

    Bancos mais reclamados.

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    Reestruturação do Banco do Brasil: centenas de agências fecharão e 5 mil funcionários serão demitidos

    O ano de 2021 entrou com grandes mudanças por parte de empresas que sofreram impactos com a pandemia e que precisam se adaptar à nova realidade.

    O Banco do Brasil, que ainda estava atrasado em relação aos seus concorrentes nos quesitos tecnologia e eficiência, anunciou a abertura de programas de reestruturação, de planos de demissão voluntária e de adequação para transformar a atuação de suas agências, atrair mais clientes digitais, reduzindo, consequentemente, a presença no mundo físico.

    Essa reorganização para ganhos de eficiência operacional resultará no fechamento de 361 unidades no país e na adesão ao programa de demissão de cerca de 5 mil funcionários. Estima-se que com isso, haverá mais eficiência em 870 pontos de atendimento e uma economia de R$ 353 milhões neste ano de 2021 e de R$ 2,7 bilhões até 2025.

    Portanto, os clientes do BB serão os maiores beneficiados por tal reestruturação vez que, através dos investimentos em digitalização, robotização e inteligência artificial, haverá mais eficiência na prestação de serviços, permitindo que os clientes realizem todas as operações por aplicativo e web, evitando deslocamentos e desgastes de horas em filas para atendimento.

    Tecnologia decolando. Foto: 500px

    Tecnologia decolando.

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    Novidades no Pix: funcionalidades, atualizações e penalidades

    O Banco Central ampliou as funcionalidades do Pix para dar mais opções aos usuários e aumentar o uso do pagamento instantâneo brasileiro.

    Agora haverá o Pix Cobrança e, por meio da API Pix, a integração aos usuários recebedores (empresas)

    Como funcionará o PIX Cobrança?

    Logistas, fornecedores, prestadores de serviços, estabelecimentos comerciais, empresas e demais empreendedores poderão fazer:

    - Cobranças para pagamentos imediatos em seus pontos de venda ou comércio eletrônico, através da emissão de QR Code ao cliente (será lançado dia 16 deste mês de Novembro);

    - Cobranças com vencimento em data futura, com possibilidade de configurar valor, juros, multas e descontos como já acontece para emitir boleto (lançamento em breve, de acordo com o BC).

    Essa é uma forma de aumentar a competição e proporcionar uma alternativa barata e com liquidação imediata de pagamentos que seriam feitos por boletos ou convênios de arrecadação.

    E a integração aos usuários recebedores?

    Esse serviço pode ser fornecido por instituições financeiras e de pagamento que quiserem. Para tanto, deverão adotar a interface de programação de aplicações (API) padronizada pelo BC.

    Essa API Pix terá funcionalidades de:

    - Criação e gestão de compras;

    - Verificação de liquidação de pagamento;

    - Conciliação;

    - Suporte a processos de devolução.

    Assim, trará mais eficiência para que as Software Houses promovam a integração do Pix aos seus sistemas.

    Será mais fácil aos empreendedores escolherem onde manterão suas contas, vez que sem essa API padronizada, o empresário pode ficar preso à uma instituição por causa dos custos cobrados para mudar de conta, do qual precisaria, neste caso, reconfigurar seus sistemas de gestão para APIs diferentes.

    Atualizações de cobranças por pessoas físicas.

    Sabe-se que o envio de pagamentos é gratuito e ilimitado para as todas as pessoas físicas, empresários individuais e MEIs. Porém, o BC também atualizou essas regras, estabelecendo que, pessoas físicas que adotarem o sistema PIX para fins comerciais, serão tarifados no momento que receberem o pagamento.

    Portanto, será passível de tarifação a atividade comercial, assim considerada, quando:

    - Receber transferência por QR Code Dinâmico;

    - Receber mais de 30 transações com PIX no mês, por conta. Ou seja, será tarifada a partir da 31ª transação.

    Porém, as instituições poderão definir, em contrato, outros critérios específicos que caracterizem situações de recebimento com finalidade compra, quando a conta da pessoa física, empresário individual ou MEI for, exclusivamente, para fins comerciais.

    Previsão de penalidades.

    As instituições participantes do Pix, bem como aquelas em processo de adesão, também estarão sujeitas às penalidades estabelecidas.

     Além de outra penalidades para infrações cometidas no arranjo, poderão suportar:

    - multas – variam de R$50 mil a R$1 milhão, que podem aumentar ou diminuir conforme a capacidade econômica do infrator e o percentual de sua participação no total das transações do arranjo.

    - Suspensão ou exclusão do participante - situações mais graves.


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