Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    Dificuldade de pausar ou adiar 2 prestações da dívida nos bancos

    Devido ao COVID-19, os grandes bancos anunciaram a suspensão ou pausa de 2 parcelas das dívidas de casa, carro e outros créditos.

    Os bancos foram Caixa Econômica, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander. Mas os clientes têm encontrado dificuldade, seja pela falta de atendimento e pela falta de conhecimento do assunto.

    Existem relatos de bancos oferecendo novos empréstimos, novos contratos com prazos maiores e juros maiores.

    Os bancos estão classificando essa operação como uma repactuação ou refinanciamento. Os bancos exigem que os clientes estejam em dia no pagamento das prestações para solicitar a pausa de 2 meses.

    Está com problemas com os bancos? Faça sua reclamação aqui na Rock e te ajudaremos.

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    Sozinho?

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    Banco Central vai dar liquidez com debêntures

    O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou o Banco Central (BC) a conceder empréstimos a instituições financeiras garantidos em debêntures adquiridas entre 23 de março e 30 de abril de 2020. 

    Segundo o Banco Central, o objetivo da linha é prover liquidez ao mercado secundário de dívida corporativa, que foi afetado pela crise do Corona-vírus.

    Além das debêntures, o BC manterá, como garantia adicional, os recolhimentos compulsórios do banco no mesmo montante da operação.

    O Banco Central anunciou várias medidas para dar liquidez para os bancos.

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    Mais Liquidez

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    Banco Central injeta R$ 68 bilhões com redução do compulsório

    O Banco Central decidiu reduzir a alíquota do compulsório sobre recursos a prazo de 25% para 17%. 

    A estimativa é que a mudança resulte numa liberação de R$ 68 bilhões a partir do dia 30 de março. 

    Em 14 de dezembro, caso a economia tenha atravessado a pandemia do Covid-19, a alíquota do compulsório sobre recursos a prazo será recomposta ao patamar anterior de 25%.

    Mais uma medida do Banco Central para dar liquidez para os bancos.

    A Rock vai acompanhar os efeitos da crise sobre os bancos e ajudar as pessoas a não perderem seu dinheiro.

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    Rios de Liquidez

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    DPGE de no mínimo R$ 1 milhão

    O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a Resolução nº 4.785, que autoriza a captação de Depósito a Prazo com Garantia Especial do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

    O DPGE1 deve ter valor mínimo de emissão de R$ 1 milhão, e prever prazo mínimo de 12 meses e máximo de 24 meses, sendo vedado o resgate antecipado.

    As instituições estão autorizadas a captar em DEPG1 o valor equivalente ao seu patrimônio líquido, limitado a R$ 2 bilhões, por conglomerado, e as emissões poderão ocorrer até o início de 2022. 

    Esse instrumento foi utilizado na crise de 2008 para dar liquidez, principalmente, para os bancos pequenos. Agora, vai ajudar os bancos a levantarem depósitos no momento da crise do Corona-vírus.

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    Ponte para a crise

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    Qual banco mais facilita a renegociação de dívida?

    Votem no banco que tem menos burocracia para renegociar dívida.

    • 24 0
      24 pontos
      Banco do Brasil

      Banco do Brasil

    • 23 -1
      22 pontos
      Bradesco

      Bradesco

    • 22 -2
      20 pontos
      CEF

      CEF

    • 19 -4
      15 pontos
      Itaú

      Itaú

    • 19 -4
      15 pontos
      Santander

      Santander

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    RockTheBank Esmeralda

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    Bancos precisam informar no extrato os detalhes do cheque especial

    O Banco Central publicou a Circular número 3.981 que trata da prestação de informações para os clientes referente ao cheque especial.

    Os bancos terão que detalhar os extratos das pessoas físicas e MEIs (micro-empreendedor individual) as seguintes informações:

    -Limite de crédito contratado;

    -Saldo devedor (na data);

    -Valores utilizados diariamente;

    -Valor e forma de apuração da tarifa cobrada

    -Taxa de juros efetiva do mês

    -Valor dos juros acumulado no período

    Essas informações deverão ser informadas aos clientes a partir de 1 de junho de 2020.

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    Detalhes no Extrato

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    Descubra as principais reclamações contra os bancos e que são procedentes

    No ranking de reclamações divulgados pelo Banco Central referente ao quarto trimestre de 2019, mostam que as principais reclamações procedentes são:

    1) Oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada

    Os bancos fazem muito isso ainda. Ou seja, os gerentes não passam todas as informações dos produtos e serviços. Ou a venda ou oferta é inadequada.

    Se você não foi informado corretamente, você pode reclamar contra o banco.

    2) Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito


    3) Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados à operações de crédito


    4) Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking e ATM


    5) Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços disponibilizados em internet banking


    Os ranking 2,3, 4 e 5 referem-se a problemas de fraude, problemas de roubo, problemas de invasão no internet banking. 


    6) Débito em conta de depósito não autorizado pelo cliente


    7) Restrição à realização de portabilidade de operações de crédito consignado relativas a pessoas naturais


    8) Insatisfação com a resposta recebida da instituição financeira referente à reclamação registrada no BCB


    9) Cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados


    Se você teve algum tipo de problema com o banco, pode fazer sua reclamação.

    https://rock.com.br/seu-banco/reclamacoes/

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    O caminho para a reclamação procedente

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    Ranking de Reclamações de Bancos 4T2019

    O Banco Central divulgou o seu ranking de reclamações do quarto trimestre de 2019 (índice de reclamação):

    1. PAN: 126,47

    2. BMG: 68,66

    3. Banrisul: 23,30

    4. Santander: 22,94

    5. Bradesco: 19,36

    6. BB: 19,06

    7. Caixa Econômica Federal: 17,19

    8. Itaú: 16,85

    9. Votorantim: 9,50

    O índice de reclamações considera a quantidade de reclamações procedentes versus a quantidade de clientes. 


    Em números absolutos o ranking ficaria (quantidade de reclamações procedentes):

    1. Bradesco: 1.910

    2. Caixa Econômica Federal: 1.637

    3. Itaú: 1.377

    4. BB: 1.267

    5. Santander: 1.085

    6. PAN: 564

    7. BMG: 326

    8. Banrisul: 115

    9. Votorantim: 70

    Aproveitando, faça sua reclamação aqui na Plataforma Rock The Bank. 

    https://rock.com.br/seu-banco/reclamacoes/

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    Faça sua Reclamação contra os bancos

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    Bradesco cobrou tarifa de "cesta básica de serviços" sem informar adequadamente.

    O banco Bradesco foi multado em R$ 5 milhões por cobrar uma tarifa de cesta básica de serviços sem informar adequadamente os seus clientes, na maioria aposentados.

    Isso ocorreu no Maranhão em novembro de 2019.

    Ministério Público Estadual afirmou que os clientes foram informados sobre o serviço apenas de forma verbal, com minutas contratuais de difícil compreensão, principalmente para o caso de aposentados semianalfabetos do município. 

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    Sem informar adequadamente

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    Banco Santander foi condenado por metas abusivas e por causar doenças mentais

    A Justiça do Trabalho condenou o Banco Santander por metas abusivas e por causar adoecimento mental dos seus trabalhadores.

    O valor da condenação foi de R$ 274 milhões em setembro de 2019.

    O Ministério Público disse que dos bancários do Santander afastados por acidente e doença mental correspondem a 26% do total entre os anos de 2012 e 2016. Além disso, em 2014, o Banco Santander registrou em média 2 afastamentos por dia.

    A decisão judicial também existe que o banco proíba a submissão a metas abusivas e que estabeleça essas metas em negociação coletiva.

    O Banco Santander pode recorrer da condenação.

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    Metas abusivas