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    C6 Bank continua sendo o banco com mais reclamações sobre crédito consignado

    O C6 Bank, banco digital, tem se mantido nos Rankings de Reclamações dos Bancos e Financeiras divulgados pelo Banco Central.

    No ano passado, a Rock fez um ranking dos piores bancos em 2020 analisando o resultado dos 4 rankings trimestrais fornecidos pelo BC, tendo o C6 Bank ocupado o terceiro lugar.

    No primeiro trimestre deste ano, foi o banco com maior número de reclamações reguladas procedentes versus o número de clientes, dentre os bancos e financeiras com menos de quatro milhões de clientes. O índice de reclamações foi de 979,53.

    Já no segundo semestre, o C6 Bank teve uma queda significativa de reclamações, com índice de 433,76, caindo para o quarto lugar do ranking.

    Porém, quanto às reclamações de oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada, ainda que tenha diminuído de 4.217 reclamações no primeiro trimestre para 2.111 no segundo trimestre, o C6 BANK tem se mantido pioneiro neste ano.

    Quanto às irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados a operações de crédito, o C6 BANK que estava em primeiro lugar com o maior número de reclamações (838), no primeiro trimestre, caiu para o quinto lugar, com 137 reclamações no segundo trimestre.

    Contudo, as irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito subiram: de 31 reclamações no primeiro trimestre, foi para 187 no segundo.


    Da mesma forma ocorreu com relação aos serviços disponibilizados em internet banking: de 36 subiu para 219 reclamações, ocupando o terceiro lugar do ranking.

    Reclamações do C6 Bank Foto: shutterstock

    Reclamações do C6 Bank

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    BC divulga novo ranking de reclamações dos bancos e financeiras

    O Banco Central divulgou o ranking de reclamações a respeito dos Bancos e Financeiras do 2° trimestre de 2021.

    Os índices apresentados são baseados pelo número de reclamações reguladas procedentes versus o número de clientes.


    Dentre as instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes, estão com os maiores índices de reclamações:

     BTG PACTUAL/BANCO PAN (conglomerado) – 103,44

     2º INTER (conglomerado) – 66,79

     3º CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) – 32,13

      SANTANDER (conglomerado) – 28,88

      BRADESCO (conglomerado) – 25,33

      BB (conglomerado) – 21,09

      ITAU (conglomerado) – 17,59

      VOTORANTIM (conglomerado) – 4,64

      MIDWAY S.A. – CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO – 2,45

    10º NUBANK (conglomerado) – 0,00


    Bancos e financeiras com menos de quatro milhões de clientes:

     MASTER (conglomerado) – 811,55

     DAYCOVAL (conglomerado) – 777,01

    FACTA FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO – 555,73


    Principais reclamações e sua quantidade de ocorrência:

    1º Oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada – 4.223:

    1. C6 BANK (conglomerado) – 2.111

    2. DAYCOVAL (conglomerado) - 611

    3. BRADESCO (conglomerado) - 558

    2º Irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados a operações de crédito – 2.338:

    1. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) – 621

    2. ITAU (conglomerado) - 410

    3. SANTANDER (conglomerado) - 263

    3º Irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito - 2.639:

    1. ITAU (conglomerado) – 255

    2. SANTANDER (conglomerado) – 227

    3. BRADESCO (conglomerado) - 200


    Para visualizar todos os rankings acesse https://www.bcb.gov.br/ranking/index.asp?rel=outbound&frame=1

    Seu banco está no Ranking? Foto: Rock

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    Qual a maior vantagem dos Bancos digitais?

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      Praticidade

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      Não cobra taxas

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      Pouca burocracia

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      Rende mais o dinheiro.

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    Como descobrir se há cartões emitidos ou empréstimos em meu nome sem autorização?

    O cartão de crédito é umas das principais formas de pagamento utilizada pelos consumidores no mundo e, no Brasil, são quase 52 milhões de usuários, segundo pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz.

    Por sua vez, o empréstimo também é uma modalidade muito usual. Uma pesquisa conduzida pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em 2018, revelou que dois em cada dez brasileiros recorreram a algum tipo de empréstimo.

    Assim, são também inúmeras reclamações quanto à emissão de cartão de crédito e empréstimos sem autorização que trazem muita dor de cabeça para o titular para cancelar e ser ressarcido dos prejuízos.

    O Banco Central tem uma ferramenta gratuita interessante para o consumidor descobrir se há cartões e empréstimos emitidos em seu nome de forma fraudulenta. Chama-se Registrato.

    As informações são extraídas do Sistema de Informações de Crédito (SCR), que é um banco de dados com informações sobre operações de crédito e garantias contratadas por clientes com as instituições autorizadas a funcionar pelo BC.

    Basta acessar o site do BC em bcb.gov.br e digitar “Registrato” no campo de pesquisa do site ou acessar https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/registrato.

    Você terá acesso às informações sobre empréstimos e financiamentos em seu nome, como saldo devedor, modalidade de créditos realizados (Crédito consignado; Cheque especial; Financiamento de veículos; imóveis e outros bens; Cartão de crédito; Leasing; Operações de empréstimo e de financiamento entre pessoas por meio de plataforma eletrônica (fintechs)) e status (a vencer ou vencida) de empréstimos e financiamentos contratados por pessoa física ou jurídica em cada banco ou outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central (BC).

    Também terá acesso à lista dos bancos e financeiras onde você possui conta ou outro tipo de relacionamento, como investimentos. Esse relatório permite que pessoas físicas e representantes de pessoas jurídicas: (i) acessem dados próprios, (ii) verifiquem a ocorrência de uso indevido de CPF ou CNPJ e (iii) busquem relacionamentos bancários de pessoa falecida para fins de inventário.

    Além disso, através do Registrato você também consulta: informações de chave PIX cadastradas em bancos, instituições de pagamento e outros, se você não possui conta ativa em um banco, pode emitir a certidão de Inexistência de contas em bancos; dados sobre operações de câmbio e transferências internacionais que você realizou.

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    Bitcoin Banco causa prejuízo de R$ 1,5 bilhões a clientes e é acusado de crimes

    Uma investigação criminal pela Polícia Federal, desde 2019, descobriu que o Bitcoin Banco praticava diversos crimes falimentares, de estelionato, lavagem de capitais, organização criminosa, além de delitos contra a economia popular e o sistema financeiro nacional.

    O grupo de criminosos desenvolveram diversos artifícios para induzir as vítimas em erro, inclusive com a criação de ferramenta de registro de transações de criptoativos que, em plano de fundo, permitia o desvio dos recursos e enriquecimento ilícito dos investigados. Por essa razão, a investigação recebeu o nome de Operação Daemon, vez que na mitologia grega, refere-se a um ser sobrenatural trabalhando em plano de fundo e, na computação, refere-se a um programa que executa um processo em plano de fundo que não está sob o controle direto do usuário interativo.

    Responsáveis pelo controle de três corretoras de criptomoedas e mediante forte marketing, atraíram centenas de clientes, quando em 2019, travaram os saques e deram um prejuízo estimado em R$ 1,5 bilhões a mais de sete mil credores. Em razão do bloqueio dos saques, inúmeras denúncias foram feitas. Os clientes investiam recursos pessoais na plataforma do Bitcoin Banco e acompanhavam uma suposta posição de seus investimentos nas plataformas corretoras que eram revertidos para o enriquecimento dos gestores.

    O curioso é que quando bloquearam os saques, o próprio grupo noticiou à polícia que havia sido vítima de um ataque cibernético e que por isso teria bloqueado os saques das corretoras, ao passo que, por outro lado, não fornecia as informações e documentos para apuração dos fatos, retardando o andamento processual.

    O que queriam, na verdade, era dar legitimidade ao bloqueio dos saques, alegando para os clientes que foram vítimas de hackers e que tudo estava sendo, inclusive, investigado pela Polícia. Seria o álibi perfeito.

    Porém, constataram em 2020 que o grupo oferecia ao público contratos de investimento coletivo sem registro junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e que o grupo empresarial teria operado um verdadeiro esquema de pirâmide financeira.

    Foi apurado que o líder deste grupo empresarial já havia sido condenado na Suíça pelos crimes de estelionato e falsificação de documentos. E mais: foram verificados diversos indícios da prática permanente de crimes falimentares, ludibriando até mesmo o juízo falimentar ao apresentando como garantia uma carteira de bitcoins que não era de sua propriedade. Alegaram que tinham cerca de sete mil bitcoins, o que consistia, em termos de números, patrimônio suficiente para quitação de todas as dívidas decorrentes dos bloqueios de saques dos clientes.

    A 23ª Vara Judicial de Curitiba expediu um mandado de prisão preventiva, quatro mandados de prisão temporária e vinte e dois mandados de busca e apreensão e decretou sequestro de imóveis e bloqueio de valores.

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    Catástrofe de prejuízos

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    O golpe do PIX agendado é verdade?

    Está circulando no WhatsApp uma mensagem contando sobre um novo golpe que estariam aplicando nas pessoas através do Pix agendado.

    Segundo a mensagem, uma pessoa teria recebido um Pix de certo valor, na opção agendada e não sabia quem havia mandado.

    Que logo em seguida, teria recebido uma mensagem de WhatsApp de uma pessoa desesperada falando que tinha feito um Pix errado e se poderia lhe devolver com urgência.

    Segundo conta a história, não deixaram a suposta vítima “devolver” o valor porque viram que o Pix estava agendado e orientaram para que ela dissesse que devolveria quando o dinheiro estivesse na conta dela no dia para qual foi agendado. Ao chegar no dia de agendamento do Pix, o dinheiro não teria caído e fora pedido para as pessoas se atentarem a esse novo golpe.

    Com isso, muitas pessoas começaram a questionar a segurança do Pix agendado que daria brecha para esse golpe acontecer.

    Nesta semana, o Banco Central se pronunciou afirmando que esse golpe do Pix agendado é BOATO, pelos seguintes motivos:

    - O banco RECEBEDOR não tem como saber que existe um Pix agendado para uma conta em data futura;

    - O Pix agendado fica no sistema do banco PAGADOR, mas não fica visível para quem vai receber até que a transação seja confirmada;

    - A informação não aparece no extrato do cliente ou em qualquer outro lugar;

    - Todas as operações do Pix são rastreáveis e podem identificar os titulares das contas de origem e de destino de toda e qualquer transação de pagamento no Pix.

    Assim, no caso da história que circula, não teria como ela ter recebido uma notificação de recebimento de Pix, já que o Pix agendado só aparece para quem vai receber depois que o dinheiro cai em conta no dia que fora agendado e com identificação de quem enviou.

    De uma forma ou de outra, boato ou não, todo cuidado é pouco. Sempre que receber qualquer mensagem de cobrança, ou de foi mandado um dinheiro indevido, faça contato imediato com o seu banco.

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    Será possível?

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    INSS retoma bloqueio de benefícios por falta de prova de vida

    Foi retomada a rotina de bloqueio, suspensão e cessação dos pagamentos de beneficiários que não fizerem a prova de vida.

    Desde março de 2020, o INSS havia suspendido a obrigatoriedade da prova de vida sem bloqueio do pagamento dos benefícios daqueles que não fizeram.

    No dia 20 de maio, foi publicada a Instrução Normativa SGP/SEDGG/ME Nº 53 que suspendeu, até 30 de junho de 2021, a exigência de recadastramento anual de aposentados, pensionistas e anistiados políticos civis de que trata a Portaria nº 244, de 15 de junho de 2020, e a Instrução Normativa nº 45, de 15 de junho de 2020.

    Portanto, a obrigatoriedade de prova de vida voltará após o dia 30 de junho. Porém, desde o dia 1º deste mês de junho, o INSS não mais pagará benefício para aqueles que não fizeram ou não fizerem a prova de vida.

    Ou seja, à princípio, até o final do mês não é obrigatório fazer prova de vida, mas se não fizer não recebe benefício.

    Aqueles que não fizeram a prova de vida desde o ano passado devem realizar a prova de vida, cujo cronograma de rotina de bloqueio de benefício, segundo a Portaria 1.299/21, será:

    Se a competência de vencimento da comprovação de vida se deu em:

    - Março e abril/2020 - retomada em junho/2021;

    - Maio e junho/2020 - retomada em junho/2021;

    - Julho e agosto/2020 - retomada em agosto/2021;

    - Setembro e outubro/2020 - retomada em setembro/2021;

    - Novembro e dezembro/2020 - retomada em outubro/2021;

    - Janeiro e fevereiro/2021 - retomada em novembro/2021;

    - Março e abril/2021 - retomada em Dezembro/2021.

    Para realizar a prova de vida, o beneficiário pode fazer por: biometria facial pelo celular para quem estiver essa forma liberada (para saber basta acessar os aplicativos Meu INSS ou Meu Gov.br) e seguir as instruções; na rede bancária ou aplicativo do banco, se tiver. No Banco do Brasil, por exemplo, já há essa possibilidade.


    Para acessar conteúdo completo da Portara nº 1.299/21: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-1.299-de-12-de-maio-de-2021-319592908

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    Está acabando o prazo para saque do PIS/Pasep 2020-2021

    O abono salarial, ​instituído pela Lei n° 7.998/90, é um benefício anual do trabalhador equivalente ao valor de, no máximo, um salário-mínimo.

    O prazo para saque do abono salarial do PIS/Pasep, calendário 2020/2021, ano-base 2019, acabará no dia 30 de junho. Quem perder o prazo terá que esperar o início do próximo calendário do abono salarial, previsto apenas para 2022. Porém, pelas regras em vigor, é assegurado o direito aos valores do PIS/Pasep pelo prazo de cinco anos.

    Para ter direito ao abono, o trabalhador precisa:

    - Estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos;

    - Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base;

    - Ter exercido atividade remunerada para Pessoa Jurídica, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;

    - Ter seus dados informados pelo empregador (Pessoa Jurídica) corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS)/eSocial.

    - ter trabalhado no mínimo 30 dias com carteira assinada por empresa no ano-base, requisito para ter o direito ao Abono Salarial, e cada mês trabalhado equivale a 1/12 de salário mínimo no valor do benefício, sendo que o período igual ou superior a 15 dias contará como mês integral.

    O valor é proporcional ao tempo de serviço do trabalhador no ano-base em questão. O cálculo do valor do benefício corresponde ao número de meses trabalhados no ano-base multiplicado por 1/12 do valor do salário-mínimo vigente na data do pagamento.

    O pagamento pode ser realizado:

    - Por crédito em conta, quando o trabalhador possui conta corrente, poupança ou Poupança Social Digital na CAIXA;

    - Nos caixas eletrônicos, nas Casas Lotéricas e nos Correspondentes CAIXA Aqui utilizando o Cartão do Cidadão;

    - Em agência da CAIXA, apresentando o número do PIS e um documento oficial de identificação.

    Para os servidores públicos que têm direito ao Pasep e são correntistas do Banco do Brasil, os créditos foram realizados em conta de forma automática. Para o demais beneficiários, os pagamentos poderão ser realizados via TED, sem custo, nas agências ou no site www.bb.com.br/pasep.


    Para saber como sacar, consultar o calendário de pagamentos: https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/abono-salarial/Paginas/default.aspx#como-sacar

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    Sacionada a Lei que torna o Pronampe permanente

    O Pronampe – Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, criado na pandemia com intuito de conceder crédito com juros reduzidos a micro e pequenas empresas como forma de diminuir os impactos financeiros causados pelo coronavírus, agora será permanente. A lei que trata do assunto, Lei nº 13.999 de 18 de maio de 2020 foi sancionada nesta semana.

    Com isso, os MEIs e empresas de pequeno porte, que representam 98% das empresas e são responsáveis por 57% dos empregos formais no Brasil, poderão melhorar o negócio por meio de linhas de crédito subsidiado pelo Fundo Garantidor de Operações, com carência de 36 meses para pagamento e juros menores, cuja taxa anual máxima é igual à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acrescida de 1,25% (um inteiro e vinte e cinco centésimos por cento) sobre o valor concedido.


    Podem pedir financiamento pelo Pronampe:

    - Microempreendedores Individuais (MEI) – com faturamento anual de até R$ 360 mil;

    - Microempresas - com faturamento anual de até R$ 360 mil;

    - Empresa de Pequeno Porte – com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.


    O limite da linha de crédito do Pronampe corresponderá a:

    - Até 30% (trinta por cento) da receita bruta anual calculada com base no exercício de 2019, se mais de um ano de funcionamento;

    - Até 50% (cinquenta por cento) do seu capital social ou a até 30% (trinta por cento) da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso, se menos de um ano de funcionamento.


    Poderão aderir ao Pronampe e, assim, requerer a garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), de que trata a Lei nº 12.087, de 11 de novembro de 2009:

    - Banco do Brasil S.A.;

    - Caixa Econômica Federal;

    - Banco do Nordeste do Brasil S.A.;

    - Banco da Amazônia S.A.;

    - Bancos estaduais;

    - Agências de fomento estaduais;

    - Cooperativas de crédito;

    - Bancos cooperados;

    - Instituições integrantes do sistema de pagamentos brasileiro;

    - Plataformas tecnológicas de serviços financeiros (fintechs);

    - Organizações da sociedade civil de interesse público de crédito; e

    - Demais instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, atendida a disciplina do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil a elas aplicável.


    Para visualizar a íntegra da Lei 13.999 de 18 de maio de 2020: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-13.999-de-18-de-maio-de-2020-257394467

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    Crédito para micro e pequenas empresas

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    Adiantamento do 13º será liberado nos próximos dias

    Um alívio no orçamento de aposentados e pensionistas acontecerá nos próximos dias por meio da liberação do pagamento de adiantamento do 13º.

    O cronograma de pagamentos será da seguinte forma:

    - Segurados que recebem até um salário-mínimo – pagamento liberado de 25 de maio a 08 de junho, de acordo com o último número do benefício, desconsiderando o dígito;

    - Segunda parcela do abono anual – liberada junto com a folha de junho e será paga de 24 de junho a 07 de julho.

    Final 1ª Parcela 2ª Parcela
    1 25 de maio 24 de junho
    2 26 de maio 25 de junho
    3 27 de maio 28 de junho
    4 28 de maio 29 de junho
    5 31 de maio 30 de junho
    6 1 de junho 1 de julho
    7 2 de junho 2 de julho
    8 4 de junho 5 de julho
    9 7 de junho 6 de julho
    0 8 de junho 7 de julho


    - Segurados que recebem acima de um salário mínimo – pagamento liberado de 01º a 08 de junho.

    Final 1ª Parcela 2ª Parcela
    1 e 6 1 de junho 1 de julho
    2 e 7 2 de junho 2 de julho
    3 e 8 4 de junho 5 de julho
    4 e 9 7 de junho 6 de julho
    5 e 0 8 de junho 7 de julho
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    Atente-se ao cronograma de pagamento!