Foto de Rock
Rock Rubi

+ Análise

Parábola dos Talentos: Mateus 25:14–30

Vamos analisar a Parábola dos Talentos sobre dois prismas: espiritual e trabalho.

Na visão espiritual, significa que devemos utilizar nossos talentos até a volta de Jesus.

Deus nos deu talentos e dons que devem ser utilizados para gerar frutos e multiplicá-los. Conforme o propósito e ministério de cada um, deve-se fazer a obra de Deus.

Cada vez que utilizamos nossos talentos, mais os multiplicamos e mais talentos recebemos.

Constatamos que o talento não é fixo. Ou seja, o talento pode aumentar ou diminuir, conforme utilizamos ou não (segundo sua capacidade).

Porém, uma pessoa que enterra os talentos, essa perde até o que tem.

Mateus 7:19 diz: Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e atirada ao fogo.

Podemos também aplicar a visão do trabalho.

Comprovadamente, para você subir na carreira profissional, basicamente, precisa produzir além das expectativas. Ou seja, o seu trabalho precisa gerar frutos. Cada vez que gera mais frutos, mais sobe-se na carreira e mais ocorre o aumento do salário. A mesma dinâmica da Parábola dos Talentos. Cargos mais executivos podem ganhar de 20 a 30 vezes mais que a média dos empregados de uma empresa. Ou seja, o talento foi recompensado e multiplicado.

Por outro lado, alguém que não trabalha, ou seja, não gera frutos, geralmente, é demitido. Quer dizer, até o pequeno salário é tirado.

Mateus 25:14–30

14 Porque será também como um homem que, partindo para fora da sua terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens;

15 E a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.

16 E tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos.

17 Da mesma forma, o que recebera dois granjeou também outros dois;

18 Mas o que recebera um foi enterrá-lo no chão, e escondeu o dinheiro do seu senhor.

19 E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e ajustou contas com eles.

20 Então aproximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles.

21 E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.

22 E chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos.

23 Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.

24 Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;

25 E atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.

26 Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei;

27 Por isso te cumpria dar o meu dinheiro aos banqueiros, e quando eu viesse, receberia o meu com os juros.

28 Tirai-lhe, pois, o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos.

29 Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem será tirado.

30 Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.

Multiplicar os talentos

Multiplicar os talentos