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    Mais de 10 milhões de declarações ainda não foram feitas no IR 2022

    O prazo para a entrega do Imposto de Renda 2022 se encerrava em 29 de abril. Porém, de acordo com informações divulgadas pela Receita Federal, ainda faltam mais de 10 milhões de declarações a serem recebidas.

    No início do ano, o órgão declarou que esperava receber 34,1 milhões de declarações do IR 2022. Desta quantidade estimada, 23,2 milhões de declarações foram enviadas até as 11h do dia 18/05, o que corresponde a 68% do total aguardado.

    Como nos últimos três anos, a Receita prorrogou a data limite para o dia 31 de maio.

    Assim, contribuintes terão mais tempo para enviar suas declarações. Lembre-se que, declarações enviadas fora do prazo enseja à multa de 1% a 20% sobre o imposto devido, a partir do dia seguinte à data limite, com o valor mínimo estipulado em R$ 165,74.

    Ainda dá tempo de fazer a Declaração do IR 2022 Foto: shutterstock

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    Magazine Luiza lança fintech com empréstimo pessoal e cartão de crédito corporativo

    Recentemente, o Magazine Luiza anunciou o lançamento da sua fintech, fruto da integração de plataformas e startups adquiridas pela marca nos últimos anos.

    Uma delas é a Hub Fintech, no setor financeiro que oferece empréstimo pessoal e cartão de crédito para empresas.

    Empréstimo para pessoas físicas: a Fintech Magalu vai disponibilizar uma linha de até R$ 5 mil para os clientes, em até 36 meses, com juros mensais variando de 2,99% a 5%, conforme o perfil do consumidor.

    A solicitação do empréstimo será totalmente on-line. após a análise do perfil financeiro do correntista e aprovado o pedido, o dinheiro estará disponível na conta digital MagaluPay.

    Cerca de 10 milhões de clientes do Magazine Luiza têm a linha de crédito pré-aprovada e poderão encontrar a função no app até o final de maio.

    Cartão de crédito para empresas: ainda em fase de pré-lançamento e com lista de espera disponível, terá benefícios como um programa de pontos que poderão ser trocados por produtos e serviços na plataforma, além de conta digital gratuita. O público-alvo será os mais de 160 mil vendedores cadastrados no marketplace da companhia.

     

    Iniciadora de pagamentos

    O Magazine Luiza também anunciou que, aproveitando a expansão do Open Banking, iniciou o processo para atuar como uma iniciadora de pagamentos, o que dará uma maior agilidade nos pagamentos via Pix, eliminando a necessidade de copiar e colar a chave ou a leitura do QR Code para efetuar a operação, vez que os pagamentos acontecerão diretamente no site da loja, sem precisar abrir o app do banco.

    A primeira marca do grupo a oferecer o recurso será a loja virtual KaBum!

    A funcionalidade está em fase de homologação pelo Banco Central.


    Mas lembre-se, a taxa de juros do empréstimo será de acordo com a sua escolha. Quanto maior o prazo, mais juros. Escolha prazos menores.

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    3 milhões de ligações sobre crédito consignado foram bloqueadas pelo “Não me Perturbe”

    Ante a necessidade de fortalecer os princípios bancários e melhorar o atendimento e o relacionamento com clientes na oferta do crédito consignado, a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), desde janeiro de 2020, desenvolveram o Sistema de Autorregulação de Operações de Empréstimo Pessoal e Cartão de Crédito com Pagamento Mediante Consignação.

    Dentre os sistemas, foi criado o “Não Me Perturbe”, um sistema de bloqueio de ligações, seja em telefone fixo ou móvel, que fica à disposição dos consumidores que não queiram receber ofertas de crédito consignado.

    Assim, ao cadastrar o telefone fixo ou móvel, em até 30 dias após o pedido de bloqueio, tanto as instituições financeiras quanto os correspondentes autônomos não poderão mais fazer qualquer oferta de operação de crédito consignado por meio do número incluído.

    Tal bloqueio vale por um ano e o cliente poderá escolher se bloqueia instituições financeiras específicas, ou se todo o segmento bancário.

    O sistema estabelece que é considerada falta grave “qualquer forma de captação ou tratamento inadequado, ou ilícito dos dados pessoais dos consumidores sem sua autorização”. Assim, os bancos participantes devem assumir o compromisso de adotar melhores práticas em relação à proteção e tratamento dos dados pessoais dos clientes.

    Até o final de janeiro de 2021, mais de 1,2 milhão de pessoas solicitaram o bloqueio telefônico e 318 sanções foram aplicadas em razão de reclamações sobre a oferta irregular de consignado.

    Atualmente, esse número cresceu. Entre janeiro de 2020 e abril de 2022, foram registradas cerca de 3 milhões de solicitações de bloqueios e 896 sanções foram aplicadas a empresas pelo sistema.

    De acordo com o presidente da FEBRABAN, Isaac Sidney, é de interesse dos consumidores e dos bancos que medidas administrativas sejam aplicadas a empresas que atuam como correspondentes bancárias.

    Dessa forma, o intuito é melhorar a qualidade do produto e aumentar a transparência sobre os serviços contratados, tendo em vista que o assédio comercial pode levar pessoas ao superendividamento.

    Segundo a presidenta da ABBC, Sílvia Scorsato, a autorregulação tem o papel de proteger esses consumidores:

    “O consignado é uma opção de crédito muito utilizada pelos brasileiros. É fundamental que sua oferta seja feita com assertividade e transparência, para que os consumidores, especialmente os mais vulneráveis, entendam o produto e sua sistemática, optando por sua contratação no momento oportuno.”

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    PL que dificulta o pagamento por aproximação com cartões de crédito/débito é aprovado no RJ

    Dois Deputados do Rio de Janeiro apresentaram Projeto de Lei (PL 5.083/21) que dificulta o pagamento por aproximação com cartões de crédito/débito, exigindo que instituições financeiras peçam autorização para os clientes antes de emitir os cartões.

    Assim, o PL estabelece diversas novas obrigações aos bancos que emitem cartões que podem ser utilizados para pagamento por aproximação:

    - Consultar expressamente o consumidor antes de emitir o cartão de crédito/débito. A autorização pode ser prestada por escrito ou por meio eletrônico;

    - O consumidor tem direito de cancelar a autorização a qualquer momento e a emissão de novo cartão sem custo;

    - O cliente tem direito de determinar o valor máximo utilizado em cada pagamento através da modalidade de aproximação;

    - O consumidor terá o direito de ser informado: sobre a possibilidade de escolher os valores máximos das transações a serem feitas sem o uso; de medidas adequadas a serem adotadas para evitar roubo, furto e fraudes e que os pagamentos por aproximação virão especificados nas faturas;

    - O consumidor terá o direito de optar por receber uma opção de confirmação de pagamento através do aplicativo antes de concluir a compra por aproximação.

    Também há determinação para que as empresas que descumprirem a lei cometerão infrações administrativas previstas no Código de Defesa do Consumidor.

    Segundo a justificativa dos parlamentares autores do PL, era preciso estabelecer normas para evitar crimes financeiros:

    “Em uma sociedade globalizada e com os avanços na tecnologia de informação e comunicação, torna-se cada vez mais necessário que se ofereça segurança nas transações, evitando assim os chamados golpes por essa modalidade”.

    Outra justificativa apresentada, é que as modalidades NFC e contactless estão em ascensão e que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e de Serviços (Abecs), os pagamentos por aproximação somaram mais de R$ 53 bilhões no ano passado.

    O PL dispõe apenas sobre cartões de crédito/débito, não alterando o funcionamento de dispositivos que possuem NFC como smartwatches e smartphones.

    O Projeto seguiu para sanção do Governador do Rio.

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    Nubank cria o Nubank Cripto para compra de criptomoedas pelo app

    O que antes era possível lidar com criptomoedas apenas a partir de fundos da Nu Invest que incluíam esse tipo de ativo digital, agora será uma realidade para quem possui a conta digital da empresa.

    Isso porque o Nubank anunciou um novo recurso feito em parceria com a Paxos: um espaço para negociação de criptomoedas chamado Nubank Cripto.

    Dentro do próprio aplicativo do banco, terá uma nova aba nomeada de “Cripto”, onde será possível a aquisição ou venda de bitcoin (BTC) e ether (ETH), algumas das mais populares moedas digitais do mercado. Além disso, mostrará a variação de preço das últimas 24 horas.

    Segundo o Nubank, é possível investir com o valor mínimo de R$ 1, adquirindo "pedaços" de uma criptomoeda.

    No entanto, ele alertou que esse tipo de compra é mais recomendado para clientes que "já têm alguma reserva financeira e tem dinheiro em diferentes ativos" e deseja diversificar os investimentos.

    A novidade ainda está em fase de testes com um grupo limitado de clientes. Ela será expandida para mais pessoas nos próximos meses.

    O aplicativo trará um tutorial com o passo a passo de como comprar criptomoedas para aqueles que já tiveram a função liberada.

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    Clientes da Caixa reclamam sobre falhas em transferências via PIX

    As redes sociais têm se enchido de reclamações dos clientes da Caixa, desde o dia 06/05. Eles estão tendo dificuldades para realizar transferências via PIX no app do banco. O app da Caixa não permite concluir as transações.

    Alguns clientes relataram que ao utilizar a ferramenta, aparecem mensagens como “PIX em processamento” e “processamento em análise”. Outros também disseram que o valor transferido foi debitado do saldo da conta, mas não chegou ao destinatário.

    Também tiveram clientes que, para efetuar os pagamentos, tiveram de recorrer à ferramenta antiga, como o TED.

    O site Downdetector, que acompanha o funcionamento de serviços digitais, também registrou a instabilidade no Pix da Caixa e reclamações sobre os pagamentos instantâneos, dificuldades para logar no app do banco e realizar operações no internet banking.

    No dia 06/05, a Caixa confirmou ter registrado uma “breve intermitência nos serviços”, mas afirmou que as falhas foram corrigidas. No comunicado, o banco informou que as operações com PIX e o internet banking voltariam a funcionar normalmente no decorrer do dia.

    No entanto, parece que não foi resolvido, tendo em vista que clientes continuaram a registrar várias reclamações:

    “Nada funciona há dias no aplicativo da @Caixa. Não consigo pagar conta, fazer pix, nada...”

    “Desde de sexta-feira sem acesso ao app da caixa, hoje consegui acesso porém sem sucesso no pix.”

    “Alooou @Caixa qual o problema com o pix? Passei o final de semana inteiro tentando fazer uma transferência e nada, preciso pagar as contas.”

    A Caixa, até então, não se pronunciou a respeito das reclamações recentes.

     

    - Tem algum problema com o seu banco? Faça sua reclamação aqui na Rock: https://rock.com.br/seu-banco/reclamacoes/

    Reclamações de falhas em diversos serviços da Caixa Foto: shutterstock

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    Shopee é autorizada a atuar como instituição de pagamento no Brasil

    A Reuters divulgou que a plataforma Shopee, que está em operação no país desde 2019, recebeu autorização para operar como instituição de pagamento no Brasil, cuja implementação ocorrerá em breve.

    A publicação da autorização se deu no Diário Oficial da União no dia 02/05, podendo a Shoppe, a partir disso, gerir a SHPP Brasil Instituição de Pagamento e Serviços de Pagamentos, controlada pela SHPP Brasil Participações.

    Dessa forma, ela se tornará instituição de pagamento, na modalidade emissor de moeda.

    Conforme descrito no DOU, a companhia poderá “gerenciar conta de pagamento do tipo pré-paga, na qual os recursos devem ser depositados previamente”.

    De acordo com uma nova pesquisa do Panorama Mobile Time/Opinion Box, o Shopee é o aplicativo líder no setor de comércio eletrônico móvel do Brasil. Mais de 2 mil brasileiros participaram da pesquisa e 21% comentaram que a plataforma chinesa é a mais usada em compras pelo smartphone.

    Shopee se tornará  instituição de pagamento, na modalidade emissor de moeda. Foto: shutterstock

    Shopee se tornará instituição de pagamento, na modalidade emissor de moeda.

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    Clientes aproveitam falha e desviam R$ 23 milhões do C6 Bank

    Uma provável falha nos sistemas do C6 Bank permitiu que clientes desviassem um valor de R$ 23 milhões a partir do produto CDB Crédito.

    Os clientes suspeitos utilizaram uma operação financeira do C6 Bank chamada CDB Crédito. Nesse serviço, a pessoa tem como limite no cartão de crédito o mesmo valor que ela aplica no Certificado de Depósito Bancário (CDB), investimento de renda fixa.

    Assim, se a pessoa tem investimentos de R$ 400 na modalidade, o limite do cartão dela fica em R$ 400. Porém, o banco digital libera um valor máximo de R$ 10 mil no limite do cartão de crédito.

    Para dar segurança, o CDB Crédito bloqueia parte do valor que o cliente investiu enquanto a fatura do cartão de crédito não é paga. E foi aí que a falha de segurança aconteceu.

    Os golpistas descobriram uma forma em que podiam usar todo o limite do cartão de crédito e ao mesmo tempo resgatar todo o valor investido na renda fixa.

    De acordo com a Polícia Civil de São Paulo que investiga o caso, o fato beneficiou cerca de 5 mil correntistas do banco, sendo a maioria moradores da Baixada Fluminense (RJ).

    Há duas linhas de investigação: na primeira, a polícia apura se houve o planejamento do golpe por parte de uma organização criminosa; na segunda, os agentes desconfiam que o problema foi descoberto e que os moradores foram passando informações uns para os outros.

    O que chamou a atenção das autoridades foi o golpe ter sido cometido por correntistas existentes e em smartphones únicos, bem como pelos desvios terem ocorrido em pontos específicos das comunidades fluminenses.

    O C6 Bank pediu o bloqueio da conta de todos os envolvidos na justiça , mas não se pronunciou sobre o caso.

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    Greve dos servidores do BC causa adiamento da nova fase de consulta dos Valores a Receber

    O Banco Central informou que a nova rodada de consultas do dinheiro esquecido em instituições financeiras, prevista para ser aberta a partir do dia 2 de maio, foi adiada e não tem previsão para a reabertura do sistema. Mas ela ressaltou que a data será avisada “com a devida antecedência”.

    A indisponibilidade do serviço se deu pela greve dos servidores do BC, desde o início de abril/22, que afetou o cronograma de desenvolvimento das melhorias que seriam implantadas no Sistema de Valores a Receber (SVR), impedindo a reabertura das consultas.

    Os servidores requerem reajuste salarial ao governo. Nos últimos dias a paralisação foi suspensa, mas segue com algumas interrupções parciais do trabalho.

    A nova rodada de consulta do SVR trará muitas novidades:

    - A possibilidade de solicitar o resgate do dinheiro esquecido nos bancos no mesmo momento da consulta, diferentemente do que era no início, onde o usuário precisava agendar o saque para um período definido pela entidade, baseado na data de nascimento do beneficiário ou de abertura da empresa (no caso de pessoa jurídica).

    - Incluirá mais bases de dados fornecidas pelas instituições financeiras. Dessa forma, poderão realizar uma nova consulta, tanto as pessoas que não tinham valores esquecidos a receber quanto aquelas que já sacaram as quantias disponíveis, na etapa inicial.

    - Possibilidade de consultar dinheiro esquecido nos bancos que pertencia a falecidos, informação esta que não foi disponibilizada inicialmente pela plataforma.

    - Solução dos problemas referentes à exigência de conta nível prata ou ouro no sistema Gov.br, que impossibilitava o saque dos valores por alguns usuários.

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    Greve de funcionários afetou cronograma do SVR

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    Caixa atrasa saque FGTS para nascidos em janeiro

    Diversos trabalhadores com direito ao saque extraordinário do FGTS estão relatando dificuldades e atrasos no recebimento dos valores pelo app da Caixa.

    Pelo calendário, trabalhadores que nasceram em janeiro começaram a receber o dinheiro no dia 20 de abril, porém, muitas pessoas revelaram que não receberam o depósito automático no aplicativo Caixa Tem.

    O aplicativo tem emitido notificação de saque em datas diversas: 30/04, 02/05, 04/05, 11/05 etc.

    As redes sociais ficaram cheias de reclamações a respeito do atraso daqueles nascidos em janeiro, que receberiam no dia 20/04. Para eles, o calendário de pagamentos definido, não serve para nada, uma vez que não está sendo cumprido.

    A Caixa afirmou à folha de São Paulo, que é necessário um prazo mínimo para os procedimentos operacionais do banco após um trabalhador complementar o cadastro e realizar a solicitação do saque extraordinário e que os trabalhadores que receberam saldo na conta do FGTS após o período previsto do saque, devem receber uma nova tentativa de pagamento na próxima data do calendário.

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    Nascidos em janeiro não estão satisfeitos