Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    Trabalho intermitente: uma boa opção para contratar na pandemia?

    A reforma trabalhista, que ocorreu em 2017, incluiu a figura do empregado intermitente. À época, muito foi debatido e quase nada teria se deslumbrado tanto na prática para sua aplicação, tal como agora, durante a imprevista pandemia que surgiu desde o ano passado.

    O artigo 443, §3º da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) traz a definição do trabalho intermitente:

     “§ 3º Considera-se como intermitente o contrato de trabalho no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador, exceto para os aeronautas, regidos por legislação própria.” (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017).

    Assim, a partir disso, foi legalizada a situação em que uma empresa ou empregador, que não demande prestação de serviço em tempo integral, admita funcionário(s) para trabalhar apenas em períodos específicos, remunerando-o(s) apenas por esses períodos trabalhados.

    Esse novo modelo de contratação, em 2018, logo após a Reforma Trabalhista, registrou mais de 50 mil postos, conforme dados divulgados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em 2020, quando já na pandemia, 45% das empresas com intermitentes, ampliaram o número de contratos. Já para este ano de 2021 e 2022, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), 85% das empresas entrevistadas pretendem contratar empregados intermitentes.

    Assim, como na pandemia muitas empresas tiveram restrição de funcionamento, dos quais tiveram de diminuir o seu quadro de funcionários, recorrer às ações do Governo, bem como até mesmo fechar suas portas, a possibilidade de contratação de intermitentes é uma forma para manter os vínculos formais, sem precisar remunerar o(s) empregado(s) por período integral mesmo quando da paralisação de produção, mas de ter mão de obra de acordo com as necessidades e demanda do empregador.

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    Trabalho em períodos determinados

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    Férias do empregado: quando gera pagamento em dobro?

    A Súmula 450 do TST (Tribunal Superior do Trabalho) diz:

    “FÉRIAS. GOZO NA ÉPOCA PRÓPRIA. PAGAMENTO FORA DO PRAZO. DOBRA DEVIDA. ARTS. 137 E 145 DA CLT. (conversão da Orientação Jurisprudencial nº 386 da SBDI-1) – Res. 194/2014, DEJT divulgado em 21, 22 e 23.05.2014".

    É devido o pagamento em dobro da remuneração de férias, incluído o terço constitucional, com base no art. 137 da CLT, quando, ainda que gozadas na época própria, o empregador tenha descumprido o prazo previsto no art. 145 do mesmo diploma legal.”

    De acordo com a Lei Trabalhista, as férias devem ser concedidas pelo empregador, em um só período, nos 12 meses subsequentes à data em que o empregador tiver adquirido o direito. Se o empregado concordar, pode ser usufruída em até 3 períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a quatorze dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um. É proibida ainda o início das férias no período de dois dias que antecede feriado ou dia de repouso semanal remunerado. (art. 134 e §§, CLT).

    De acordo com o art. 137 da CLT, “sempre que as férias forem concedidas após o prazo do período concessivo, o empregador pagará em dobro a respectiva remuneração.”.

    Vamos dar um exemplo: o emprego é registrado na data de 08 de abril de 2021. Em um ano ele adquire o direito às férias (de 08/04/2020 a 08/04/2021), que também é chamado de período aquisitivo. O ano seguinte ao período aquisitivo é chamado de período concessivo, período dentro do qual o empregador deve conceder as férias sob pena de pagar a remuneração das férias em dobro, incluído o terço constitucional (de 08/04/2021 até 08/04/2022).

    A Súmula citada diz que ainda que as férias sejam gozadas na época certa, ou seja, dentro do período concessivo, se o empregador deixar de efetuar o pagamento da remuneração das férias ou do abono (opção do empregado converter 1/3 do período de férias a que tiver em pecúnia, no valor que seria devido nos dias correspondentes) até dois dias antes do início das férias.

    Em resumo, pagará férias em dobro se conceder férias após o período concessivo e se não pagar a remuneração das férias até dois dias antes.

    Porém, recentemente, o TST entendeu que se houver atraso de dois a três dias na quitação dos valores, não gera a obrigação do pagamento em dobro. A decisão majoritária (15x10), entendeu que deve atender os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, vez que a imposição de condenação, nesse caso que constituiu um atraso considerado ínfimo, é atentar contra esses princípios.

    Ressaltaram também, que a edição da Súmula tratou de pagamento realizado após as férias, cuja ausência de aporte financeiro, frustra o seu melhor gozo por parte do empregado. Ou seja, o importante é que o pagamento das férias seja efetuado no início das férias, de tal forma que não prejudique o empregado.

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    Dois motivos determinantes

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    Quanto cobrar?


    Hoje, muitos empreendedores não sabem quanto cobrar por um serviço ou produto.
Nunca sabem, exatamente, quanto cobrar do cliente. Ficam com medo de pedir pouco e o cliente ficar desconfiado, de pedir muito e ele não querer.
Aprenda a dar valor ao seu trabalho.

Tem dúvidas? Acesse nossa COMUNIDADE! Nossos especialistas em finanças respondem gratuitamente!

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    O trabalho na visão bíblica

    1) O trabalho
    Deus trabalhou na criação da terra e quando terminou, Ele contemplou toda a sua obra, e viu que tudo era bom. Assim sendo, o trabalho traz um senso de realização ou contemplação, de dar frutos, de prosperidade, de riqueza e de sustento para a família.
    Em Gênesis 1:31 diz: “E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom, e foi a tarde e a manhã: o dia sexto. 
    Gênesis 2:2: “E, havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.”
    Gênesis 2:15: “A partir disso, Deus criou o homem para que cuidasse da terra. “Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar”. 

    2) A terra 
    Porém, depois do pecado do homem, Adão e Eva, Deus amaldiçoou a terra, e fez com que tornar-se mais difícil obter o alimento da terra, o que exigiu esforço e sacrifício. 
    Gênesis 2.16-17: “E ordenou o Senhor Deus ao homem dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás, porque, no dia em que dela comeres, certamente morreras.” 
    Genesis 3:17-19: “E a Adão disse: Porquanto destes ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti, com dor comerás dela todos os dias da tua vida. Espinhos e cardos também te produzirão, e comerás a erva do campo. No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás. “

    3) Preguiça
    A bíblia condena a preguiça, pois traz muitos efeitos negativos na vida das pessoas.
    Provérbios 12:24: “As mãos zelosas e dedicadas governarão, mas os preguiçosos acabarão sendo forçados a trabalhar.”
    Provérbios 21:25. “O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam-se a trabalhar. “
    2 Tessalonicenses 3:6-15: 
    “6 Irmãos, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo nós ordenamos que se afastem de todo irmão que vive ociosamente e não conforme a tradição que vocês receberam de nós.
    7 Pois vocês mesmos sabem como devem seguir o nosso exemplo, porque não vivemos ociosamente quando estivemos entre vocês,
    8 nem comemos coisa alguma à custa de ninguém. Ao contrário, trabalhamos arduamente e com fadiga, dia e noite, para não sermos pesados a nenhum de vocês,
    9 não porque não tivéssemos tal direito, mas para que nos tornássemos um modelo para ser imitado por vocês.
    10 Quando ainda estávamos com vocês, nós ordenamos isto: Se alguém não quiser trabalhar, também não coma.
    11 Pois ouvimos que alguns de vocês estão ociosos; não trabalham, mas andam se intrometendo na vida alheia.                           

    12 A tais pessoas ordenamos e exortamos no Senhor Jesus Cristo que trabalhem tranquilamente e comam o seu próprio pão.
    13 Quanto a vocês, irmãos, nunca se cansem de fazer o bem.
    14 Se alguém desobedecer ao que dizemos nesta carta, marquem-no e não se associem com ele, para que se sinta envergonhado;
    15 Contudo, não o considerem como inimigo, mas chamem a atenção dele como irmão.”

    4) O trabalho é uma benção
    Quem trabalha com diligência e vontade colherá muitos frutos.
    Provérbios 22:29 nos diz: “Vistes um homem diligente na sua obra? Perante reis será posto; não será posto perante os de baixa sorte.”.
    Eclesiastes 9:10: “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, pra onde tu vais, não há obra, nem indústrias, nem ciência, nem sabedoria alguma.”

    5) Faça para o Senhor Deus
    A palavra nos ensina a trabalhar como se fosse para o Senhor Deus e não para homens.
    Colossenses 3:23: “E, tudo quando fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens. 
    Efésios 6:5-8: “Sirvam aos seus senhores de boa vontade, como servindo ao Senhor, e não aos homens, porque vocês sabem que o Senhor recompensará cada um pelo bem que praticar, seja escravo, seja livre.”

    EUA, países da Europa e Inglaterra foram muito influenciados pela religião, no conceito do que o trabalho é para Deus. Por este motivo, o trabalho era bem feito e produziam produtos de qualidade. No Brasil, ocorreu um processo de desvalorização do trabalho por dois motivos: a exploração de Portugal e a escravidão. Desta forma, ficou uma elite sem fazer nada e os escravos que trabalhavam à força. 

    Conclusão: O trabalho é uma benção e traz uma série de benefícios ao ser humano. Sempre trabalhe com todo coração para Deus e não para homens. E nunca esqueça: Deus sempre em primeiro lugar.
     

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    O trabalho

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    Brasil: O país da desigualdade e concentração de renda

    Porque temos tanta concentração de renda?

    -Porque historicamente o Brasil apresentou taxas de juros altíssimas.

    -Porque os impostos afetam mais a população de baixa renda, seja os impostos sobre produtos, seja sobre consumo.

    -Porque o país não incentiva o empreendedorismo.

    -Porque não existe educação financeira no Brasil.

    -Porque muita riqueza é apenas transferida pela herança e não pela produção de riqueza.

    -Porque o nível de investimentos é muito baixo no Brasil.

    Veja a matéria no El Pais sobre o estudo de concentração de Thomas Piketty.


    https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/13/internacional/1513193348_895757.html

    EL PAÍS

    Brasil tem maior concentração de renda do mundo entre o 1% mais rico | Internacional | EL PAÍS Brasil

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    Peter Lynch: MBA não vale nada para fazer investimentos bem-sucedidos?

    Peter Lynch cursou um dos melhores MBAs do mundo: Wharton nos EUA.


    E ainda, muitos dizem que é o melhor MBA de Finanças do Mundo. Mas Peter, questionou muito o valor do MBA versus a experiência no mundo real.

    "Parecia que a maioria das coisas que aprendi em Wharton, que deveria ajudá-lo a ser bem-sucedido nos investimentos, só conseguia ajudá-lo a fracassar. 

    Minha desconfiança dos teóricos e pessoas que fazem prognósticos continuam até hoje."


    Basicamente, Peter disse que a vida real dos investimentos era muito diferente das teorias que são ensinadas no MBA. 

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    Quando vale um MBA?

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    Peter Lynch: Como ser um investidor bem sucedido

    Ele citou as qualidades pessoais necessárias para ser um investidor bem sucedido:

    "Parece que a lista de qualidades necessárias deve incluir: 

    -Paciência

    -Autoconfiança

    -Bom senso

    -TOLERÂNCIA A DOR

    -Mente aberta

    -Desapego

    -Persistência

    -Humildade

    -Flexibilidade

    -Disposição para fazer PESQUISA INDEPENDENTE

    -Disposição para ADMITIR ERROS 

    -Capacidade de IGNORAR O PÂNICO GERAL.

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    Peter Lynch: A Musa financeira não vai te dar a resposta se a ação vai subir

    Peter Lynch disse: "Na verdade, Wall Street pensa igual aos gregos antigos. Os primeiros gregos costumavam se sentar por dias e debater quantos dentes têm um cavalo. Eles achavam que podiam descobrir só sentados ali, em vez de olhar direto no cavalo. Muitos investidores se sentam e debatem se uma ação vai subir, como se a musa financeira fosse lhes dar a resposta, em vez de olhar a empresa.


    Não tem jeito: quer saber se a empresa é boa e se o preço da ação vai subir? Faça uma análise detalhada da empresa, seja nos balanços, seja no fluxo de caixa, seja nos lucros, seja na governança corporativa, seja nas vendas.

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    Peter Lynch: Até um relógio parado acerta 2 vezes no dia

    Peter Lynch disse: "Há mais de 60 mil economistas nos Estados Unidos, muitos deles voltados o tempo todo para prever recessões e taxas de juros, e se pudessem fazer isso bem 2 vezes seguidas, seriam todos milionários agora".


    Muitos analistas de investimentos fazem várias estimativas e previsões. Muitas dão errado e muitas dão certo. Mas a verdade é que esses analistas não ficaram milionários pelas suas recomendações de investimento. Porque perde-se de um lado e ganha-se do outro.

    Mas esses analistas gostam de se gabar dizendo que acertaram na recomendação. Cuidado com as previsões e estimativas. Até um relógio parado acerta 2 vezes no dia.

    E os erros? Ninguém fala.

    A grande maioria fica rico com a venda de relatórios de ações e não com seus próprios investimentos.

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    Os investidores contam dos seus erros? Ou só os acertos?

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    Riqueza e Capacitação. Eclesiastes 5:19

    A palavra diz em Eclesiastes 5:19: E, quando Deus concede riquezas e bens a alguém e o capacita a desfrutá-los, a aceitar a sua sorte e a ser feliz em seu trabalho, isso é um presente de Deus.

    Riqueza tem que estar relacionada com Sabedoria. Riqueza sem sabedoria pode virar maldição ou ainda pode levar à destruição. 

    Riqueza com Sabedoria leva à prosperidade e a uma vida de abundância na terra. 

    Por que será que Deus tornou Salomão o homem mais rico do mundo? Porque Salomão pediu sabedoria e Deus acrescentou riquezas. As duas coisas precisam andar juntas. 

    Primeiro, adquira sabedoria e as riquezas virão como consequência. Além disso, a sabedoria permitirá utilizar o dinheiro de maneira justa, permitirá dividir, doar e multiplicar as suas benções e de muitas pessoas.

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