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    Receita Federal amplia isenção de Imposto de Renda na venda de imóvel

    A Receita Federal publicou uma norma que autoriza a isenção do tributo para quem utilizar os recursos para quitar, total ou parcialmente, financiamentos imobiliários contratados anteriormente.

    Assim, quem vende um imóvel passou a ter mais uma alternativa para se livrar em pagar o Imposto de Renda sobre o lucro do negócio. Para ter direito ao benefício, a quitação deve ser feita em até 180 dias após a venda do primeiro imóvel.

    Sem dúvida, mais um incentivo para o setor imobiliário e uma regra mais justa.

    A Instrução Normativa RFB nº 2.065, de 24 de fevereiro de 2022, dispõe no artigo 2º, inciso VII:

    “Art. 2º Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual referente ao exercício de 2022 a pessoa física residente no Brasil que, no ano-calendário de 2021:

    VII - optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005;”

    A Receita Federal ressaltou que o "reconhecimento da isenção foi feito com base em jurisprudência pacificada do Superior Tribunal de Justiça (STJ)".

    Como era antes

    Antes, quem vendia um imóvel pagava alíquota de 15% a 22% sobre o ganho de capital, ou seja, a diferença entre o que pagou e quanto recebeu pela venda.

    Em 2005, o governo isentou do IR sobre ganho de capital quem usasse o dinheiro, em até seis meses, para comprar novo imóvel, para estimular o setor imobiliário. Contudo, a Receita exigia que o novo contrato fosse firmado só depois da venda do primeiro imóvel para conceder o benefício, o que levou diversos contribuintes a ajuizar ação para não pagar o tributo na quitação de um imóvel financiado anteriormente.

    Para acessar a Instrução Normativa completa, acesse: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-rfb-n-2.065-de-24-de-fevereiro-de-2022-382678020.

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    MEIs: atenção para prazos e detalhes do Imposto de Renda

    De acordo com dados da Receita Federal, até o início de março de 2022, estavam em atividade 13,6 milhões de MEIs no Brasil.

    Com isso, é preciso que os MEIs se atentem para o prazo e outros detalhes do Imposto de Renda 2022.

    Prazo

    O prazo para a declaração do MEI, que é a Declaração Anual de Faturamento do Simples Nacional (DASN-SIMEI), será até o dia 31 de maio. Ela pode ser feita no site da Receita Federal, no campo do Simples Nacional ou através do Portal do Empreendedor.

    Detalhes Importantes

    Vamos enumerar alguns detalhes importante que o MEI deve saber e observar:

    1. O MEI deve declarar as informações fiscais do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), o rendimento obtido e os impostos pagos entre janeiro e dezembro do ano de 2021.

    2. A declaração do MEI não tem nada a ver com a declaração do IRPF, sendo declarações diferentes. Assim, o MEI que, no ano de 2021, obteve rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, ou isentos acima de R$ 40.000,00, deve declarar IRPF, cujo prazo é até o dia 29 de abril.

    3. Ainda que o MEI não tenha faturado nada no ano anterior, deve fazer a declaração do MEI.

    4. Se o MEI necessitar de declarar Imposto de Renda Pessoa Física, ele deve:

    - Registrar na ficha "bens e direitos" que o empreendedor é proprietário de um CNPJ como MEI.

    - Na ficha "rendimentos isentos" deve ser declarado o lucro que a operação jurídica gerou e que foi usado para liquidar despesas pessoais.

    5. O lucro gerado na operação de MEI como renda pessoal deve ser declarado no IRPF como rendimento isento, vez que já foi tributado na declaração de IR do MEI.

    6. O preenchimento pode ser feito tanto pelo próprio empreendedor quanto por um contador.

    7. O atraso ou o esquecimento da entrega resulta em multa. Caso ela não seja paga, o CNPJ fica irregular.

    8. MEI possui CNPJ, como tal, é uma empresa como qualquer outra, a diferença está na tributação e da desnecessidade de um contador para fazer a organização fiscal.

    9. É importante para o empreendedor separar as rendas de pessoa física (PF) e pessoa jurídica (PJ) e o patrimônio de cada pessoa do empreendimento, ainda que seja em residência e sem atendimento direto ao cliente.

    Multa

    Se o empreendedor esquecer de se declarar como MEI ou a entregá-la fora do prazo, haverá multa correspondente a R$ 50 a até 20% dos impostos pagos mensalmente.

    - Se o sistema indicar “exigibilidade suspensa", significa que a multa não está vencida.

    - O CNPJ do MEI é cancelado quando, por dois anos consecutivos, não regularizar a situação. Contudo, pode reativá-lo desde que o saldo em aberto seja quitado.

    - Caso o empreendedor queira parar de operar como MEI e tenha débitos em aberto, o cadastro pode ser cancelado e as dívidas, transferidas para o Cadastro de Pessoa Física (CPF).

    Declaração Anual de Faturamento do Simples Nacional (DASN-SIMEI) Foto: shutterstock

    Declaração Anual de Faturamento do Simples Nacional (DASN-SIMEI)

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    Precisa declarar o BDR do Nubank no Imposto de Renda 2022?

    No final de 2021, o Nubank entrou na bolsa de valores e, por meio do programa NuSócios, distribuiu alguns “pedacinhos” de ações para seus clientes.

    A dúvida que fica é: precisa declarar isso ou não?

    Segundo esclarecimento do Nubank, o certificado ofertado gratuitamente ficará bloqueado durante 12 meses, não tendo sido movimentado em 2021. Portanto, quem ganhou um “pedacinho do Nubank” não precisa incluir o Brazilian Depositary Receipts (BDR) na declaração do IRPF 2022 ano-base 2021.

    Contudo, a declaração do BDR gratuito poderá ser feita após o fim desse prazo de um ano. O proprietário do BDR do Nubank sem custo poderá decidir o que fazer com o “pedacinho” recebido: se permanece com o papel ou se o negocia na Bolsa brasileira (B3), recebendo o valor referente a ele, descontados os eventuais tributos e taxas.

    O Nubank também explicou que, caso o acionista escolha receber o valor da venda do pedacinho após os 12 meses, por exemplo, também não precisará declará-lo no Imposto de Renda 2023 ano-base 2022.

    Ressalta-se que isso se aplica apenas àquelas pessoas que ganharam um BDR do Nubank por meio do programa NuSócios, gratuitamente, não se aplicando para quem comprou BDRs e ações do banco digital, que se adquiridos até o final de 2021, devem ser incluídos na Declaração do Imposto de Renda 2022.

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    Para quem ganhou um “pedacinho do Nubank”

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    Como saber se o MEI precisa declarar Imposto de Renda?

    No post anterior, mostramos o passo a passo de como o MEI faz a Declaração Anual do MEI – DASN-Simei, que não se confunde com o Imposto de Renda, que só deve ser feito pelo MEI se sua renda tributável for maior que R$ 28.559,70 ou se encaixar em outras hipóteses que o obriga a declarar IR, tais como, ter negociado ações em 2020 e possuir bens acima de R$ 300 mil.


    Mas como o MEI sabe que ultrapassou o limite que o obriga a declarar IR?

    1-     Somar todas as fontes de renda - Além do que já citamos acima sobre os valores de bens e ações, é necessário somar todas as fontes de renda do ano a ser declarado, se, além da sua atividade como MEI, obteve outras rendas, como aluguel, outro emprego ou aposentadoria. Se a soma das rendas (renda tributável MEI + outras rendas) ultrapassar R$ 28.559.70, deverá declarar IR.


    2-     Calcular a parcela isenta - parte do lucro do MEI é isento de Imposto, conforme o seu tipo de atividade:

    I- Serviços de qualquer natureza: 32% da receita bruta anual;

    II- Transporte de passageiros: 16% da receita bruta anual;

    III- Comércio, indústria e transporte de carga: 08% da receita bruta anual.

    Ex: MEI prestou serviços em 2020 e obteve renda bruta de R$ 70 mil.

    Parcela isenta: 32% de R$ 70 mil = R$ 22.400,00


    3-     Calcular as despesas – são todos os valores* que foram escriturados em livro-caixa que, de acordo com a Receita Federal podem ser:

    I- A remuneração paga a terceiros: deve haver vínculo empregatício com os respectivos encargos trabalhistas e previdenciários;

    II- Os emolumentos pagos a terceiros: valores de retribuição pela execução, pelos serventuários públicos, bem como de atos cartorários, judiciais e extrajudiciais;

    III- As despesas de custeio pagas: custos para a manutenção física do negócio, como: água, luz, telefone, aluguel e matéria-prima. Para serem deduzidas, essas despesas devem estar acompanhadas de recibos identificáveis.

    Se o MEI exerce a atividade em sua própria residência, é abatido 1/5 do valor das contas de aluguel, água, gás, taxas, impostos, telefone, celular e condomínio. Porém, para serem deduzidos, os comprovantes devem estar no nome do empreendedor.

    *Tais valores são limitados ao valor da receita mensal recebida.


    Mas atenção! Não são despesas dedutíveis:

    - As despesas referentes à prestação de serviços de transporte e aos rendimentos auferidos pelos garimpeiros;

    - As quotas de depreciação de instalações, máquinas, equipamentos e despesas de arrendamento (leasing);

    - Doações para ONGs ou campanhas políticas;

    - As despesas de locomoção e transporte, exceto se for representante comercial autônomo, quando correrem por conta própria.


    4-     Calcular o lucro tributável - A conta é simples: lucro tributável = renda bruta menos parcela isenta menos despesas.

    Ex: Usando o mesmo exemplo citado e supondo que as despesas foram de R$15 mil.

    Lucro tributável = 70 mil - 22,4 mil - 15 mil

    Lucro tributável = 32.600 => acima de R$ 28.559,70 => deve declarar IR


    Como o MEI deve declarar IR?

    Vamos continuar com o mesmo exemplo acima.

    - Na ficha "Rendimentos isentos e não tributáveis", opção 13: "Rendimento de sócio ou titular de microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional" - você colocará o valor da parcela isenta, que pelo exemplo, seria R$ 22.400,00.

    - Na ficha de "Rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica" informe o CNPJ e o nome da sua empresa e informe o valor do lucro tributável, que no exemplo, seria R$ 32.600. Tal valor será somado às demais rendas do trabalhador e dos seus dependentes para o cálculo do Imposto.


    Tem dúvidas? Pergunte em nossa Comunidade Rock, nossos especialistas te responderão gratuitamente! Além de aprender, você ganhará moedas rocks!

    O leão está de olho! Foto: shutterstock

    O leão está de olho!

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    Como fazer a Declaração Anual do MEI

    Antes de mostrar o passo a passo de como fazer a Declaração Anual do MEI é importante você saber de algumas informações importantes:

    • O prazo anual é até 31 de maio, mas neste ano de 2021, o prazo será até 31 de junho;
    • A Declaração Anual do MEI não se confunde com a Declaração do Imposto de Renda;
    • É obrigatória para todos os MEI’s existentes em 2020;
    • O MEI que não apresentar a declaração no prazo está sujeito a multa de até 20% do valor dos tributos declarados;
    • Não depende de faturamento: o MEI que faturou ou não em 2020, ou seja, vendeu ou não, prestou serviço ou não, deve fazer a Declaração Anual;
    • Não tem tributo a pagar ou a restituir;
    • Se o MEI, em 2020, obteve lucro tributável acima de R$ 28.559,70, precisa também declarar o Imposto de Renda.


    Agora, vamos ao passo a passo de como preencher o DASN-Simei, que é essa Declaração Anual:


    1-     Acesse o site da Receita Federal: http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Aplicacoes/ATSPO/DASNSIMEI.app/Default.aspx ;

    2-     Informe o CNPJ do MEI e clique em CONTINUAR;

    3-     Selecione o ano 2020, deixe os demais em branco e clique em CONTINUAR;

    4-     Preencha os campos da seguinte forma:

    - Se a atividade do MEI é de comércio (venda), indústria, transporte e alimentação: preencha o primeiro campo com o valor total bruto* obtido em 2020 e deixe o segundo campo como 0,00;

    - Se a atividade do MEI é de prestação de serviços, exceto transporte e alimentação: preencha o segundo campo com o valor bruto obtido em 2020 e deixe o primeiro campo como 0,00;

    - Se faturou em ambas as atividades: preencher os dois campos, cada um com o valor respectivo de faturamento em 2020;

    - Se não faturou em 2020: preencher os dois campos com 0,00.

    * Para saber os valores, deve somar os faturamentos mensais de 2020.

    5-     Selecione se o MEI possuiu ou não empregado durante 2020;

    6-     Clique em TRANSMITIR na tela que mostra os pagamentos mensais do DAS; e

    7-     Imprima a declaração ou salve-a em seu eletrônico por, no mínimo, cinco anos.


    Pronto! Não leva nem cinco minutos! Por isso, é muito importante que o MEI controle todo o faturamento das vendas ou prestação de serviço para que fique fácil na hora de calcular os valores a serem preenchidos.

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    Passo a passo

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    Erros que te fazem perder dinheiro no Imposto de Renda

    Todo início de ano, um dos assuntos mais falados é o Imposto de Renda. Sabemos o quanto é chato, mas tem que fazer. E, seja por falta de conhecimento, seja por querer se livrar logo, muitos cometem erros que os fazem perder dinheiro para o Leão.

    Por isso, vamos trazer aqui os principais erros cometidos na hora de declarar que podem fazer você cair na malha fina.

    Lembrando que temos várias notícias, análises e dúvidas respondidas sobre Imposto de Renda aqui, em nossa plataforma. Basta selecionar a tag Imposto de Renda aqui no Espaço Rock e na Comunidade para ficar inteirado sobre tudo!

    Vamos aos erros que você não dever cometer no Imposto de Renda:

    1- Declarar fora do prazo

    Muitos perdem o prazo para declarar e isso acarreta perda de dinheiro, vez que há uma imposição de multa que varia entre R$ 165,74 até 20% do valor devido. O prazo neste ano de 2021 será até o dia 31 de maio. Mesmo que atraso, não deixe de declarar.

    2- Prestar informações erradas

    É um dos erros mais recorrentes. Muitos cometem erros ao preencher as informações, tanto por erro de digitação quanto por querer prestar informação diferente, como valores recebidos a menos.

    A Receita Federal tem um sistema que verifica as informações prestadas entre o pagante declarante e o recebedor declarante, que aponta as diferenças entre os valores declarados, havendo diferença, cairá na malha fina.

    Se ocorreu erro de digitação, é necessário retificar (corrigir) a informação. Para evitar cometer esse erro, pode criar uma conta no site www.gov.br e pegar uma declaração pré-preenchida do IR.

    3- Inventar despesas

    Na modalidade completa, não se deve inventar despesas médicas, despesas escolares e outras despesas para serem deduzidas no Imposto de Renda. Como já dito, a Receita tem a verificação de informações, principalmente, de saúde e planos de saúde.

    4- Não ter como comprovar os gastos dedutíveis

    É muito importante comprovar os gastos dedutíveis do Imposto de Renda, que se faz através das notas fiscais e recibos. Ocorre que muitos esquecem de pegá-los, somem e não declaram tais despesas e, em consequência, deixam de ter uma maior restituição do Imposto. Lembramos que é importante guardar os comprovantes pelo prazo de pelo menos 5 anos.

    5- Esquecer de declarar os rendimentos de todos os bancos que possui conta

    Muitos esquecem de declarar o rendimento das aplicações financeiras e os saldos finais de cada ano na ficha de “Bens e Direitos” em relação a todos os bancos que possui conta aberta, independente de movimentação.

    6- Não apurar a venda de ações

    Quem vende ações na bolsa, precisa apurar e pagar o imposto no mês seguinte à venda, servindo a declaração para demonstrar o que aconteceu no ano. Nas operações comuns, será isento do imposto quem vende até R$ 20.000 por mês, independente do lucro. Se maior, pagará 15% sobre o ganho.

    7- Não declarar o dependente ou colocá-lo sem o ser

    Podem ser dependentes filhos de até 21 anos ou, até 24, se ainda cursando ensino superior.

    Se o filho dependente receber rendimento, os rendimentos devem ser somados. Daí perde-se dinheiro porque paga-se mais imposto. O ideal é fazer a simulação para saber se é mais vantajoso declarar o dependente somando-se os rendimentos ou separado.

    Também é importante falar a respeito de tentar abater despesas de quem não é dependente do declarante, como sobrinhos, primos entre outros parentes. Existem regras de quem pode ser dependente:

    - Cônjuge;

    - Companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho em comum;

    - Companheiro(a) com quem o contribuinte viva há mais de cinco anos;

    - Filho (a) ou enteado (a), até 21 anos de idade; ou cursando escola técnica de segundo grau, até 24 anos; ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;

    - Irmão (ã), neto (a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; ou com idade até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos;

    - Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;

    - Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador;

    - Pais, avós e bisavós que, em 2020, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 22.847,76;

    - Sogros e sogras, desde que o casal faça a declaração em conjunto. Como os pais são legalmente aceitos como dependentes dos filhos, os pais de ambas as partes podem entrar na declaração.

    O valor de dedução por dependente é de R$ 3.561,50.

    8- Não declarar a pensão alimentícia que paga ou recebe

    As pensões alimentícias recebidas são tributadas pela Tabela do IR que, dependendo do valor, pode chegar a 27,5% do Imposto de Renda. Por outro lado, quem paga a pensão, poderá deduzir do IR, se tiver sido estabelecida por decisão judicial ou acordo extrajudicial. Portanto, se você costumar pagar pensão sem qualquer decisão judicial ou por acordo formalizado e precisa declarar IR, o melhor é fazer pelo menos um acordo extrajudicial para que seja uma despesa dedutível.


    Portanto, é importante fazer a declaração com atenção e o quanto antes melhor, pois você poderá precisar de ajuda e buscar comprovantes de despesas. Esses erros podem fazer com que caia na malha fina e a multa imposta não é suave.

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    Pare de perder dinheiro no IR

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    Imposto de Renda conjunto ou separado: como escolher?

    Quem não sabe as estratégias de como declarar a renda, geralmente, perde muito dinheiro. Aqueles que são casados ou que vivem em união estável podem declarar de forma conjunta ou em separado. Mas a dúvida é, justamente, qual forma é mais vantajosa.

    A resposta é: depende! Cada caso é um caso e, vários fatores influenciarão na escolha do que seja melhor, tais como, dependentes, renda de cada um, as despesas dedutíveis etc.

    Na declaração conjunta, por exemplo, tanto as rendas como as despesas dedutíveis são somadas, o que pode implicar, respectivamente, em uma alíquota maior de imposto e um valor de restituição menor.

    O casal pode fazer simulações de cada um separado e, depois, dos dois em conjunto para analisarem qual a melhor forma de declarar, qual opção terá o menor valor a ser pago e/ou qual terá mais valor de restituição.

    Essas simulações podem ser feitas no próprio Programa Gerador da Declaração do Imposto de Renda que mostrará os valores a pagar e a receber.

    Acesse o Programa em: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/dirpf

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    Equilibrando as finanças do casal

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    Todos que receberam auxílio emergencial precisam declarar Imposto de Renda?

    Com a pandemia, muitas atividades econômicas foram gravemente afetadas. Daí surgiu a necessidade de o Governo prestar auxílio emergencial para dar suporte financeiro para trabalhadores informais e aos brasileiros em situação mais vulnerável.

    As declarações do Imposto de Renda deverão ser entregues até o dia 30 de abril e, dentre as novidades deste ano, está a tributação sobre os valores recebidos a de Auxílio Emergencial (Lei nº 13.982, de 2020) e ainda, do Auxílio Emergencial Residual (Medida Provisória nº 1.000, de 2020) a serem declarados como tal na ficha “Rendimentos Recebidos de Pessoa Jurídica”, indicando o CNPJ 05.526.783/0003-27, fonte pagadora: Auxílio emergencial -COVID 19.

    Mas a dúvida que surge é: todos que receberam auxílio em 2020 precisam declarar?

    A resposta é não!

    Somente precisa declarar aqueles que receberam o auxílio em 2020 e outros rendimentos tributáveis acima de R$22.847,76 (sem contar o auxílio), informando que recebeu o auxílio junto com o rendimento anual.

    O mesmo ocorre se há dependente que tenha recebido auxílio e o declarante ou seu dependente tiveram outros rendimentos acima do valor de R$22.847,76.

     Caso tenha recebido auxílio, mas nem a pessoa e nem o dependente receberam rendimentos tributáveis acima de R$22.847,76 em 2020, a declaração do Imposto de Renda não é obrigatória.

    Mas atenção! Teriam direito ao auxílio 2020, apenas as pessoas que recebem abaixo desse valor de R$22.847,76. Ou seja, quem for obrigado a declarar o auxílio, consequentemente, excedeu esse valor e terá de devolver o auxílio recebido. Quem tem dependente que recebeu e excedeu o valor, também deve devolver.

    Neste caso, o próprio programa do Imposto de Renda gerará um boleto (DARF) ao final da declaração para pagamento, como devolução do auxílio, ainda que tenha restituição no Imposto, vez que não há possibilidade de abater o valor a ser devolvido na restituição.

    Se já devolveu o valor do auxílio fora do Imposto de Renda, o programa gerará o boleto do mesmo jeito, porém, não precisa pagar.

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    Quem precisa declarar?

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    Imposto de Renda 2020: Governo acabou com a dedução de domésticos.

    O governo anunciou a extinção da dedução do imposto de renda dos gastos com a previdência de empregados domésticos. 

    No ano passado, era possível abater até R$ 1.200 no imposto de renda.

    Governo também estuda acabar com as outra deduções das despesas de saúde e educação, porém precisam passar pelo Congresso.

    Prepare-se para a declaração do imposto de renda de 2020.

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    Dedução de IR de domésticos

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    Quem ganha mais dinheiro: Analista Financeiro ou Tributarista?

    Normalmente, um bom analista tributário ganha mais dinheiro que um analista financeiro. Não estamos falando de salário, mas da capacidade de fazer dinheiro com dinheiro. O tributarista ou especialista de impostos ganha dinheiro tirando vantagens em:

    1) Impostos regressivos de investimentos e previdência privada.

    2) Deduções da declaração do imposto de renda

    3) Produtos com benefícios tributários: LCI, debêntures incentivadas, PGBL, LCA

    4) Compensações de imposto de renda.

    5) Créditos tributários.

    6) Antecipação de resultados e distribuição de lucros

    7) Regime tributário da empresa. Simples, Lucro presumido, lucro real, MEI

    8)  Reduzir impostos sobre vendas

    9) Testamentos e processo sucessório

    10) Depreciação e amortização

    11) Dedução de Custos das empresas

    12) Faixas e tipos de renda

    O tributarista com as economias fiscais e investindo em Tesouro Direto Selic pode ter muita vantagem em relação ao analista financeiro, que pode fazer investimentos mais arriscados e em outros produtos.

     

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    Não pague imposto a mais