Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    Empreendedorismo digital: Google lança programa para ajudar pequenas e médias empresas

    Se você é empreendedor ou que empreender, vai gostar dessa novidade! O Google lançou hoje a segunda edição do programa que ajuda pequenas e médias empresas a vender pela internet. Com o nome “Cresça com o Google”, o programa oferece ferramentas e soluções, gratuitas e pagas, para:

    - Criar sua loja digital;

    - Gerenciar sua loja virtual;

    - Receber pagamentos on-line;

    - Anunciar o estoque da sua loja física.

    Assim, há vários cursos para aprender novas habilidades para o negócio e carreira dos empreendedores, tais como:

    - Construir sua presença on-line;

    - Venda on-line;

    - Conectar com clientes;

    - Alcançar público com anúncios;

    - Entender a necessidade dos seus clientes;

    - Crescer sua base de clientes etc.

    Além disso, disponibiliza ferramentas e como usá-las para aumentar sua produtividade.

    De acordo com o Google, em 2019, as ferramentas de busca e publicidade do Google, o Google Play e o YouTube ajudaram a movimentar a economia do país e impactaram empresas, publishers, organizações sem fins lucrativos, criadores e desenvolvedores no Brasil.

    Foram 188 mil empresas que se beneficiaram das ferramentas do Google e gerados R$ 51 bilhões em atividade econômica.


    Para acessar e conhecer mais o Programa do Google: https://cresca.withgoogle.com/intl/pt-br/grow-sales/?utm_source=press&utm_medium=press&utm_campaign=Programa

    A internet é a potência dos negócios Foto: shutterstock

    A internet é a potência dos negócios

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    Trabalho intermitente: uma boa opção para contratar na pandemia?

    A reforma trabalhista, que ocorreu em 2017, incluiu a figura do empregado intermitente. À época, muito foi debatido e quase nada teria se deslumbrado tanto na prática para sua aplicação, tal como agora, durante a imprevista pandemia que surgiu desde o ano passado.

    O artigo 443, §3º da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) traz a definição do trabalho intermitente:

     “§ 3º Considera-se como intermitente o contrato de trabalho no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador, exceto para os aeronautas, regidos por legislação própria.” (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017).

    Assim, a partir disso, foi legalizada a situação em que uma empresa ou empregador, que não demande prestação de serviço em tempo integral, admita funcionário(s) para trabalhar apenas em períodos específicos, remunerando-o(s) apenas por esses períodos trabalhados.

    Esse novo modelo de contratação, em 2018, logo após a Reforma Trabalhista, registrou mais de 50 mil postos, conforme dados divulgados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em 2020, quando já na pandemia, 45% das empresas com intermitentes, ampliaram o número de contratos. Já para este ano de 2021 e 2022, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), 85% das empresas entrevistadas pretendem contratar empregados intermitentes.

    Assim, como na pandemia muitas empresas tiveram restrição de funcionamento, dos quais tiveram de diminuir o seu quadro de funcionários, recorrer às ações do Governo, bem como até mesmo fechar suas portas, a possibilidade de contratação de intermitentes é uma forma para manter os vínculos formais, sem precisar remunerar o(s) empregado(s) por período integral mesmo quando da paralisação de produção, mas de ter mão de obra de acordo com as necessidades e demanda do empregador.

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    Trabalho em períodos determinados

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    Quanto cobrar?


    Hoje, muitos empreendedores não sabem quanto cobrar por um serviço ou produto.
Nunca sabem, exatamente, quanto cobrar do cliente. Ficam com medo de pedir pouco e o cliente ficar desconfiado, de pedir muito e ele não querer.
Aprenda a dar valor ao seu trabalho.

Tem dúvidas? Acesse nossa COMUNIDADE! Nossos especialistas em finanças respondem gratuitamente!

    Hoje, muitos empreendedores não sabem quanto cobrar por um serviço ou produto. Nunca sabem, exatamente, quanto cobrar do cliente. Ficam com medo de pedir pouco e o cliente ficar desconfiado, de pedir muito e ele não querer. Aprenda a dar valor ao seu trabalho. Tem dúvidas? Acesse nossa COMUNIDADE! Nossos especialistas em finanças respondem gratuitamente!

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    Como não falir a empresa sem vendas?

    Ainda estamos em um momento bastante delicado, principalmente, para pequenas empresas que não sabem como sobreviver à paralisação do COVID-19.
Mas nem tudo está perdido, se souber o que fazer.
Por isso, ajudamos centenas de pessoas a transformarem suas finanças.

    Ainda estamos em um momento bastante delicado, principalmente, para pequenas empresas que não sabem como sobreviver à paralisação do COVID-19. Mas nem tudo está perdido, se souber o que fazer. Por isso, ajudamos centenas de pessoas a transformarem suas finanças.

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    Empreendedorismo X pandemia: vantagens ou desvantagens?

    A pandemia causada pelo coronavírus realmente veio para tirar todos da zona de conforto. É indiscutível que não está sendo nada fácil privar-se de sua liberdade, ter que se isolar e sofrer grandes perdas. É uma fase de grandes aprendizados e adaptações.

    Mas o que também deve ser reconhecido é que a pandemia acabou acelerando mais o mercado a buscar tecnologias para realizarem atendimentos não presenciais e buscarem novas alternativas de negócios digitais.

    Só no tocante aos serviços públicos, foram digitalizados 1.000 serviços. Nisso, dos R$ 2 bilhões poupados com a transformação digital, R$ 1,5 bilhão é economia para sociedade ao eliminar a necessidade de o usuário ir até as agências dos órgãos públicos, gastar com transporte e dispor de tempo.

    Houve também a desburocratização e redução à metade do tempo para abertura de empresas no Brasil. Isso contribuiu significativamente para que o país tivesse, em 2020, o melhor desempenho da década na abertura de empresas, com mais de 20 milhões de negócios em funcionamento.

    Foram mais de 3 milhões de empresas abertas em 2020. Ainda que, no mesmo período houveram mais de um milhão de empresas que fecharam, o saldo ainda restou positivo, com mais de duas milhões de empresas.

    Outro fator importante foi a dispensa de alvarás e licenças para MEIs que, desde setembro do ano passado, podem exercer imediatamente as suas atividades.

    Várias medidas como essas facilitaram a vida do empreendedor durante a pandemia, impulsionando o giro e crescimento da economia.

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    Mais vantagens que desvantagens.

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    Para o MEI receber auxílio-doença precisa estar com o DAS quitado?

    Existem muitas vantagens em ser um MEI e, uma delas, é ter qualidade de segurado e poder usufruir de benefícios previdenciários, como auxílio-doença, a aposentadoria por idade e o salário-maternidade, além de outras vantagens.

    Um microempreendedor ao sofrer um acidente, por exemplo, pode requerer o auxílio-doença para se amparar, mas é necessário que o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) esteja em dia.

    O DAS é uma guia unificada de impostos paga por quem é optante pelo simples nacional. Assim, é o único pagamento que um microempreendedor deve fazer mensalmente, no valor aproximado de R$ 50,00.

    Para receber o auxílio-doença, além de estar quite com essa obrigação, é necessário ter, no mínimo, 12 meses de contribuição. O prazo de carência para continuar na condição de segurado da Previdência também são de 12 meses. No 13º mês essa condição será cancelada.

    Porém, algumas doenças não necessitam desse prazo de carência: AIDS; alienação mental; cardiopatia grave; cegueira; contaminação por radiação; espondiloartrose; hanseníase; mal de Parkinson; neoplasia maligna; nefropatia grave; paralisia (irreversível ou incapacitante); tuberculose.

    Os débitos relativos ao DAS são passíveis de inscrição na dívida ativa.

    Neste ano, por conta da pandemia, foram adiados os prazos para pagamento do meses de março, abril e maio, cujos vencimentos ficaram, respectivamente, para outubro, novembro e dezembro.


    Portanto, se você for um microempreendedor e precisa de um auxílio-doença porque sofreu um acidente ou contraiu uma doença, você deve:

    -> Quitar o DAS que tiver em aberto: o débito pode ser parcelado pelo empreendedor, entrando no Portal do Empreendedor www.portaldoempreendedor.gov.br. Quitando sua dívida e o período de carência, os benefícios são retomados.

    -> Acessar o site da Previdência Social;

    -> Clicar em auxílio-doença e depois em solicitar benefício;

    -> Fazer o agendamento da perícia médica;

    -> Separar todos os documentos:

    . CPF;

    . RG;

    . Comprovante de pagamento do DAS provando que a carência foi cumprida (se for o caso);

    . Atestados e laudos médicos sobre o acidente ou doença;

    . Ficha do requerimento que foi preenchido no site.

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    Esteja amparado!

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    Pequenos negócios: potência econômica?

    Devido ao aumento da renda e às facilidades e diminuição da burocracia oferecidas pelos órgãos oficiais, nos últimos anos e, principalmente, neste ano, pelos impactos causados pela pandemia, têm surgido muitas micro e pequenas empresas, bem como MEIs.

    Os reflexos da pandemia têm sido tão impactantes que, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram mais de 12 milhões de empregos perdidos desde janeiro, ou seja, o aumento de desemprego chegou a 13,8%, batendo recorde histórico desde 2012.

    Por outro lado, como forma de escapar do desemprego as pessoas têm procurado abrir o próprio negócio. E este período de recessão de 2020, aumentou o empreendedorismo inicial, com aproximadamente 25% da população adulta envolvida na abertura de um novo negócio (Global Entrepreneurship Monitor-GEM), atingindo o maior patamar de empreendedores iniciais dos últimos 20 anos, principalmente, considerando os períodos de recessão ocorridos entre 2008-2009 e 2014-2016.

    A estimativa é de que existam um total de 53,4 milhões de brasileiros à frente de alguma atividade empreendedora, seja iniciando ou consolidando um novo empreendimento, seja mantendo o negócio já estabelecido.

    Os pequenos negócios são protegidos por Lei específica (Lei Complementar 123/2006), trazendo-lhes os seguintes benefícios:

    - Simplificação e desburocratização;

    - Facilidade na obtenção de crédito e acesso à justiça;

    - Facilidade de acesso ao mercado;

    - Unificação de tributos;

    - Regime tributário com impostos reduzidos e simplificação dos processos de cálculo e recolhimento (Simples Nacional).

    Mas e aí, essas empresas podem ser consideradas potências econômicas?

    Tais empreendimentos:

    - Representam 99% dos negócios brasileiros;

    - Participam de 30% do PIB;

    - Responsáveis por 55% dos empregos gerados no país.

    Tais porcentagens, portanto, adjetivam os pequenos negócios como uma potência econômica, cujo papel na economia tem sido de grande destaque no país.

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    Grandes pequeninos...

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    Investimento em Startups poderá cair 10% em 2020.

    Investimento Anjo

    O volume aportado pelos investidores anjo no Brasil alcançou pouco mais de R$ 1 bilhão em 2019. O valor subiu 9% em comparação com o ano de 2018.

    Mas segundo algumas pesquisas realizados pela Anjos do Brasil, o investimento em 2020 poderá cair 10%, devido a crise do Covid-19.

    O valor médio investido alcançou para R$ 129 mil em 2019 comparados com R$ 85 mil em 2011.

    Investimentos Totais

    Segundo a consultoria Transactional Track Records (TTR), o valor total investido em startup brasileiras aumentou 8 vezes entre 2015 e 2019. O valor atingiu R$ 9,7 bilhões em 2019.

    A expectativa é de crescimento consistente em investimentos em startups, porque:

    - A taxa de juros no Brasil caiu de 14.25% para 2% ao ano. Isso provoca um movimento de renda fixa e CDI para investimentos mais arriscados como renda variável;

    -Aumento do processo de digitalização da economia e sociedade;

    -Desburocratização da economia e reformas estruturais;

    -Surgimento de novas tecnologias e inovações;

    -Brasil tem uma população de 212 milhões de pessoas, ou seja, a base para escalar é alta. A Rússia tem uma população de 147 milhões.

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    Startups mudando o mundo

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    Sua empresa está preparada para se adequar à LGPD?

    A Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, Lei nº 13.709/18, começará a vigorar a partir de janeiro de 2021, mas as empresas já estão correndo para se adequarem às exigências impostas, vez que as mudanças são grandes e requererá muito conhecimento técnico e jurídico.

    1- A Lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado e é aplicável a qualquer operação de tratamento realizada por essas, independentemente do meio, do país de sua sede ou do país onde estejam localizados os dados, desde que:

    - A operação de tratamento seja realizada no território nacional;

    - A atividade de tratamento tenha por objetivo a oferta ou o fornecimento de bens ou serviços ou o tratamento de dados de indivíduos localizados no território nacional;

    - Os dados pessoais, objeto do tratamento, tenham sido coletados no território nacional.

    2 - O objetivo da Lei é aumentar a segurança dos cidadãos e a transparência das empresas, impedindo o vazamento de dados e a sua utilização não autorizada, podendo os clientes questionar a qualquer momento a situação de seus dados ou até mesmo pedir a exclusão de tudo. Dados sensíveis terá um processo mais rigoroso.

    3 - Contudo, a Lei não se aplica ao tratamento de dados pessoais: realizado por pessoa natural para fins exclusivamente particulares e não econômicos; realizado para fins exclusivamente: jornalístico e artísticos; ou acadêmicos, aplicando-se a esta hipótese os arts. 7º e 11 da LGPD; realizado para fins exclusivos de: segurança pública; defesa nacional; segurança do Estado; ou atividades de investigação e repressão de infrações penais;

    4 - O ponto central da LGPD é a necessidade de consentimento expresso do titular para armazenamento dos seus dados, ou seja, o consentimento específico para finalidades específicas e ser capaz de provar isso a qualquer momento, ficando proibido:

    - Vender ou ceder informações de contato de potenciais clientes para divulgação de produtos e serviços por telemarketing, por exemplo;

    - O uso dos dados por parte da própria empresa para uma finalidade diferente daquela que foi combinada com o cliente;

    - Acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito.

    5 - São direitos dos titulares:

    - Confirmação da existência do tratamento dos dados;

    - Acesso aos dados, correção, anonimização, bloqueio ou eliminação de dados;

    - Informação sobre com quais entidades públicas ou privadas o controlador compartilhou os dados;

    - Revogação do consentimento.

    6 - A Lei exige que haja a escolha dos agentes de tratamento de dados: do controlador (pessoa responsável por tomar as decisões referentes a tratamento de dados), do operador (quem executa o tratamento em nome do controlador) e do encarregado (atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados) e estabelece as obrigações de cada um.

    7 - Dessa forma, as empresas deverão:

    - Ter inventário de dados, justificativas lícitas para tratar, observar tempo que os mesmos ficarão guardados, adotar medidas de segurança e prevenção contra violação ou vazamento de dados;

    - Analisar quais dados serão colhidos, a finalidade para qual serão usados, o caminho que as informações pessoais percorrem na empresa, ou seja, conhecer toda a vida útil desses dados, desde a coleta até o armazenamento;

    - Definir os agentes tratamento de dados: quem será o seu controlador e o(s) operador(es); o encarregado, responsável por fazer o contato com os clientes, com o seu público interno (funcionários) e com a recém-criada agência reguladora.

    Ou seja, são adequações a serem feitas:

    a) nomeação dos agentes de tratamento;

    b) realização de uma auditoria de dados;

    c) elaboração de mapa de dados;

    d) revisão das políticas de segurança;

    e) revisão de contratos;

    f) elaboração de Relatório de Impacto de Privacidade;

    8 – Violar as normas da Lei acarretará à empresa:

    a) Multa de 2% sobre o faturamento bruto da empresa, limitado a R$ 50 milhões por violação - a adoção de política de boas práticas será considerada como critério atenuante das penas;

    b) Suspensão ou proibição de tratamento de dados, que podem impactar os modelos de negócios das empresas. Exemplos: Poderá afetar o Big Data, Machine Learning, Inteligência Artificial, Análise do Comportamento dos Usuários e outros.

    c) Problemas reputação. Segundo um estudo da Ping Identity:

    - 81% das pessoas deixariam de envolver-se com empresas que apresentaram vazamento de dados;

    - 55% dos usuários não utilizariam plataformas que compartilham dados pessoais não autorizados.

    Dessa forma, apesar da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), futuramente, regulamentar outras especificidades da LGPD, é importante que todas as empresas de pequeno, médio e grande porte estejam preparadas desde logo, seja porque terão de investir em cibersegurança e implementar sistemas de “compliance” para prevenir, detectar e remediar violações de dados pessoais, seja porque as consequências da não observância com tratamento de dados pessoais podem provocar significativas perdas financeiras e de reputação em qualquer momento e situação.

    Empreender em proteção de dados pessoais Foto: Shutterstock

    Empreender em proteção de dados pessoais

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    Melhor vender em um marketplace ou ter um site próprio?

    O marketplace é uma plataforma, mediada por uma empresa, em que reúne várias lojas de vendas, ou seja, vários fornecedores se inscrevem e vendem seus produtos através de um site. O marketplace funciona como um shopping online, quer dizer, o usuário dispõe de diferentes lojas e produtos para escolher, comparar e comprar.

    O marketplace apresenta vantagens e desvantagens que mostraremos na matriz abaixo:

    a) Vantagens do marketplace:

    -Sistema testado;

    -Segurança;

    -Estabilidade;

    -Sistema de pagamento;

    -Logística;

    -Confiança.

    b) Desvantagens do marketplace:

    -Comissão entre 8% a 30%;

    -Reféns de ofertas;

    -Ficar fora da lista da primeira página de pesquisa;

    -Reduzir preços dos produtos;

    -Sem diferenciação entre produtos.

    Vamos contar a história da Toy R Us, que tinha 1.500 lojas de brinquedos nos EUA e no mundo. Ela faturava cerca de R$ 60 bilhões por ano. 

    Para acelerar as vendas entrou em um marketplace, no qual fez acordo com a Amazon. Assim, o site da Toy R Us era direcionado para o site da Amazon, o que fez as vendas dispararem em um primeiro momento. 

    Contudo, depois a Toy R Us descobriu que era necessário ter um próprio site de vendas, porém, foi tarde demais.

    Isso porque as pessoas não pesquisavam mais os brinquedos diretamente no site da Toy R Us, mas no site da Amazon. Os seus produtos haviam perdido a relevância com a concorrência entre as lojas daquele marketplace.

    A Toy R Us faliu em 2017. 

    Portanto, no marketplace podem haver vantagens que, à princípio parece ser um bom negócio. Porém, as desvantagens podem ser muito maiores, uma vez que quando um produto é colocado em uma lista de vários outros produtos, perde-se a capacidade de diferenciá-los, de criar campanhas e promoções para vender tal produto em detrimento de outros já que não é a própria empresa quem administra as vendas.

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    Cuidado para não ser tarde demais