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Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    Adiantamento do 13º será liberado nos próximos dias

    Um alívio no orçamento de aposentados e pensionistas acontecerá nos próximos dias por meio da liberação do pagamento de adiantamento do 13º.

    O cronograma de pagamentos será da seguinte forma:

    - Segurados que recebem até um salário-mínimo – pagamento liberado de 25 de maio a 08 de junho, de acordo com o último número do benefício, desconsiderando o dígito;

    - Segunda parcela do abono anual – liberada junto com a folha de junho e será paga de 24 de junho a 07 de julho.

    Final 1ª Parcela 2ª Parcela
    1 25 de maio 24 de junho
    2 26 de maio 25 de junho
    3 27 de maio 28 de junho
    4 28 de maio 29 de junho
    5 31 de maio 30 de junho
    6 1 de junho 1 de julho
    7 2 de junho 2 de julho
    8 4 de junho 5 de julho
    9 7 de junho 6 de julho
    0 8 de junho 7 de julho


    - Segurados que recebem acima de um salário mínimo – pagamento liberado de 01º a 08 de junho.

    Final 1ª Parcela 2ª Parcela
    1 e 6 1 de junho 1 de julho
    2 e 7 2 de junho 2 de julho
    3 e 8 4 de junho 5 de julho
    4 e 9 7 de junho 6 de julho
    5 e 0 8 de junho 7 de julho
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    Atente-se ao cronograma de pagamento!

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    Como financiar um imóvel com menos juros

    Seguindo esses passos, você não deixará tanto dinheiro para os bancos ou financeiras!

    Só a Rock possui taxas atualizadas de todos os bancos e simuladores gratuitos para fazer quantas simulações quiser!

    Para acessar as taxas: https://rock.com.br/seu-banco/taxas/

    Para acessar os simuladores: https://rock.com.br/simuladores/

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    Ampliação da margem e da carência do consignado: isso é realmente bom?

    No dia 30 de março, foi sancionada a Lei 14.131 que aumentou em 5% o percentual da margem para contratação do crédito consignado com desconto automático em folha de pagamento até 31 de dezembro deste ano de 2021, bem como facultou a concessão de carência, por até 120 dias tanto para novas operações quanto aquelas firmadas antes da referida Lei, mantendo-se a incidência, durante o período de carência, de juros e demais encargos contratados.

    A margem aumentou de 30% para 35% da renda ou benefício.

    Desde então, para adaptar a essas medidas, os órgãos públicos responsáveis pelos principais convênios de consignação estavam adequando os seus sistemas de processamento e gestão da folha de pagamento, bem como os bancos se preparando mais conceder mais crédito e, mediante acordo, conceder a carência para antigos e novos consignados.

    Tem-se dito que o principal objetivo é aliviar a pressão sobre os orçamentos familiares de servidores públicos, aposentados, pensionistas do INSS e empregados de empresas privadas através de um empréstimo com mais recursos e maior prazo.

    Por outro lado, estar com 35% do salário comprometido com pagamento de empréstimo consignado é bastante alto, o que em um primeiro momento significa alívio financeiro. Em outro momento, representa menos salário ou benefício líquido do desconto do consignado. Isso pode tornar-se uma bola de neve, cujo empréstimo nunca tem fim.


    Para visualizar o texto completo da Lei 14.131/21, acesse:

    https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.131-de-30-de-marco-de-2021-311647165

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    Os dois lados

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    Bancos que pioraram e melhoraram em 2021

    Todo trimestre o Banco Central divulga o Ranking de Reclamações dos Bancos e Financeiras.

    Mas para dar um rock nos bancos e deixar os seus clientes mais inteirados sobre eles, resolvemos analisar e fazer algumas ponderações a respeito deste primeiro ranking de 2021 comparado ao último ranking de 2020, apresentando aqui os bancos que tiveram uma piora e os que tiveram uma melhora.


    1-     Dentre as instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes:

    O índice de reclamações aumentou do trimestre passado para este, o primeiro lugar do ranking estava com índice de 111,52 e, neste trimestre, subiu para 245,28.


    - Bancos que PIORARAM:

    PAN – o Banco PAN está em primeiro lugar (245,28) e conseguiu superar, com grande diferença, o banco que ocupava o primeiro lugar no trimestre passado (111,52);

    INTER – apesar do Banco INTER no trimestre passado estar em primeiro lugar e cair para o segundo, o seu índice de reclamação deste trimestre foi maior do que o passado: de 11,52 foi para 129,26.

    CAIXA – apesar de permanecer no terceiro lugar, o seu índice aumentou de 30,85 para 36,20.

    SANTANDER – permaneceu em quarto lugar, porém teve um pequeno aumento em seu índice de reclamações: de 30,85 foi para 31,38.

    BRADESCO – o Bradesco subiu do sexto para o quinto lugar, e teve um aumento significativo no índice: de 16,96 subiu para 22,78.

    VOTORANTIM – Apesar de ter descido no ranking (do 7º para 8º), o seu índice teve um aumento: de 4,42 para 4,57.


    - Bancos que MELHORARAM:

    BANCO DO BRASIL – o Banco do Brasil desceu do quinto para o sexto lugar, bem como seu índice diminuiu: de 22,63 foi para 21,25.

    ITAÚ – O Itaú teve uma melhora significativa. No trimestre passado ocupou o segundo lugar com índice de 31,00, enquanto que, neste trimestre, caiu para o sétimo lugar com índice de 19,72.

    MIDWAY S.A. – O Midway também desceu no ranking, do oitavo foi para nono, tendo diminuído o seu índice de 3,15 para 2,77.

    NUBANK – o Nubank apesar de continuar em último lugar no ranking, diminui seu índice de 0,09 para 0,00. O Nubank zerou o índice, vez que não teve reclamações.


    2-     Dentre as instituições financeiras com menos de 4 milhões de clientes:

    O índice de reclamações desta categoria diminuiu consideravelmente, o primeiro lugar do ranking passado esteve com índice de 1.833,37 e, o primeiro lugar deste trimestre caiu para índice de 979,53.


    - Bancos que PIORARAM:

    MÁXIMA – até então não constava do ranking do trimestre passado entre os 3 primeiros lugares, neste trimestre ocupa o terceiro lugar com índice de 568,89.


    - Bancos que MELHORARAM:

    FACTA FINANCEIRA S.A. – Além de ter descido do primeiro para o segundo lugar no ranking, seu índice também diminui significativamente: de 1.833,37 para 620,55.

    C6 BANK – apesar do C6 Bank ter subido no ranking, do segundo para o primeiro lugar, o seu índice diminui: de 1.779,55 caiu para 979,53.


    Para visualizar todos os rankings, acesse

    https://www.bcb.gov.br/ranking/index.asp?rel=outbound&frame=1

    O seu banco melhorou ou piorou?

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      Ivo Barbosa

      Nubank é muito bom!

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    As piores dívidas que você pode fazer na vida

    Fuja dessas dívidas ou elas ficarão um bom tempo em sua vida...

    Essas são as piores dívidas que alguém pode fazer com um banco ou financeira.

    No entanto, são as mais recorrentes. Ou seja, a maioria dos brasileiros recorrem àquilo que os levarão para a forca e não conseguem sair facilmente.

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    Consignado: vale a pena trocar de banco?

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    Todos que receberam auxílio emergencial precisam declarar Imposto de Renda?

    Com a pandemia, muitas atividades econômicas foram gravemente afetadas. Daí surgiu a necessidade de o Governo prestar auxílio emergencial para dar suporte financeiro para trabalhadores informais e aos brasileiros em situação mais vulnerável.

    As declarações do Imposto de Renda deverão ser entregues até o dia 30 de abril e, dentre as novidades deste ano, está a tributação sobre os valores recebidos a de Auxílio Emergencial (Lei nº 13.982, de 2020) e ainda, do Auxílio Emergencial Residual (Medida Provisória nº 1.000, de 2020) a serem declarados como tal na ficha “Rendimentos Recebidos de Pessoa Jurídica”, indicando o CNPJ 05.526.783/0003-27, fonte pagadora: Auxílio emergencial -COVID 19.

    Mas a dúvida que surge é: todos que receberam auxílio em 2020 precisam declarar?

    A resposta é não!

    Somente precisa declarar aqueles que receberam o auxílio em 2020 e outros rendimentos tributáveis acima de R$22.847,76 (sem contar o auxílio), informando que recebeu o auxílio junto com o rendimento anual.

    O mesmo ocorre se há dependente que tenha recebido auxílio e o declarante ou seu dependente tiveram outros rendimentos acima do valor de R$22.847,76.

     Caso tenha recebido auxílio, mas nem a pessoa e nem o dependente receberam rendimentos tributáveis acima de R$22.847,76 em 2020, a declaração do Imposto de Renda não é obrigatória.

    Mas atenção! Teriam direito ao auxílio 2020, apenas as pessoas que recebem abaixo desse valor de R$22.847,76. Ou seja, quem for obrigado a declarar o auxílio, consequentemente, excedeu esse valor e terá de devolver o auxílio recebido. Quem tem dependente que recebeu e excedeu o valor, também deve devolver.

    Neste caso, o próprio programa do Imposto de Renda gerará um boleto (DARF) ao final da declaração para pagamento, como devolução do auxílio, ainda que tenha restituição no Imposto, vez que não há possibilidade de abater o valor a ser devolvido na restituição.

    Se já devolveu o valor do auxílio fora do Imposto de Renda, o programa gerará o boleto do mesmo jeito, porém, não precisa pagar.

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    Quem precisa declarar?

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    O perigo em depender do gerente do banco e do youtuber de finanças

    Aprenda uma coisa: não dependa de ninguém para gerir suas finanças.

    Um dos objetivos da vida é se tornar independente financeiramente, crescer e aumentar ganhos... Certo?! Na verdade, NÃO É APENAS ISSO! Certamente, todos querem ter a segurança do que fazer com suas finanças para conquistar tal independência financeira, para investir ou para render mais dinheiro.

    Talvez ainda não tenha se dado conta de que precise parar de depender daquilo que mais te influencia e pode te levar à “falência”: AS PESSOAS!

    Para tudo dependemos de pessoas no nosso dia a dia. São pessoas que prestam serviços, que fornecem produtos, que executam todas as atividades que precisamos.

    E aqui o cuidado: pessoas não são robôs programados, imparciais e impessoais. As pessoas costumam agir conforme os próprios interesses e estes podem não ser os seus (consultor, gerente de banco), ou elas podem não ter conhecimento suficiente para te orientar ao que será bom para você (aquele famoso youtuber de finanças, cônjuge, parente).

    Por isso que, para ter sua independência financeira e gerir suas finanças, você precisa lidar com certas pessoas, porém, não pode depender delas. Dependa de você!

    E para depender de você mesmo, deve saber o que fazer e como fazer.

    E todas as ferramentas para isso estão, gratuitamente, disponíveis aqui em nossa plataforma:

    - Surgiu qualquer dúvida? Pergunte em nossa COMUNIDADE e nossos especialistas em economia te responderão;

    - Precisa de conteúdos, vídeos, planilhas e aplicativos para finanças? Acesse EDUCAÇÃO FINANCEIRA e veja nossa seleção;

    - Não sabe o que afeta suas finanças? Saiba através de notícias, análises e enquetes relevantes para você aqui no ESPAÇO ROCK.

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    Não cai nessa!

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    O banco e a usura. Deuteronômio 23:19-20

    O que o banco faz?
    O banco realiza a intermediação financeira, de quem tem dinheiro e quem precisa de dinheiro. Quem tem dinheiro deposita no banco para render, e quem precisa, toma emprestado com juros. A diferença dos juros entre depósitos e empréstimos é o spread bancário.

    Como surgiu o banco?
    Quando surgiu o banco, era praticamente ilegal emprestar dinheiro com Juros (usura), devido a influência da religião na época. Por este motivo, na Itália, a família Medicci inventou o conceito de comissão, ou seja, cobrou-se uma comissão para fazer as operações. As operações eram feitas na mesa chamada banca, que deu origem ao nome Banco. 

    A bíblia e a usura
    Mas o que a palavra diz sobre os juros? A bíblia diz que não se deve emprestar com juros para os irmãos em Cristo. Porém, fala que se pode emprestar com juros para os estrangeiros. Em Deuteronômio 23:19-20 diz: “Não emprestarás com usura a teu irmão; usura de dinheiro, usura de provisões, usura de qualquer coisa que seja emprestada com usura. A um estrangeiro poderás emprestar com usura, mas a teu irmão não emprestarás com usura; para que o Senhor te possa abençoar, em tudo o que puseres a mão, na terra que vais possuir. “

    Nos povos antigos do oriente, poderia cobrar juros, porém, no caso de dificuldade de pagamento pelo desemprego, por uma questão de saúde, por uma justificativa, poderia postergar o pagamento da dívida sem cobrar juros ou multas adicionais. Mas, se houvesse má-fé, deveria cobrar multa e juros adicionais que seriam doados para uma instituição de caridade. 

    No Brasil, os bancos ainda cobram juros altíssimos, o que prejudica a população. Portanto, deve-se estimular a concorrência para a redução dos juros bancários no Brasil.
    A bíblia nos ensina que não se deve ser ganancioso, ou seja, cobrar com usura ou juros excessivos. 
     

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    Tchau usura

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    A CAIXA foi o Banco com mais reclamações em operações de crédito em 2020

    A Caixa tem mais de 100 milhões de clientes e as reclamações sobre irregularidades também são inúmeras.

    Para as situações envolvendo irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados a operações de crédito a CAIXA teve o maior número de reclamações, com o total de 2.838, seguido do Santander (857) e do Bradesco (835).

    Essas irregularidades relativas às operações de crédito referem-se à:

    - Atraso na liberação do crédito;

    - Cobrança de parcela já quitada;

    - Cobrança em duplicidade;

    - Demora para devolver parcela cobrada indevidamente; e

    - Divergência no valor ou na quantidade de parcelas.

    As irregularidades sobre operações de crédito ocuparam o Ranking Rock em 3º lugar como o assunto de reclamação mais frequente em 2020.


    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.

    Enquanto isso... os clientes que lutem! Foto: 500px

    Enquanto isso... os clientes que lutem!