Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    Ampliação da margem e da carência do consignado: isso é realmente bom?

    No dia 30 de março, foi sancionada a Lei 14.131 que aumentou em 5% o percentual da margem para contratação do crédito consignado com desconto automático em folha de pagamento até 31 de dezembro deste ano de 2021, bem como facultou a concessão de carência, por até 120 dias tanto para novas operações quanto aquelas firmadas antes da referida Lei, mantendo-se a incidência, durante o período de carência, de juros e demais encargos contratados.

    A margem aumentou de 30% para 35% da renda ou benefício.

    Desde então, para adaptar a essas medidas, os órgãos públicos responsáveis pelos principais convênios de consignação estavam adequando os seus sistemas de processamento e gestão da folha de pagamento, bem como os bancos se preparando mais conceder mais crédito e, mediante acordo, conceder a carência para antigos e novos consignados.

    Tem-se dito que o principal objetivo é aliviar a pressão sobre os orçamentos familiares de servidores públicos, aposentados, pensionistas do INSS e empregados de empresas privadas através de um empréstimo com mais recursos e maior prazo.

    Por outro lado, estar com 35% do salário comprometido com pagamento de empréstimo consignado é bastante alto, o que em um primeiro momento significa alívio financeiro. Em outro momento, representa menos salário ou benefício líquido do desconto do consignado. Isso pode tornar-se uma bola de neve, cujo empréstimo nunca tem fim.


    Para visualizar o texto completo da Lei 14.131/21, acesse:

    https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.131-de-30-de-marco-de-2021-311647165

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    Erros que te fazem perder dinheiro no Imposto de Renda

    Todo início de ano, um dos assuntos mais falados é o Imposto de Renda. Sabemos o quanto é chato, mas tem que fazer. E, seja por falta de conhecimento, seja por querer se livrar logo, muitos cometem erros que os fazem perder dinheiro para o Leão.

    Por isso, vamos trazer aqui os principais erros cometidos na hora de declarar que podem fazer você cair na malha fina.

    Lembrando que temos várias notícias, análises e dúvidas respondidas sobre Imposto de Renda aqui, em nossa plataforma. Basta selecionar a tag Imposto de Renda aqui no Espaço Rock e na Comunidade para ficar inteirado sobre tudo!

    Vamos aos erros que você não dever cometer no Imposto de Renda:

    1- Declarar fora do prazo

    Muitos perdem o prazo para declarar e isso acarreta perda de dinheiro, vez que há uma imposição de multa que varia entre R$ 165,74 até 20% do valor devido. O prazo neste ano de 2021 será até o dia 31 de maio. Mesmo que atraso, não deixe de declarar.

    2- Prestar informações erradas

    É um dos erros mais recorrentes. Muitos cometem erros ao preencher as informações, tanto por erro de digitação quanto por querer prestar informação diferente, como valores recebidos a menos.

    A Receita Federal tem um sistema que verifica as informações prestadas entre o pagante declarante e o recebedor declarante, que aponta as diferenças entre os valores declarados, havendo diferença, cairá na malha fina.

    Se ocorreu erro de digitação, é necessário retificar (corrigir) a informação. Para evitar cometer esse erro, pode criar uma conta no site www.gov.br e pegar uma declaração pré-preenchida do IR.

    3- Inventar despesas

    Na modalidade completa, não se deve inventar despesas médicas, despesas escolares e outras despesas para serem deduzidas no Imposto de Renda. Como já dito, a Receita tem a verificação de informações, principalmente, de saúde e planos de saúde.

    4- Não ter como comprovar os gastos dedutíveis

    É muito importante comprovar os gastos dedutíveis do Imposto de Renda, que se faz através das notas fiscais e recibos. Ocorre que muitos esquecem de pegá-los, somem e não declaram tais despesas e, em consequência, deixam de ter uma maior restituição do Imposto. Lembramos que é importante guardar os comprovantes pelo prazo de pelo menos 5 anos.

    5- Esquecer de declarar os rendimentos de todos os bancos que possui conta

    Muitos esquecem de declarar o rendimento das aplicações financeiras e os saldos finais de cada ano na ficha de “Bens e Direitos” em relação a todos os bancos que possui conta aberta, independente de movimentação.

    6- Não apurar a venda de ações

    Quem vende ações na bolsa, precisa apurar e pagar o imposto no mês seguinte à venda, servindo a declaração para demonstrar o que aconteceu no ano. Nas operações comuns, será isento do imposto quem vende até R$ 20.000 por mês, independente do lucro. Se maior, pagará 15% sobre o ganho.

    7- Não declarar o dependente ou colocá-lo sem o ser

    Podem ser dependentes filhos de até 21 anos ou, até 24, se ainda cursando ensino superior.

    Se o filho dependente receber rendimento, os rendimentos devem ser somados. Daí perde-se dinheiro porque paga-se mais imposto. O ideal é fazer a simulação para saber se é mais vantajoso declarar o dependente somando-se os rendimentos ou separado.

    Também é importante falar a respeito de tentar abater despesas de quem não é dependente do declarante, como sobrinhos, primos entre outros parentes. Existem regras de quem pode ser dependente:

    - Cônjuge;

    - Companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho em comum;

    - Companheiro(a) com quem o contribuinte viva há mais de cinco anos;

    - Filho (a) ou enteado (a), até 21 anos de idade; ou cursando escola técnica de segundo grau, até 24 anos; ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;

    - Irmão (ã), neto (a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; ou com idade até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos;

    - Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;

    - Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador;

    - Pais, avós e bisavós que, em 2020, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 22.847,76;

    - Sogros e sogras, desde que o casal faça a declaração em conjunto. Como os pais são legalmente aceitos como dependentes dos filhos, os pais de ambas as partes podem entrar na declaração.

    O valor de dedução por dependente é de R$ 3.561,50.

    8- Não declarar a pensão alimentícia que paga ou recebe

    As pensões alimentícias recebidas são tributadas pela Tabela do IR que, dependendo do valor, pode chegar a 27,5% do Imposto de Renda. Por outro lado, quem paga a pensão, poderá deduzir do IR, se tiver sido estabelecida por decisão judicial ou acordo extrajudicial. Portanto, se você costumar pagar pensão sem qualquer decisão judicial ou por acordo formalizado e precisa declarar IR, o melhor é fazer pelo menos um acordo extrajudicial para que seja uma despesa dedutível.


    Portanto, é importante fazer a declaração com atenção e o quanto antes melhor, pois você poderá precisar de ajuda e buscar comprovantes de despesas. Esses erros podem fazer com que caia na malha fina e a multa imposta não é suave.

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    Como investir em fundo imobiliário em 3 passos

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    Trabalho intermitente: uma boa opção para contratar na pandemia?

    A reforma trabalhista, que ocorreu em 2017, incluiu a figura do empregado intermitente. À época, muito foi debatido e quase nada teria se deslumbrado tanto na prática para sua aplicação, tal como agora, durante a imprevista pandemia que surgiu desde o ano passado.

    O artigo 443, §3º da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) traz a definição do trabalho intermitente:

     “§ 3º Considera-se como intermitente o contrato de trabalho no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador, exceto para os aeronautas, regidos por legislação própria.” (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017).

    Assim, a partir disso, foi legalizada a situação em que uma empresa ou empregador, que não demande prestação de serviço em tempo integral, admita funcionário(s) para trabalhar apenas em períodos específicos, remunerando-o(s) apenas por esses períodos trabalhados.

    Esse novo modelo de contratação, em 2018, logo após a Reforma Trabalhista, registrou mais de 50 mil postos, conforme dados divulgados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em 2020, quando já na pandemia, 45% das empresas com intermitentes, ampliaram o número de contratos. Já para este ano de 2021 e 2022, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), 85% das empresas entrevistadas pretendem contratar empregados intermitentes.

    Assim, como na pandemia muitas empresas tiveram restrição de funcionamento, dos quais tiveram de diminuir o seu quadro de funcionários, recorrer às ações do Governo, bem como até mesmo fechar suas portas, a possibilidade de contratação de intermitentes é uma forma para manter os vínculos formais, sem precisar remunerar o(s) empregado(s) por período integral mesmo quando da paralisação de produção, mas de ter mão de obra de acordo com as necessidades e demanda do empregador.

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    Trabalho em períodos determinados

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    Qual Banco mais demora no atendimento presencial?

    Vote de acordo com suas experiências.

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      Caixa Econômica Federal

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      Ricardo Cardoso

      sempre tenho problema com o atendimento da Caixa Econômica Federal

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        Nu Ras

        Vi em uma notícia aqui do Espaço Rock, que a Caixa, neste segundo trimestre de 2021, ficou em primeiro lugar como o pior banco quando o assunto é recusa ou dificuldade de acesso aos canais de atendimento convencionais.

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    Imposto de Renda conjunto ou separado: como escolher?

    Quem não sabe as estratégias de como declarar a renda, geralmente, perde muito dinheiro. Aqueles que são casados ou que vivem em união estável podem declarar de forma conjunta ou em separado. Mas a dúvida é, justamente, qual forma é mais vantajosa.

    A resposta é: depende! Cada caso é um caso e, vários fatores influenciarão na escolha do que seja melhor, tais como, dependentes, renda de cada um, as despesas dedutíveis etc.

    Na declaração conjunta, por exemplo, tanto as rendas como as despesas dedutíveis são somadas, o que pode implicar, respectivamente, em uma alíquota maior de imposto e um valor de restituição menor.

    O casal pode fazer simulações de cada um separado e, depois, dos dois em conjunto para analisarem qual a melhor forma de declarar, qual opção terá o menor valor a ser pago e/ou qual terá mais valor de restituição.

    Essas simulações podem ser feitas no próprio Programa Gerador da Declaração do Imposto de Renda que mostrará os valores a pagar e a receber.

    Acesse o Programa em: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/dirpf

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    Bancos que pioraram e melhoraram em 2021

    Todo trimestre o Banco Central divulga o Ranking de Reclamações dos Bancos e Financeiras.

    Mas para dar um rock nos bancos e deixar os seus clientes mais inteirados sobre eles, resolvemos analisar e fazer algumas ponderações a respeito deste primeiro ranking de 2021 comparado ao último ranking de 2020, apresentando aqui os bancos que tiveram uma piora e os que tiveram uma melhora.


    1-     Dentre as instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes:

    O índice de reclamações aumentou do trimestre passado para este, o primeiro lugar do ranking estava com índice de 111,52 e, neste trimestre, subiu para 245,28.


    - Bancos que PIORARAM:

    PAN – o Banco PAN está em primeiro lugar (245,28) e conseguiu superar, com grande diferença, o banco que ocupava o primeiro lugar no trimestre passado (111,52);

    INTER – apesar do Banco INTER no trimestre passado estar em primeiro lugar e cair para o segundo, o seu índice de reclamação deste trimestre foi maior do que o passado: de 11,52 foi para 129,26.

    CAIXA – apesar de permanecer no terceiro lugar, o seu índice aumentou de 30,85 para 36,20.

    SANTANDER – permaneceu em quarto lugar, porém teve um pequeno aumento em seu índice de reclamações: de 30,85 foi para 31,38.

    BRADESCO – o Bradesco subiu do sexto para o quinto lugar, e teve um aumento significativo no índice: de 16,96 subiu para 22,78.

    VOTORANTIM – Apesar de ter descido no ranking (do 7º para 8º), o seu índice teve um aumento: de 4,42 para 4,57.


    - Bancos que MELHORARAM:

    BANCO DO BRASIL – o Banco do Brasil desceu do quinto para o sexto lugar, bem como seu índice diminuiu: de 22,63 foi para 21,25.

    ITAÚ – O Itaú teve uma melhora significativa. No trimestre passado ocupou o segundo lugar com índice de 31,00, enquanto que, neste trimestre, caiu para o sétimo lugar com índice de 19,72.

    MIDWAY S.A. – O Midway também desceu no ranking, do oitavo foi para nono, tendo diminuído o seu índice de 3,15 para 2,77.

    NUBANK – o Nubank apesar de continuar em último lugar no ranking, diminui seu índice de 0,09 para 0,00. O Nubank zerou o índice, vez que não teve reclamações.


    2-     Dentre as instituições financeiras com menos de 4 milhões de clientes:

    O índice de reclamações desta categoria diminuiu consideravelmente, o primeiro lugar do ranking passado esteve com índice de 1.833,37 e, o primeiro lugar deste trimestre caiu para índice de 979,53.


    - Bancos que PIORARAM:

    MÁXIMA – até então não constava do ranking do trimestre passado entre os 3 primeiros lugares, neste trimestre ocupa o terceiro lugar com índice de 568,89.


    - Bancos que MELHORARAM:

    FACTA FINANCEIRA S.A. – Além de ter descido do primeiro para o segundo lugar no ranking, seu índice também diminui significativamente: de 1.833,37 para 620,55.

    C6 BANK – apesar do C6 Bank ter subido no ranking, do segundo para o primeiro lugar, o seu índice diminui: de 1.779,55 caiu para 979,53.


    Para visualizar todos os rankings, acesse

    https://www.bcb.gov.br/ranking/index.asp?rel=outbound&frame=1

    O seu banco melhorou ou piorou?

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      Nubank é muito bom!

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    Nubank teve índice zero de reclamações no primeiro trimestre de 2021

    O Nubank é um banco digital com mais de 20 milhões de clientes e é conhecido pelas vantagens que oferece, tais como, TEDs ilimitados e gratuitos, pagamento de boletos e faturas, realizar carga de celular, além do dinheiro render automaticamente de 100% do CDI.

    O total de clientes na base conjugada do Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CCS) e do Sistema de Informações de Crédito do Banco Central (SCR) constante do ranking de reclamações é de mais de 13 milhões.

    No último trimestre de 2020, o Nubank teve índice de reclamação de 0,09 e, neste primeiro trimestre de 2021, zerou o índice, ou seja, em que pese ter milhões de clientes, não teve reclamações procedentes.


    Para visualizar todos os rankings acesse

    https://www.bcb.gov.br/ranking/index.asp?rel=outbound&frame=1

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    Bancos que estão no Ranking de Reclamações 2021

    O Ranking de Reclamações dos Bancos e Financeiras do 1º trimestre de 2021 foi divulgado pelo Banco Central. O cenário deste ranking está bem diferente com relação ao ranking do último trimestre de 2020. Enquanto alguns bancos tiveram uma melhora, outros, entretanto, subiram no ranking.

    Lembrando que os índices apresentados são baseados pelo número de reclamações reguladas procedentes versus o número de clientes.

    -Instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes, estão com os maiores índices de reclamações:

    1º PAN (conglomerado) – 245,28

    2º INTER (conglomerado) – 129,26

     3º CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) – 36,20

     4º SANTANDER (conglomerado) – 31,38

     5º BRADESCO (conglomerado) – 22,78

     6º BB (conglomerado) – 21,25

     7º ITAU (conglomerado) – 19,72

     8º VOTORANTIM (conglomerado) – 4,57

    MIDWAY S.A. – CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO – 2,77

    10º NUBANK (conglomerado) – 0,00


    - Bancos e financeiras com menos de quatro milhões de clientes:

     C6 BANK (conglomerado) – 979,53

    FACTA FINANCEIRA S.A. – 620,55

    MÁXIMA (conglomerado) – 568,89


    - Principais reclamações e sua quantidade de ocorrência:

     Oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada – 6.798:

    1. C6 BANK (conglomerado) - 4217

    2. PAN (conglomerado) - 1165

    3. SAFRA (conglomerado) - 484

    Irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados a operações de crédito – 3.226:

    1. C6 BANK (conglomerado) - 838

    2. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) – 816

    3. SANTANDER (conglomerado) - 404

    Irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços disponibilizados em internet banking – 2.248:

    1. CAIXA (conglomerado) – 1255

    2. INTER (conglomerado) – 271

    3. BMG (conglomerado) - 230


    Para visualizar todos os rankings acesse

    https://www.bcb.gov.br/ranking/index.asp?rel=outbound&frame=1

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    Adiado o prazo para Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física

    Como forma de amenizar as dificuldades trazidas pela pandemia, o prazo final da entrega da Declaração do Imposto de Renda sobre a Renda das Pessoas Físicas, foi adiado do dia 30 de abril para o dia 31 de maio de 2021, através da Instrução Normativa RFB nº 2.020/21.

    O cronograma de pagamento das restituições permanece o mesmo e, quanto antes entregar a declaração, mais rápido receberá.

    Quem desejar pagar as cotas do imposto por débito automático, deve solicitá-lo através da declaração entregue até o dia 10 de maio. Se a entrega for após tal data, a primeira cota será gerada pelo sistema (DARF) e as demais cotas poderão ser por débito automático.

    Os prazos de entrega da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, assim como, o vencimento do pagamento do imposto relativo às declarações, também foram prorrogados para o dia 31 de maio.

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