Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    3 segredos da sabedoria financeira

    SOMENTE ANALISANDO ISSO É QUE OS GRANDES CHEGARAM AO SUCESSO FINANCEIRO... E VOCÊ TAMBÉM PODE!

    A Rock já ajudou centenas de pessoas e basta você também querer!

    Então não perca mais tempo: viva emoções positivas, tenha mais retornos com menos riscos.

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      Meu objetivo e minha saude financeira.

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    Qual o seu nível de educação financeira?

    Vote de acordo com sua realidade.

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    Transferência de dinheiro pelo WhatsApp?

    É isso mesmo! Após o aval do Banco Central para que o aplicativo opere pagamentos pelo órgão, o WhatsApp, ainda neste mês de abril, estreará essa nova ferramenta que promete ser uma novidade bastante aceita e querida pelos usuários.

    Muitas questões ainda estão sendo definidas para a inserção do universo dos meios de pagamento ao WhatsApp, mas à princípio a transferência de dinheiro por meio do aplicativo estará disponível:

    - Aos detentores de cartões de débito do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. Outros bancos como o Itaú Unibanco, Bradesco e Santander ainda estão avaliando a aderência. Mas como a ferramenta será operada pelo Banco Central, presume-se que todos irão aderir.

    - Para transferências de dinheiro de pessoa para pessoa (P2P) – Cielo do Bradesco e Banco do Brasil. Porém, pretendem, futuramente, ampliar para débito, crédito, boleto e PIX, para pagamento de contas e compras.

    - Para transferências de dinheiro de pessoa para estabelecimentos (P2M). Por enquanto, estão buscando mais empresas de maquininhas para aderirem.

    - Para transferências de valores mais baixos, de R$ 50,00 a R$ 100,00.

    - Para ser um método mais simples que o próprio PIX. As transferências serão feitas com apenas um clique, diretamente do WhatsApp, sem precisar sair do aplicativo de mensagem.

    - Possibilidade de receber o dinheiro de volta caso a transação não seja reconhecida. Funcionará como acontece nos cartões de débito e crédito, em que o valor é estornado quando não reconhecida a transação. No PIX, por exemplo, não há essa possibilidade.


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    Nova ferramenta do WhatsApp

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    Meação no divórcio: créditos trabalhistas devem ser divididos

    Questões que envolvem partilha de bens sempre são polêmicos, sobretudo, quando o assunto é divórcio, onde há meação dos bens do casal, quando na comunhão parcial ou total.

    Os artigos 1658 a 1660 do Código Civil/2002, estabelecem:

    “Art. 1.658. No regime de comunhão parcial, comunicam-se os bens que sobrevierem ao casal, na constância do casamento, com as exceções dos artigos seguintes.

    Art. 1.659. Excluem-se da comunhão:

    I - os bens que cada cônjuge possuir ao casar, e os que lhe sobrevierem, na constância do casamento, por doação ou sucessão, e os sub-rogados em seu lugar;

    II - os bens adquiridos com valores exclusivamente pertencentes a um dos cônjuges em sub-rogação dos bens particulares;

    III - as obrigações anteriores ao casamento;

    IV - as obrigações provenientes de atos ilícitos, salvo reversão em proveito do casal;

    V - os bens de uso pessoal, os livros e instrumentos de profissão;

    VI - os proventos do trabalho pessoal de cada cônjuge;

    VII - as pensões, meios-soldos, montepios e outras rendas semelhantes.

    Art. 1.660. Entram na comunhão:

    I - os bens adquiridos na constância do casamento por título oneroso, ainda que só em nome de um dos cônjuges;

    II - os bens adquiridos por fato eventual, com ou sem o concurso de trabalho ou despesa anterior;

    III - os bens adquiridos por doação, herança ou legado, em favor de ambos os cônjuges;

    IV - as benfeitorias em bens particulares de cada cônjuge;

    V - os frutos dos bens comuns, ou dos particulares de cada cônjuge, percebidos na constância do casamento, ou pendentes ao tempo de cessar a comunhão.”

    Neste sentido, o STJ em julgamento proferido em 2016, entendeu que as indenizações referentes a verbas trabalhistas pleiteadas na constância do casamento integram a partilha de bens, vez que comunicam entre os cônjuges.

    Assim, os créditos adquiridos, ainda que decorrentes do trabalho pessoal de um dos cônjuges encaixaria no disposto do art. 1660, inciso I do CC/02, como bem adquirido por título oneroso, ainda que só em nome de um dos cônjuges.

    O Ministro do STJ, Luis Felipe Salomão, fundamentou que, enquanto perdurar o matrimônio, os bens adquiridos durante o casamento são de propriedade exclusiva do cônjuge que os adquiriu. Todavia, com o divórcio qualquer dos cônjuges tem direito de requerer a partilha dos bens comuns, sobre os quais, durante o matrimônio, tinha apenas expectativa de direito.

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    Concorda ou não?

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    Energia não poderá ser cortada por inadimplência

    Devido ao agravamento da pandemia e de seus impactos econômicos, a Diretoria da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), por unanimidade, decidiu aprovar a emissão de Resolução Normativa contendo medidas excepcionais e temporárias de enfrentamento da pandemia do Covid-19. Para garantir a continuidade do fornecimento de energia, suspendeu o corte de energia por inadimplência de consumidores de baixa renda em todo o Brasil.

    A medida vale até 30 de junho, cujos beneficiados são:

    - Consumidores da tarifa social de energia elétrica, ou seja, aqueles de baixa renda que têm abatimento mensal na conta de luz: famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa; famílias com portador de doença que precise de aparelho elétrico para o tratamento - nesse caso, com renda mensal de até três salários-mínimos; famílias com integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada

    (aproximadamente, 12 milhões de famílias serão beneficiadas);

    - Unidades consumidoras com equipamentos vitais à preservação da vida e dependentes de energia elétrica;

    - Unidades de saúde, tais como, unidades hospitalares, institutos médico-legais, centros de hemodiálise e de armazenamento de sangue e centros de produção, armazenamento e distribuição de vacinas e soros.

    Houve também, a suspensão do prazo para o corte de energia de faturas antigas, fazendo com que esses consumidores passem a dispor de mais tempo para quitar suas contas.

    De outro lado, para que as distribuidoras preservem o seu caixa para enfrentar possível aumento da inadimplência dos consumidores de baixa renda, elas poderão, durante a vigência desta medida, suspender o pagamento das compensações por eventual má qualidade do serviço, devendo creditá-las aos consumidores até 31 de dezembro deste ano de 2021.

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    Suspensão do corte de energia

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    Simples Nacional: prazo para entrega da DEFIS é prorrogado

    A Microempresa – ME ou Empresa de Pequeno Porte - EPP, optante pelo Simples Nacional, deve apresentar anualmente a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS).

    O prazo neste ano seria até o dia 31 de março. Porém, por força da Resolução CGSN 159/2021, o referido prazo foi prorrogado para 31 de maio de 2021.

    Ressalta-se que a prorrogação não se aplica à declaração mensal realizada por meio do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS-D), cujo prazo de entrega é até o vencimento do prazo para pagamento dos tributos devidos no Simples Nacional em cada mês, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês anterior, conforme previsto no art. 18, § 15-A da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. O seu atraso na entrega da declaração sujeita à multa nos termos do art. 38-A da mesma Lei.

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    Medida beneficia 5.327.347 optantes pelo Simples Nacional

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    Consignado: vale a pena trocar de banco?

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    Qual a melhor forma de controlar os gastos?

    Vote de acordo com suas experiências.

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    Desobediência de Davi em numerar o exército. 1Crônicas 21, 2 Samuel 24

    Segundo a Bíblia, Deus havia falado com Moisés em numerar o povo duas vezes para saber a quantidade de homens que poderiam lutar na guerra. Deviam ser homens acima de 20 anos de idade e devia-se indicar quantas pessoas eram de cada tribo e família. Moisés seguiu as instruções de Deus e fez o censo do povo.

    Números 1

    1 No primeiro dia do segundo mês do segundo ano depois dos israelitas terem deixado o Egito, o Senhor deu as seguintes instruções a Moisés, que se encontrava nessa ocasião na tenda do encontro, enquanto Israel estava acampado no deserto de Sinai:

    2 Faz um recenseamento de todos os homens israelitas,

    3-5 a partir da idade de 20 anos, que sejam aptos para combater; indica também a tribo e a família de cada um.

    Números 26

    1 Depois de ter passado a praga, o Senhor disse a Moisés e a Eleazar, filho de Aarão, o sacerdote: 

    2 Recenseia todos os homens de Israel, de 20 anos para cima, para se saber com quantas pessoas de cada tribo e família se poderá contar para a guerra.”

     3-4 Moisés e Eleazar instruíram os chefes de Israel nesse sentido. Toda a nação estava acampada nas planícies de Moabe, nas margens do rio Jordão, em frente de Jericó.

    Davi fez a mesma coisa que Moisés e mandou numerar os homens que podiam pegar armas para a guerra. O censo durou 9 meses e 20 dias e foi contado 1 milhão e cem mil homens em Israel e quatrocentos e setenta mil homens em Judá.

    Mas desta vez foi um pecado e Deus falou para Davi escolher entre 3 castigos:

    - Três anos de fome.

    - Três meses da espada do inimigo.

    - Três dias da espada de Deus, isto é, uma peste na terra e o anjo do Senhor destruam todos os termos de Israel.

    Davi escolheu a terceira opção, ou seja, cair nas mãos de Deus, porque Deus é misericordioso. 

    O Senhor mandou a peste e 70 mil homens morreram. E o anjo destruiu Jerusalém.

    Foi um castigo severo por apenas ter numerado o povo. A grande questão que fica é: Por que Moisés fez duas vezes e não eram pecados e Davi fez uma vez e foi pecado?

    A resposta é simples. No caso de Moisés foi realmente Deus quem mandou. No caso de Davi, não foi Deus, foi Satanás quem incitou. 

    1Crônicas21 Então, Satanás se levantou contra Israel e incitou Davi a numerar a Israel.

    Outro ponto que pode confundir é a contradição em 2Samuel 24, porque diz: "E a ira do Senhor se tornou a acender contra Israel, e ele incitou a Davi contra eles, dizendo Vai e numera a Israel e a Judá." Mas em Samuel, mostra-se a permissão de Deus para Satanás afligir a Davi como aconteceu também com Jó. Essa permissão foi devido aos pecados de Israel, por isso fala-se na ira do Senhor.

    Não se sabe efetivamente o que passava no coração de Davi, todavia podemos ter as seguintes suposições: Davi queria saber a quantidade de homens do seu exército para apaziguar sua angústia e medo frente a uma guerra ou representava um certo orgulho em saber o poderio das suas forças. Mas em ambas mostra a não confiança na glória, no poder e na justiça de Deus.

    Provérbios 9:10 diz que “O temor ao Senhor é o princípio da Sabedoria. Por isso, os grandes nomes da Bíblia sempre obedeciam a Deus. Porém nesse caso da numeração do povo, a mensagem é saber distinguir se é Deus ou de Satanás. 

    A santificação, oração e jejum garantem que a comunicação com Deus seja fluída. Porém, o pecado pode incitar mais pecados e não ouvimos mais a voz de Deus, o que está claramente em Isaías 59:1-2.

    "Certamente a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar, nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça."

    A Rock fez uma série de Posts sobre desobediência no intuito de mostrar que justamente que o temor ao Senhor é o princípio da sabedoria. Deus é como um pai e quer o melhor para os filhos e Ele sabe qual é o melhor caminho. Seguindo os seus caminhos evitamos muitos problemas. 

    Similarmente, um pai pode falar para o filho não colocar o dedo da tomada, não pular da escada / janela e não sair correndo na frente dos carros. O pai passa a sabedoria para o filho não se machucar. 

    A vida financeira segue o mesmo princípio, porque Deus sabe o que melhor para cada um e vai direcionar no melhor caminho.

    Numeração do Exército

    Numeração do Exército

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      zillner

      Davi descumpriu o mandamento dado a Moisés:

      12 "Quando você fizer o recenseamento dos israelitas, cada um deles terá que pagar ao Senhor um preço pelo resgate por sua vida quando for contado. Dessa forma nenhuma praga virá sobre eles quando você os contar.

      13 Cada recenseado contribuirá com seis gramas, com base no peso padrão do santuário, que tem doze gramas. As seis gramas são uma oferta ao Senhor.

      14 Todos os alistados, da idade de vinte anos para cima, darão ao Senhor essa oferta.

      15 Os ricos não contribuirão com mais, nem os pobres darão menos que seis gramas, quando apresentarem a oferta ao Senhor como propiciação por suas vidas.

      16 Receba dos israelitas o preço da propiciação e use-o para o serviço da Tenda do Encontro. Será um memorial perante o Senhor em favor dos israelitas, para fazerem propiciação por suas vidas".


      Êxodo 30:12-16

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        A oferta era um valor bem baixo, simbólico, mas tem um significado implícito, pois, era a metade da medida padrão do santuário, mostrando que um israelita era parte de uma unidade, ele sozinho simbolizava metade.

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        No contexto geral, o censo de uma nação deve ser feito com a noção de unidade e de importância. O rico e o pobre devem ter o mesmo valor, e cada um é parte do todo. Caso contrário o governante pode tomar decisões erradas, priorizando uns e desprezando outros.

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    O milagre do azeite da viúva. 2º Reis 4

    A passagem da bíblia da multiplicação do azeite da viúva é uma das mais lindas. Mostra o poder da obediência e da fé em fazer o que profeta Eliseu ordenou, conforme direção de Deus.

    2º Reis 4:

    3 Então, disse ele: Vai, pede para ti vasos emprestados a todos os teus vizinhos, vasos vazios e não poucos. 

    4 Então, entra e fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos, e deita o azeite em todos aqueles vasos, e põe à parte o que estiver cheio.

    5 Partiu, pois, dele e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos, e eles lhe traziam os vãos, e ela os enchia.

    6 E sucedeu que, cheios que foram os vasos, disse a seu filho: Traze-me ainda um vaso. Porém, ele lhe disse: Não há vaso nenhum. Então, o azeite parou.

    7 Então, veio ela e o fez saber ao homem de Deus, e disse ele: Vai, vende o azeite e paga a tua dívida, e tu e teus filhos vivei do resto.

    A profundidade desta palavra e como é o agir de Deus é surpreendente.

    A pergunta que fica é: Por que essa viúva foi a escolhida dentre milhares de viúvas?

    A Bíblia fala que essa viúva era uma das mulheres dos filhos dos profetas. O marido era um servo de Deus e temia ao Senhor.

    Porém, a viúva estava com dívidas e veio o credor para levar os filhos como escravos para o pagamento da dívida.

    2º Reis 4:1: E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu dizendo: Meu marido, teu servo, morreu, e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor, e veio o credor a levar-me os meus dois filhos para serem servos.

    Afinal quem era essa viúva? Por que ela estava endividada e os filhos seriam levados como escravos?

    A viúva era a mulher de Obadias, mordomo do rei Acabe. Obadias escondeu 100 profetas numas covas e os sustentou com pão e água. Porque Jezabel, mulher de Acabe, queria matá-los. 

    A dívida que Obadias fez foi para alimentar os 100 profetas nas covas.

    1º Reis 18:13. Porventura, não disseram a meu senhor o que fiz, quando Jezabel matava os profetas do Senhor, como escondi a cem homens dos profetas do Senhor, de cinquenta em cinquenta, numas covas, e os sustentei com pão e água?

    Agora compreendemos a dimensão desta palavra e a maneira que Deus fez esse milagre.

    Deus manda a viúva pedir emprestado muitos vasos e ficar em secreto para a multiplicação do azeite. Da mesma forma, que seu marido Obadias fazia, quer dizer, pediu emprestado para alimentar muitos profetas no secreto (para não serem mortos).

    Muitas vezes, os milagres acontecem quando obedecemos a Deus e executamos a sua obra. Todas as nossas ações têm consequências, sejam elas boas ou ruins.

    Deus direcionou o que deveria ser feito para salvar aquela viúva das dívidas, ensinando-a a empreender: pegar o que tinha para vender e com a venda pagar as dívidas e viver do restante. Se ela não tivesse obedecido, certamente, não teria se livrado das dívidas e seus filhos teriam se tornado escravos.

    Milagre da multiplicação do azeite

    Milagre da multiplicação do azeite

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      Rodrigo198074y

      Amém amém que benção de palavra abençoada 🙏🙏🙏🙏

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      Dianacp

      Obg Deus

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      Dianacp

      Amém que palavra e essa

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