Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

  • + Análise

    Famílias mais ricas estão se endividando mais

    Vem aumentando o percentual de famílias endividadas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa. Em janeiro, cujo índice era de 66,5%, subiu para 66,7% em fevereiro e tem aumentado gradativamente.

    Por incrível que pareça, não são as famílias de baixa renda que lideram esse contingente. A proporção de endividamento de famílias com renda acima de 10 salários mínimos tem sido maior que famílias com renda inferior a isso.

    Para se ter uma ideia, enquanto as famílias com menos de 10 salários mantiveram com índices estáveis em 67,9%, aquelas com renda superior, subiu o índice em 1,4% de janeiro (60,7%) para fevereiro (62,1%). Desde novembro de 2020, esse índice tem crescido de forma intensa.

    Mas por que as famílias mais ricas se endividam mais?

    É como dizem: quanto mais ganha, mais gasta. Devido ao costume do alto padrão de vida, as famílias mais ricas estão revertendo suas reservas e poupanças ao consumo, enquanto que as famílias de baixa renda, já têm o costume de manter um consumo mais restrito e que se viram ainda mais necessitados em ser rigorosos quanto ao orçamento com o fim do auxílio emergencial.

    A crise do Covid-19 mostrou que, independente da classe social, é importante fazer uma reserva financeira: seja uma reserva para emergências, seja uma reserva para aposentadoria, seja para adquirir bens de mais alto valor.


    Luxando sem poder? Foto: 500px

    Luxando sem poder?

  • + Notícia

    IR: Restituição poderá priorizar Saúde, Educação, Assistência Social, Policiais e desempregados

    Ontem, dia 06/04, foi aprovado no Senado, projeto para priorizar a restituição do Imposto de Renda, antes dos demais contribuintes, dos profissionais da saúde, assistência social, professores e policiais, desde que o valor a restituir não exceda R$ 11 mil. Terão também prioridade, aqueles que ficaram desempregados em 2020 e permanecem nessa condição até a entrega da declaração, além daqueles que foram afastados do trabalho para tratamento do covid-19 e de suas sequelas.

    Ou seja, além daqueles que já tinham prioridade (idosos, pessoas com deficiência e professores), o projeto quer ampliar a prioridade àqueles que precisam da restituição para garantir o seu sustento e àqueles profissionais que se sacrificam para salvar vidas durante a pandemia.

    Tal projeto ainda depende da aprovação da Câmara e da sanção presidencial.

    Outro projeto proposto e aprovado pelo Senado que seguirá para Câmara e sanção, é a possibilidade de prorrogação do prazo de entrega da Declaração do IR para Pessoa Física até o fim de julho, porém a expectativa é de que isso trará e um grande impacto financeiro e, provavelmente, será vetado.

    Aguardando aprovação da Câmara e sanção Foto: 500px

    Aguardando aprovação da Câmara e sanção

  • + Análise

    3 segredos da sabedoria financeira

    SOMENTE ANALISANDO ISSO É QUE OS GRANDES CHEGARAM AO SUCESSO FINANCEIRO... E VOCÊ TAMBÉM PODE!
A Rock já ajudou centenas de pessoas e basta você também querer!
Então não perca mais tempo: viva emoções positivas, tenha mais retornos com menos riscos.

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      vandonunes79

      Meu objetivo e minha saude financeira.

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    Transferência de dinheiro pelo WhatsApp?

    É isso mesmo! Após o aval do Banco Central para que o aplicativo opere pagamentos pelo órgão, o WhatsApp, ainda neste mês de abril, estreará essa nova ferramenta que promete ser uma novidade bastante aceita e querida pelos usuários.

    Muitas questões ainda estão sendo definidas para a inserção do universo dos meios de pagamento ao WhatsApp, mas à princípio a transferência de dinheiro por meio do aplicativo estará disponível:

    - Aos detentores de cartões de débito do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. Outros bancos como o Itaú Unibanco, Bradesco e Santander ainda estão avaliando a aderência. Mas como a ferramenta será operada pelo Banco Central, presume-se que todos irão aderir.

    - Para transferências de dinheiro de pessoa para pessoa (P2P) – Cielo do Bradesco e Banco do Brasil. Porém, pretendem, futuramente, ampliar para débito, crédito, boleto e PIX, para pagamento de contas e compras.

    - Para transferências de dinheiro de pessoa para estabelecimentos (P2M). Por enquanto, estão buscando mais empresas de maquininhas para aderirem.

    - Para transferências de valores mais baixos, de R$ 50,00 a R$ 100,00.

    - Para ser um método mais simples que o próprio PIX. As transferências serão feitas com apenas um clique, diretamente do WhatsApp, sem precisar sair do aplicativo de mensagem.

    - Possibilidade de receber o dinheiro de volta caso a transação não seja reconhecida. Funcionará como acontece nos cartões de débito e crédito, em que o valor é estornado quando não reconhecida a transação. No PIX, por exemplo, não há essa possibilidade.


    Nova ferramenta do WhatsApp Foto: shutterstock

    Nova ferramenta do WhatsApp

  • + Análise

    Meação no divórcio: créditos trabalhistas devem ser divididos

    Questões que envolvem partilha de bens sempre são polêmicos, sobretudo, quando o assunto é divórcio, onde há meação dos bens do casal, quando na comunhão parcial ou total.

    Os artigos 1658 a 1660 do Código Civil/2002, estabelecem:

    “Art. 1.658. No regime de comunhão parcial, comunicam-se os bens que sobrevierem ao casal, na constância do casamento, com as exceções dos artigos seguintes.

    Art. 1.659. Excluem-se da comunhão:

    I - os bens que cada cônjuge possuir ao casar, e os que lhe sobrevierem, na constância do casamento, por doação ou sucessão, e os sub-rogados em seu lugar;

    II - os bens adquiridos com valores exclusivamente pertencentes a um dos cônjuges em sub-rogação dos bens particulares;

    III - as obrigações anteriores ao casamento;

    IV - as obrigações provenientes de atos ilícitos, salvo reversão em proveito do casal;

    V - os bens de uso pessoal, os livros e instrumentos de profissão;

    VI - os proventos do trabalho pessoal de cada cônjuge;

    VII - as pensões, meios-soldos, montepios e outras rendas semelhantes.

    Art. 1.660. Entram na comunhão:

    I - os bens adquiridos na constância do casamento por título oneroso, ainda que só em nome de um dos cônjuges;

    II - os bens adquiridos por fato eventual, com ou sem o concurso de trabalho ou despesa anterior;

    III - os bens adquiridos por doação, herança ou legado, em favor de ambos os cônjuges;

    IV - as benfeitorias em bens particulares de cada cônjuge;

    V - os frutos dos bens comuns, ou dos particulares de cada cônjuge, percebidos na constância do casamento, ou pendentes ao tempo de cessar a comunhão.”

    Neste sentido, o STJ em julgamento proferido em 2016, entendeu que as indenizações referentes a verbas trabalhistas pleiteadas na constância do casamento integram a partilha de bens, vez que comunicam entre os cônjuges.

    Assim, os créditos adquiridos, ainda que decorrentes do trabalho pessoal de um dos cônjuges encaixaria no disposto do art. 1660, inciso I do CC/02, como bem adquirido por título oneroso, ainda que só em nome de um dos cônjuges.

    O Ministro do STJ, Luis Felipe Salomão, fundamentou que, enquanto perdurar o matrimônio, os bens adquiridos durante o casamento são de propriedade exclusiva do cônjuge que os adquiriu. Todavia, com o divórcio qualquer dos cônjuges tem direito de requerer a partilha dos bens comuns, sobre os quais, durante o matrimônio, tinha apenas expectativa de direito.

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    Concorda ou não?

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    Energia não poderá ser cortada por inadimplência

    Devido ao agravamento da pandemia e de seus impactos econômicos, a Diretoria da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), por unanimidade, decidiu aprovar a emissão de Resolução Normativa contendo medidas excepcionais e temporárias de enfrentamento da pandemia do Covid-19. Para garantir a continuidade do fornecimento de energia, suspendeu o corte de energia por inadimplência de consumidores de baixa renda em todo o Brasil.

    A medida vale até 30 de junho, cujos beneficiados são:

    - Consumidores da tarifa social de energia elétrica, ou seja, aqueles de baixa renda que têm abatimento mensal na conta de luz: famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa; famílias com portador de doença que precise de aparelho elétrico para o tratamento - nesse caso, com renda mensal de até três salários-mínimos; famílias com integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada

    (aproximadamente, 12 milhões de famílias serão beneficiadas);

    - Unidades consumidoras com equipamentos vitais à preservação da vida e dependentes de energia elétrica;

    - Unidades de saúde, tais como, unidades hospitalares, institutos médico-legais, centros de hemodiálise e de armazenamento de sangue e centros de produção, armazenamento e distribuição de vacinas e soros.

    Houve também, a suspensão do prazo para o corte de energia de faturas antigas, fazendo com que esses consumidores passem a dispor de mais tempo para quitar suas contas.

    De outro lado, para que as distribuidoras preservem o seu caixa para enfrentar possível aumento da inadimplência dos consumidores de baixa renda, elas poderão, durante a vigência desta medida, suspender o pagamento das compensações por eventual má qualidade do serviço, devendo creditá-las aos consumidores até 31 de dezembro deste ano de 2021.

    Suspensão do corte de energia Foto: 500px

    Suspensão do corte de energia

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    Simples Nacional: prazo para entrega da DEFIS é prorrogado

    A Microempresa – ME ou Empresa de Pequeno Porte - EPP, optante pelo Simples Nacional, deve apresentar anualmente a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS).

    O prazo neste ano seria até o dia 31 de março. Porém, por força da Resolução CGSN 159/2021, o referido prazo foi prorrogado para 31 de maio de 2021.

    Ressalta-se que a prorrogação não se aplica à declaração mensal realizada por meio do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS-D), cujo prazo de entrega é até o vencimento do prazo para pagamento dos tributos devidos no Simples Nacional em cada mês, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês anterior, conforme previsto no art. 18, § 15-A da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. O seu atraso na entrega da declaração sujeita à multa nos termos do art. 38-A da mesma Lei.

    Medida beneficia 5.327.347 optantes pelo Simples Nacional Foto: 500px

    Medida beneficia 5.327.347 optantes pelo Simples Nacional

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