Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

  • + enquete

    O que mais pesa na vida financeira da mulher?

    Votem naquele fator que mais impede a mulher de ter melhores condições financeiras.

    • 10 -1
      9 pontos
      Gastar com os filhos

      Gastar com os filhos

    • 8 0
      8 pontos
      Ganhar menos que o homem

      Ganhar menos que o homem

    • 7 0
      7 pontos
      Falta de emprego quando se tem filho

      Falta de emprego quando se tem filho

    • 7 0
      7 pontos
      Fazer gastos excessivos

      Fazer gastos excessivos

    • 6 -1
      5 pontos
      Tarefas do lar que a impedem de trabalhar

      Tarefas do lar que a impedem de trabalhar

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    Estudo aponta que 52% das pessoas atrasarão as contas nos próximos meses.

    Uma pesquisa realizada pelo SPC, entre os dias 07 a 13 de abril de 2020, aponta que 52% dos consumidores preveem que não pagarão as contas nos próximos meses devido ao impacto econômico do Covid-19.

    Veja abaixo a expectativa de fôlego financeiro das famílias (52%):

    -28% afirmam que tem dinheiro para menos de 1 mês;

    -28% dizem que tem dinheiro para 1 a 2 meses;

    -12% para 3 a 4 meses;

    -12% para mais de 4 meses;

    -20% não sabem até quando conseguirão pagar as contas.

    As principais contas são as compras parceladas no cartão de crédito, carnê de loja e cheques pré-datados, que correspondem a 49% do total. Outros 27% são dívidas de empréstimos.

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    Assustado

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    O que mais causa desequilíbrio entre o casal na divisão das tarefas do lar?

    Votem naquilo que mais causa atrito entre os cônjuges nas obrigações do lar.

    • 14 0
      14 pontos
      Forma como se gasta o dinheiro

      Forma como se gasta o dinheiro

    • 11 0
      11 pontos
      Contribuição financeira de cada um

      Contribuição financeira de cada um

    • 10 0
      10 pontos
      Cuidar dos filhos

      Cuidar dos filhos

    • 10 0
      10 pontos
      Falta de dinheiro

      Falta de dinheiro

    • 9 0
      9 pontos
      Tarefas domésticas

      Tarefas domésticas

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    + analise

    Projeto de Lei proíbe despejo por falta de pagamento do aluguel durante a pandemia do coronavírus.

    Há em tramitação na Câmara dos Deputados, Projeto de Lei, PL n º 936/2020, que altera a Lei do Inquilinato (Lei 8245/91), que dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos e os procedimentos a elas pertinentes, enquanto durar as medidas de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus - COVID-19.

    Tal projeto proíbe despejo de inquilino, flexibilizando algumas relações jurídicas privadas durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no país, de modo a atenuar as consequências socioeconômicas geradas, criando regras transitórias que, em alguns casos, suspendam temporariamente algumas exigências legais em razão da pandemia.

    Ressalta-se, no entanto, que a proibição só valerá para ações protocoladas a partir de 20 de março, quando o Governo Federal decretou estado de calamidade no país.

    Assim, durante a pandemia, segundo o referido PL:

    - A locação não poderá ser desfeita pela falta de pagamento. Tal pagamento deverá ter desconto de 50% sobre o valor total da dívida no período de quatro meses e/ou enquanto durar a anormalidade, devendo ser parcelado pelo prazo de até 12 meses após restabelecer o Estado de normalidade;

    - Haverá desconto de 100% aos que se encontram sobre a posse direta do imóvel e que não tenham condições de prover o seu sustento, também durante a pandemia;

    - Não será concedida liminar para desocupação do imóvel nas ações que terem por fundamento a permanência do sublocatário no imóvel quando extinta a locação ou pela falta do pagamento de aluguel e acessórios da locação no vencimento.

    Observa-se que tais disposições não se aplicam aos não atingidos pelas medidas de enfrentamento do coronavírus da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus – COVID-19, às quais se submeterão ao despejo.

    Mas enquanto o Projeto de Lei não for sancionado, como negociar com o locador?

    O cenário atual causado pela pandemia do coronavírus implicou uma série de mudanças e adaptações em todas as áreas do cotidiano do mundo inteiro, onde é preciso que pessoas, órgãos públicos e empresas considerem a calamidade pública que assola a todos sem distinção.

    Dessa forma, necessária a aplicação do princípio da razoabilidade nas relações jurídicas privadas ou públicas, onde as duas partes devem compreender as consequências geradas pela pandemia e entrarem no melhor consenso para que ambos não sejam tão prejudicados.

    Com o contrato de aluguel não é diferente: as partes devem buscar o consenso por meio de descontos progressivos ou isenções temporárias, inclusive revisar os termos do contrato de locação.

    O que fazer:

    1 – Procure o locador e proponha a isenção, suspensão, redução ou adiamento do aluguel.

    2 – Se houver acordo: revise o contrato existente ou, na falta deste, faça um termo de acordo. Para tanto, sugere que a revisão seja formalizada através de termo aditivo ao contrato de locação, que pode ser feito por meios eletrônicos com assinatura digital. E-mails, whatsapp entre outros, também podem comprovar a existência de acordo firmado entre as partes.

    3 – Se não houver acordo: permanecendo o locador irredutível, o locatório poderá ajuizar ação de suspensão ou revisão de cobrança de aluguel com pedido liminar, nos termos do art. 393 e arts. 478 ao 480 do Código Civil, demonstrando que, por motivo de caso fortuito ou força maior ocasionado em razão da pandemia, houve redução significativa de sua condição financeira para pagamento integral ou parcial do aluguel, vez que a pandemia implica em um evento extraordinário, inevitável e imprevisível que impede a consecução da obrigação locacional, além da ocorrência de motivos imprevisíveis de paralisação do negócio em face da pandemia, tornando o contrato excessivamente oneroso.

    Já houveram várias decisões judiciais de suspensão de cobrança e redução de valores de aluguel por conta do impacto econômico gerado pelo coronavírus.

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    Possibilidade

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    Qual a maior dificuldade do consumidor para renegociar sua dívida?

    Escolha o maior problema enfrentado pelo consumidor ao tentar renegociar suas dívidas nos bancos.

    • 14 0
      14 pontos
      Burocracia dos procedimentos

      Burocracia dos procedimentos

    • 12 0
      12 pontos
      Falta de desconto nos juros e multas

      Falta de desconto nos juros e multas

    • 10 0
      10 pontos
      Valor da prestação que não cabe no bolso

      Valor da prestação que não cabe no bolso

    • 8 0
      8 pontos
      Transferir o débito para outra instituição

      Transferir o débito para outra instituição

    • 6 0
      6 pontos
      Obter novos prazos para pagar o que deve

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    Gênesis 41: 7 vacas gordas e 7 vacas magras

    José interpretou o sonho do faraó:

    “Os dois sonhos de Vossa Majestade significam a mesma coisa. A sete vacas magras e as sete espigas áridas que devoram as vacas bem nutridas e as espigas gordas representam a esterilidade e a carestia que assolarão o Egito durante sete anos e que consumirão toda a fertilidade e a abundância dos sete anos precedentes” (História dos Hebreus de Flávio Josefo).

    José preparou-se nos 7 anos de abundância. Recolheu todo o trigo aos celeiros e deixou para o povo somente o necessário para semear e viver.

    Nos 7 anos de carestia, José vendeu trigo para várias regiões e comprou muitas terras neste período.

    A história de José nos ensina sobre a necessidade de termos uma reserva financeira e reserva de patrimônio. Porque nos momentos de crise, a reserva serve para:

    -Sobreviver e viver bem;

    -Aproveitar oportunidades. Comprar barganhas.

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    7 vacas gordas e 7 vacas magras

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    Reserva Financeira: Quem possui está tranquilo na crise.

    Somente nos momentos de crise, notamos que é importante ter uma reserva financeira.

    A reserva financeira tem que ser em ativos líquidos, ou seja, em ativos que podem ser utilizados a qualquer momento. Temos como exemplo: o Tesouro Direto Selic, CDB com liquidez diária, Fundos de Investimentos com liquidez diária e Poupança.

    Não se recomenda deixar um imóvel como reserva financeira, porque em momentos de crise, o imóvel perde valor e também é extremamente difícil vendê-lo.

    Outro ponto importante é deixar aplicado o dinheiro em ativos seguros. Portanto, não espere retornos altos.

    Em um processo de construção de patrimônio, o ideal é começar com a reserva financeira.

    Pode-se destinar de 5% a 30% da sua renda mensal para construção da reserva financeira de emergência.

    Dependendo o contexto familiar, deve-se ter o equivalente de 6 meses a 18 meses do salário guardado como reserva financeira de emergência.

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    Reserva Financeira

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      GIA

      O problema é essa crise do Covid-19, ninguém sabe até quando isso... a reserva vai acabando pra qualquer um...

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    Qual maior motivo de insatisfação com planos de saúde?

    Votem no maior problema enfrentado no plano de saúde.

    • 11 0
      11 pontos
      Mensalidade alta

      Mensalidade alta

    • 11 0
      11 pontos
      Negativa de cobertura

      Negativa de cobertura

    • 10 0
      10 pontos
      Não cobrir certos procedimentos

      Não cobrir certos procedimentos

    • 6 0
      6 pontos
      Marcar exame/cirurgia

      Marcar exame/cirurgia

    • 5 0
      5 pontos
      Descumprir datas de exames/cirurgias

      Descumprir datas de exames/cirurgias

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    Residentes da área da saúde receberão bonificação de R$ 667 por seis meses.

    O Ministério da Saúde Federal, motivado pela necessidade de otimizar os serviços públicos de saúde para conter o Covid-19 (coronavírus), através da Portaria nº 580/2020, pagará uma bonificação de R$ 667 aos profissionais de saúde residentes, pelo período de seis meses, como parte da ação O Brasil Conta Comigo – Residentes na Área da Saúde, reconhecendo o trabalho prestado pelos profissionais de saúde que estão auxiliando diretamente no combate da pandemia.

    Tal iniciativa se deu para ampliar a cobertura do Sistema Único de Saúde – SUS e diminuir o tempo de espera por atendimento.

    Receberão o valor adicional: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos, terapeutas ocupacionais, psicólogos etc.

    Estão aptos a receber o bônus aqueles residentes que comprovarem sua atuação no enfrentamento do coronavírus e que cursam os programas de residência financiados: pelo Ministério da Saúde; por outros órgãos ou entidades públicas federais, estaduais, distritais ou municipais; ou por entidades sem fins lucrativos.

    Segue inteiro teor da Portaria que institui a referida bonificação:


    PORTARIA Nº 580, DE 27 DE MARÇO DE 2020

    Dispõe sobre a Ação Estratégica "O Brasil Conta Comigo - Residentes na área de Saúde", para o enfrentamento à pandemia do coronavírus (COVID-19).


    O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 7º da Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, e

    Considerando a Declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional pela Organização Mundial da Saúde em 30 de janeiro de 2020;

    Considerando a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) em decorrência da Infecção Humana pelo novo coronavírus (COVID-19), declarada por meio da Portaria nº 188/GM/MS, de 3 de fevereiro de 2020;

    Considerando competência do Ministério da Saúde de planejar, coordenar e apoiar as atividades relacionadas ao trabalho e à educação na área de saúde, à organização da gestão da educação e do trabalho em saúde, à formulação de critérios para o estabelecimento de parcerias entre os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) e ao ordenamento de responsabilidades entre as três esferas de governo;

    Considerando a Portaria nº 356/GM/MS, de 11 de março de 2020, que dispõe sobre a regulamentação e operacionalização do disposto na Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020;

    Considerando a complexidade e gravidade decorrente da pandemia do coronavírus COVID-19 e a necessidade de otimizar a disponibilização de serviços de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) para contenção da pandemia do COVID-19; e

    Considerando a necessidade de mobilização dos profissionais de saúde residentes, para o enfrentamento à pandemia do coronavírus (COVID-19), resolve:


    Art. 1º Esta Portaria dispõe sobre a Ação Estratégica "O Brasil Conta Comigo - Residentes na área de Saúde", voltada aos profissionais de saúde que estejam cursando Programas de Residência Médica e Residência em Área Profissional da Saúde, com os seguintes objetivos:

    I - ampliar a cobertura na assistência aos usuários do SUS em todos os níveis de atenção, especialmente no enfrentamento da emergência de saúde pública em decorrência da infecção humana pelo coronavírus (COVID-19); e

    II - reduzir o tempo de espera nos atendimentos de usuários do SUS com condições de alto risco em unidades de pronto atendimento e emergências hospitalares nos casos de infecção humana pelo coronavírus (COVID-19).

    Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se aos profissionais de saúde que estejam efetivamente cursando programas de residência voltados:

    I - ao atendimento da população em todos os níveis da atenção à saúde; e

    II - à gestão em saúde.

    Art. 2º O Ministério da Saúde pagará diretamente aos profissionais de saúde residentes, a título de bonificação, o valor mensal de R$ 667,00 (seiscentos e sessenta e sete reais), pelo prazo de seis meses.

    § 1º O disposto no caput aplica-se aos profissionais de saúde que estejam cursando os programas de residência de que trata o art. 1º financiados:

    I - pelo Ministério da Saúde;

    II - por outros órgãos ou entidades públicas federais, estaduais, distritais ou municipais; ou

    III - por entidades sem fins lucrativos.


    § 2º Nos casos de programas de residência financiados nos termos dos incisos II e III do § 1º, os órgãos ou entidades financiadores deverão informar ao Ministério da Saúde:

    I - os dados dos profissionais de saúde residentes necessários para a realização do pagamento; e

    II - a relação nominal dos profissionais de saúde residentes em atividade, com periodicidade mensal, destacando os casos de trancamento, desligamento e conclusão dos programas de residência.

    § 3º O prazo de que trata o caput poderá ser objeto de prorrogação, limitada à duração da situação de emergência de saúde pública decorrente do COVID-19, nos termos do §§ 2º e 3º do art. 1º da Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020.

    Art. 3º No âmbito dos programas de residência de que trata esta Portaria, deverão ser garantidos:

    I - a informação sobre manejo clínico para a contenção do COVID-19 aos profissionais de saúde residentes; e

    II - o fornecimento de equipamentos de proteção individual aos profissionais de saúde residentes que atuarem na contenção do COVID-19.

    Art. 4º Para a execução desta Portaria, caberá ao Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde:

    I - coordenar a execução desta Ação Estratégica;

    II - realizar a articulação necessária com órgãos e entidades públicas e privadas para a implementação e execução do disposto desta Portaria;

    III - disponibilizar, no sítio eletrônico do Ministério da Saúde, informações sobre a execução desta Ação Estratégica, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011; e

    IV - expedir instruções complementares para a execução do disposto nesta Portaria.

    Art. 5º As despesas decorrentes do disposto no art. 2º onerarão a Funcional Programática 5018.21C0.6500.CV19.

    Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

    LUIZ HENRIQUE MANDETTA


    - Portaria extraída do DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO, Publicado em: 30/03/2020 | Edição: 61 | Seção: 1 | Página: 75 Órgão: Ministério da Saúde/Gabinete do Ministro

    *Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.

    Reforçando a saúde

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      GIA

      isso é pouco, mas pelo menos inclui todos né?

      +
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    Tudo o que você precisa saber sobre o Programa Emergencial do Emprego e da Renda – MP 936/2020.

    Como sabido, foi editada pelo Governo Federal Medida Provisória nº 936/2020 para instituir o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que consiste na complementação salarial da folha de pagamento de empregados.

    Mas o que é necessário saber, de forma objetiva, sobre essa Medida Provisória?

    O intuito de tal Medida se deu para:

    - Preservar o emprego e a renda;

    - Viabilizar a atividade econômica, diante da diminuição de atividades; e

    - Reduzir o impacto social em razão das consequências do estado de calamidade pública e de emergência de saúde pública.

     

    REDUÇÃO DE JORNADA COM PRESERVAÇÃO DE RENDA

    Empregador poderá acordar a redução proporcional da jornada de trabalho e de salário de seus empregados. Esses empregados terão direito ao Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda.

    CONDIÇÕES:

    - Preservação do valor do salário-hora de trabalho;

    - Prazo máximo de 90 dias, durante o estado de calamidade pública;

    - Pactuação por acordo individual escrito entre empregador e empregado, devendo a proposta ser encaminhada ao empregado com antecedência mínima de dois dias corridos;

    - Garantia provisória no emprego durante o período de redução e após o restabelecimento da jornada por período equivalente ao da redução.

    Exemplo: redução de 2 meses, garante uma estabilidade dos 2 meses e de mais 2, no total de 4 meses.

    Redução Valor do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda Acordo individual Acordo coletivo
    25% 25% do seguro desemprego Todos os empregados Todos os empregados
    50% 50% do seguro desemprego Empregados que recebem até três salários mínimos (R$3.135) ou mais de dois tetos do RGPS (R$12.202,12)* Todos os empregados
    70% 70% do seguro desemprego Empregados que recebem até três salários mínimos (R$3.135) ou mais de dois tetos do RGPS (R$12.202,12)* Todos os empregados

    *Além de receber mais de dois tetos do RGPS é preciso ter curso superior.

     

    SUSPENSÃO DO CONTRATO DE TRABALHO COM PAGAMENTO DE SEGURO DESEMPREGO

    O empregador poderá acordar a suspensão do contrato de trabalho com os empregados. Esses empregados receberão o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda.

    CONDIÇÕES:

    - Prazo máximo de 60 dias;

    - Suspensão do contrato de trabalho será pactuada por acordo individual escrito entre empregador e empregado, devendo a proposta ser encaminhada ao empregado com antecedência mínima de dois dias corridos;

    - Durante o período de suspensão contratual o empregador deverá manter os benefícios pagos aos empregados;

    - Durante a suspensão do contrato de trabalho o empregado não pode permanecer trabalhando para o empregador, ainda que parcialmente, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou trabalho à distância;

    - Garantia provisória no emprego durante o período de suspensão e após o restabelecimento da jornada por período equivalente ao da suspensão.

    Receita bruta anual da empresa Ajuda compensatória mensal paga pelo empregador Valor do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda Acordo Individual Acordo coletivo
    Até R$ 4.8 milhões Não obrigatória 100% do seguro desemprego Empregados que recebem até três salários mínimos (R$3.135) ou mais de dois tetos do RGPS (R$12.202,12)* Todos os empregados
    Mais de R$ 4.8 milhões Obrigatório 30% do salário do empregado 70% do seguro desemprego Empregados que recebem até três salários mínimos (R$3.135) ou mais de dois tetos do RGPS (R$12.202,12)* Todos os empregados

    *Além de receber mais de dois tetos do RGPS é preciso ter curso superior.

     

    BENEFÍCIO EMERGENCIAL DE PRESERVAÇÃO DO EMPREGO E DA RENDA

    Fonte: recursos da União.

    Período: enquanto durar a redução ou suspensão do contrato.

    Quem tem direito: pago ao empregado que teve jornada reduzida ou contrato suspenso dentro dos termos da MP independentemente do cumprimento de período aquisitivo, do tempo de vínculo empregatício ou do número de salários recebidos.

    Valor:

    Terá como base de cálculo o valor mensal do seguro desemprego a que o empregado teria direito:

    • Redução de jornada de trabalho e de salário: percentual do seguro desemprego equivalente ao percentual da redução.

    • Suspensão temporária do contrato de trabalho: 100% do seguro desemprego ou 70% do seguro desemprego (em caso do empregador pagar 30%).

    Não impede a concessão nem altera o valor do seguro desemprego a que o empregado vier a ter direito.

    Não tem direito quem recebe qualquer benefício de prestação continuada do Regime Geral de Previdência Social ou dos Regimes Próprios de Previdência Social ou em gozo do seguro desemprego.

    Pensionistas e titulares de auxílio-acidente podem receber.

    *A ajuda compensatória mensal eventualmente concedida pelo empregador não terá natureza salarial, não integrará a base de cálculo do imposto de renda na fonte ou na declaração de ajuste da pessoa física, não integrará a base de cálculo da contribuição previdenciária e dos demais tributos incidentes sobre a folha de salários e não integrará a base de cálculo do valor devido ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS.

     

    CONDIÇÕES GERAIS

    ACORDOS COLETIVOS

    As convenções ou acordos coletivos de trabalho celebrados anteriormente poderão ser renegociados para adequação de seus termos, no prazo de dez dias corridos a contar da publicação desta Medida Provisória.

    Facilitação das negociações coletivas: convocação, deliberação, decisão, formalização e publicidade de convenção ou de acordo coletivo de trabalho por meios eletrônicos e prazos reduzidos pela metade.

    Caso o empregado já tenha celebrado acordo individual com a empresa nos termos desta Medida Provisória e sobrevenha convenção ou acordo coletivo, prevalecerá a negociação coletiva.

    Para os acordos coletivos que venham a estabelecer porcentagem redução diferente das faixas estabelecidas pela MP, o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda será pago nos seguintes valores:

    - Redução inferior a 25%: não há direito ao benefício emergencial;

    - Redução igual ou maior que 25% e menor que 50%: benefício no valor de 25% do seguro desemprego;

    - Redução igual ou maior que 50% e menor que 70%: benefício no valor de 50% do seguro desemprego;

    - Redução igual ou superior a 70%: benefício no valor de 70% do seguro desemprego.

     

    RESTABELECIMENTO DA JORNADA DE TRABALHO

    Serão imediatamente restabelecidas a jornada de trabalho e o salário pago anteriormente quando houver:

    - Cessação do estado de calamidade pública;

    - O encerramento do período pactuado no acordo individual;

    - A antecipação pelo empregador do fim do período de redução pactuado.

     

    FONTE: Secretaria Especial de Previdência e Trabalho – Ministério da Economia – www.gov.br.

     

    Empregador x Empregado: o acordo determinante para ambos

    Empregador x Empregado: o acordo determinante para ambos