Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

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    Quais foram os piores Bancos em 2020?

    Durante o ano de 2020, o Banco Central divulgou o ranking de reclamações a respeito dos Bancos e Financeiras em cada trimestre.

    Os índices de reclamações apresentados são baseados pelo número de reclamações reguladas procedentes versus o número de clientes.

    Assim, a Rock the Bank resolveu fazer um “RANKING ROCK” analisando os resultados entre os três primeiros lugares nos rankings dos quatro trimestres apresentados pelo BC, mostrando a você quais Bancos tiveram maiores índices de reclamações em 2020.

    Das instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes:

    3º lugar: a medalha de bronze ficou para o BMG (428,51).

    O BMG ocupou o ranking em três trimestres (uma em terceiro lugar e duas em segundo), não ocupando lugar no ranking no quarto trimestre.

    2º lugar: medalha de prata foi para INTER (489,05).

    Mesmo o INTER aparecendo em todos os rankings (duas vezes em primeiro lugar e duas vezes em terceiro) o seu índice de reclamações foi o segundo maior.

    1º lugar: com medalha de ouro do Banco mais reclamado em 2020 foi o PAN (587,37).

    Apesar do PAN ter ocupado o ranking em três trimestres (uma em segundo lugar e duas em primeiro), e ter tido uma melhora no quarto trimestre onde não ocupou o ranking, ainda assim, levou a medalha de ouro com o maior índice de reclamações.

    - Dos Bancos mais conhecidos como Banco do Brasil, Itaú, Caixa, Bradesco e Santander, todos estiveram entre os dez primeiros nos quatro trimestres, tendo o Itaú e a Caixa ocupado o ranking apenas no quarto trimestre.

    Das instituições financeiras com menos de 4 milhões de clientes:

    3º lugar: medalha de bronze para SAFRA (644,37).

    O Banco SAFRA ocupou o ranking em dois trimestres, sendo uma em terceiro lugar e outra em segundo.

    2º lugar: medalha de prata para C6 BANK (1.779,55).

    Apesar de ter aparecido no ranking apenas uma vez, no quarto trimestre (em 2º lugar), foi a financeira com o segundo maior índice de reclamações.

    1º lugar: a medalha de ouro foi para a FACTA FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO (4.766,70).

    A FACTA esteve presente no ranking nos quatros trimestres, ocupando em todos, o primeiro lugar, com enorme diferença de índice em relação ao segundo colocado.


    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.

     

    "Ranking Rock": piores bancos Foto: RocktheBank

    "Ranking Rock": piores bancos

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    Ranking de Reclamações dos Bancos é divulgado

    O Banco Central divulgou o ranking de reclamações dos Bancos e Financeiras referente ao 4° semestre de 2020.

    Os índices apresentados são baseados pelo número de reclamações reguladas procedentes versus o número de clientes.

    - Dentre as instituições financeiras com mais de 4 milhões de clientes, estão com os maiores índices de reclamações:

     INTER (conglomerado) – 111,52

     2º ITAU (conglomerado) - 31,00

     3º CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) – 30,85

     4º SANTANDER (conglomerado) – 30,85

     5º BB (conglomerado) - 22,63

      BRADESCO (conglomerado) – 16,96

      VOTORANTIM (conglomerado) – 4,42

      MIDWAY S.A. – CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO – 3,15

      BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. – 1,07

    10º NUBANK (conglomerado) – 0,09


    - Bancos e financeiras com menos de quatro milhões de clientes:

     FACTA FINANCEIRA S.A. – 1.833,37

     C6 BANK (conglomerado) – 1.779,55

    PAN (conglomerado) – 655,60


    - Principais reclamações e sua quantidade de ocorrência:

     Oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada – 10.518:

    1. C6 BANK (conglomerado) - 6044

    2. PAN (conglomerado) - 2270

    3. ITAU (conglomerado) - 691

    Irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos serviços relacionados a operações de crédito – 3.429:

    1. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (conglomerado) – 770

    2. C6 BANK (conglomerado) - 750

    3. PAN (conglomerado) - 362

    Irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito - 2.639:

    1. PAN (conglomerado) – 849

    2. ITAU (conglomerado) – 416

    3. BB (conglomerado) - 227


    Para visualizar todos os rankings acesse www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/rankingreclamações.

    Bancos mais reclamados. Foto: shutterstock

    Bancos mais reclamados.

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    Reestruturação do Banco do Brasil: centenas de agências fecharão e 5 mil funcionários serão demitidos

    O ano de 2021 entrou com grandes mudanças por parte de empresas que sofreram impactos com a pandemia e que precisam se adaptar à nova realidade.

    O Banco do Brasil, que ainda estava atrasado em relação aos seus concorrentes nos quesitos tecnologia e eficiência, anunciou a abertura de programas de reestruturação, de planos de demissão voluntária e de adequação para transformar a atuação de suas agências, atrair mais clientes digitais, reduzindo, consequentemente, a presença no mundo físico.

    Essa reorganização para ganhos de eficiência operacional resultará no fechamento de 361 unidades no país e na adesão ao programa de demissão de cerca de 5 mil funcionários. Estima-se que com isso, haverá mais eficiência em 870 pontos de atendimento e uma economia de R$ 353 milhões neste ano de 2021 e de R$ 2,7 bilhões até 2025.

    Portanto, os clientes do BB serão os maiores beneficiados por tal reestruturação vez que, através dos investimentos em digitalização, robotização e inteligência artificial, haverá mais eficiência na prestação de serviços, permitindo que os clientes realizem todas as operações por aplicativo e web, evitando deslocamentos e desgastes de horas em filas para atendimento.

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    Desindustrialização no Brasil: 17 fábricas fecharam por dia nos últimos seis anos.

    Isso mesmo que você leu! Nos últimos seis anos, o número de indústrias no país caiu, onde 36,6 mil fábricas encerraram suas atividades, o que representa a média de 17 por dia, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Dentre elas, foram várias multinacionais que fecharam, como a Sony e a Mercedes-Benz que encerrou a produção de automóveis no Brasil, além da Ford, que há poucos dias anunciou sua decisão de fechar suas fábricas após 100 anos de produção no país.

    Isso acontece porque, como o país não cresce e a renda da população se mantém na mesma há dez anos, os produtos torna-se inacessíveis, fazendo com que as empresas permaneçam estagnadas e não avancem, não havendo perspectiva de futuro promissor de que haja uma melhora no cenário de negócios que os façam insistir em continuar suas atividades no país.

    Enquanto houver fatores industriais que atinjam a competitividade internacional do setor, ambiente de negócios hostis, um sistema tributário custoso e complexo, bem como se não houver política de inovação para modernizar o setor industrial e ter aumento da produtividade, o desempenho da indústria nacional continuará sofrendo quedas. Hoje, está 14% abaixo do pico atingido em 2011.

    Infelizmente, a perspectiva de economistas é de que, diante disso, não se pode descartar que haja uma redução ainda mais forte no número de indústrias este ano.

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    Estagnadas no tempo...

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    Para o MEI receber auxílio-doença precisa estar com o DAS quitado?

    Existem muitas vantagens em ser um MEI e, uma delas, é ter qualidade de segurado e poder usufruir de benefícios previdenciários, como auxílio-doença, a aposentadoria por idade e o salário-maternidade, além de outras vantagens.

    Um microempreendedor ao sofrer um acidente, por exemplo, pode requerer o auxílio-doença para se amparar, mas é necessário que o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) esteja em dia.

    O DAS é uma guia unificada de impostos paga por quem é optante pelo simples nacional. Assim, é o único pagamento que um microempreendedor deve fazer mensalmente, no valor aproximado de R$ 50,00.

    Para receber o auxílio-doença, além de estar quite com essa obrigação, é necessário ter, no mínimo, 12 meses de contribuição. O prazo de carência para continuar na condição de segurado da Previdência também são de 12 meses. No 13º mês essa condição será cancelada.

    Porém, algumas doenças não necessitam desse prazo de carência: AIDS; alienação mental; cardiopatia grave; cegueira; contaminação por radiação; espondiloartrose; hanseníase; mal de Parkinson; neoplasia maligna; nefropatia grave; paralisia (irreversível ou incapacitante); tuberculose.

    Os débitos relativos ao DAS são passíveis de inscrição na dívida ativa.

    Neste ano, por conta da pandemia, foram adiados os prazos para pagamento do meses de março, abril e maio, cujos vencimentos ficaram, respectivamente, para outubro, novembro e dezembro.


    Portanto, se você for um microempreendedor e precisa de um auxílio-doença porque sofreu um acidente ou contraiu uma doença, você deve:

    -> Quitar o DAS que tiver em aberto: o débito pode ser parcelado pelo empreendedor, entrando no Portal do Empreendedor www.portaldoempreendedor.gov.br. Quitando sua dívida e o período de carência, os benefícios são retomados.

    -> Acessar o site da Previdência Social;

    -> Clicar em auxílio-doença e depois em solicitar benefício;

    -> Fazer o agendamento da perícia médica;

    -> Separar todos os documentos:

    . CPF;

    . RG;

    . Comprovante de pagamento do DAS provando que a carência foi cumprida (se for o caso);

    . Atestados e laudos médicos sobre o acidente ou doença;

    . Ficha do requerimento que foi preenchido no site.

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    Esteja amparado!

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    Restituição de Tributos pagos em 2015: prazo vai até 31 de dezembro!

    Empresas que pagaram tributos indevidamente ou a mais à Receita Federal, em 2015, têm até o dia 31 de dezembro para recuperá-los.

    Isso porque, o prazo para requerer a restituição ou compensação de um tributo é de 05 (cinco) anos, conforme disposto no art. 168, inciso I, do Código Tributário Nacional.

    Estima-se que 1,3 trilhões de reais serão restituídos, sendo a maior parte referente à restituição de Imposto de Renda - Pessoa Jurídica e de Contribuição Social sobre Lucro Líquido.

    Revise os tributos que pagou, como: Cofins, FGTS, INSS, IOF, IPI, Imposto de Renda - Pessoa Jurídica, PIS etc.

    Caso verifique que pagou indevidamente ou a mais, solicite a restituição no PER / DCOMP (Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso; e Declaração de Compensação) disponível no E-cac => https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login .

    É necessário comprovar através de documentos o pagamento indevido ou maior.

    Para evitar futuros transtornos, importante verificar se os seus dados cadastrais e bancários estão corretos.

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    Não durma no ponto!

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    Alteração no crime de denunciação caluniosa segue para sanção.

    No intuito de aperfeiçoar a definição do crime de denunciação caluniosa, previsto no art. 339 do Código Penal, o Senado aprovou o PL 2810/2020 que agora seguiu para a sanção presidencial.

    O atual artigo de Lei assim tipifica denunciação caluniosa:

    “Art. 339. Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente:”

    O Projeto propôs a seguinte nova redação:

    "Art. 339. Dar causa à instauração de inquérito policial, procedimento investigatório criminal, processo judicial, processo administrativo disciplinar, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime, infração ético-disciplinar ou ato ímprobo de que o sabe inocente:”

    Assim, o novo tipo penal substituiu as expressões “investigação policial” e “instauração de investigação administrativa” por “inquérito policial”, "procedimento investigatório criminal" e “processo administrativo disciplinar”.

    No final, acrescentou como conduta, além da hipótese de imputar crime a alguém, imputar "infração ético-disciplinar" ou "ato ímprobo", para considerar também como denunciação caluniosa, as denúncias falsas de infrações éticas e disciplinares se resultarem em processos, muito comum em perseguições por parte da administração pública.

    A pena imposta continuará a mesma: reclusão, de dois a oito anos, e multa, bem como as causas de aumento e diminuição de pena: aumentada de sexta parte, se o agente se serve de anonimato ou de nome suposto; diminuída de metade, se a imputação é de prática de contravenção.

    Mas o que isso tem a ver com finanças?

    É simples! Já pensou você, como cidadão, ou funcionário público responder processos criminais, judiciais ou disciplinares por perseguição de outra pessoa ou da própria administração pública dos quais sabem que você é inocente? Além de “manchar” sua reputação e dignidade, bem como do desgaste físico e, principalmente, emocional, há muitos gastos financeiros, como custas com advogados, custas processuais, deslocamentos para oitivas e audiências que, afetam direta e negativamente suas finanças. 

    Como a nova redação tipificou mais condutas como sendo de denunciação caluniosa, as chances de você ter prejuízos por falsas denúncias foram, praticamente, eliminadas.

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    Mas o que tem a ver com finanças?

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    Pirâmide Financeira: Famosos caem em golpe de R$ 170 milhões

    Apesar desse tipo de golpe ser aplicado há muito tempo, milhares de pessoas continuam caindo e suportando enormes prejuízos financeiros, inclusive famosos, como Cristiana Pompeo que perdeu dez anos de FGTS na pirâmide financeira, o jogador Zico e o comediante Sérgio Mallandro, que caíram no golpe da JJ Invest que movimentou em torno de R$ 170 milhões.

    Até o Neymar foi usado para divulgação, usando uma camisa da JJ Invest em uma partida beneficente patrocinada pela empresa. Além disso ter sido um forte ponto para divulgar a pirâmide e conquistar a “confiança” das pessoas, outros fatores também contribuíram para que as vítimas achassem que, realmente, não se tratava de um golpe, como promessas de lucros rápidos de 10 a 15% e ter patrocinado 24 times de futebol (vários da primeira divisão), inclusive ter sua marca estampada nas camisas de grandes times.

    Contudo, desde 2019, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) emitiu um alerta ao mercado, informando que o fundador da JJ Invest, Jonas Jaimovick, não tinha autorização para exercer atividade de administração de carteiras e de consultoria de valores mobiliários.

    Recentemente, após estourar o golpe, ele foi preso, tendo sido considerado pela polícia como o maior operador de pirâmides do país.

    Para quem não sabe, a pirâmide financeira é um esquema de negócio que funciona através da indicação de novos membros que investem (pagam uma taxa de adesão) para sustentar membros antigos. Geralmente, alguém que já esteja na pirâmide chama outras pessoas, dizendo ser uma chance imperdível e, à medida que mais pessoas entram, mais cresce a base de associados, por isso o nome “pirâmide”, vez que os níveis de baixo, sustentam os de cima e o dinheiro sempre flui em direção ao topo.

    Porém, elas se tornam insustentáveis com o tempo: a capacidade de atração de novos membros atinge o limite, fazendo com que o pagamento aos associados começa a atrasar e estes não conseguem fazer contato direto com o líder da pirâmide para cobrar, vez que a maioria dos investidores só conhece a pessoa que o atraiu para o esquema.

    Isso não se trata apenas de um negócio que não deu certo, atrair pessoas a investirem em algo que sabe que não se sustenta é crime contra a economia popular, tipificado no art. 2º, inciso IX, da Lei nº 1521/51, chamado por “crime de pirâmide” ou “esquema de pirâmide” que consiste em tentar ou obter ganhos ilícitos, através de especulações ou meios fraudulentos, causando prejuízo a diversas pessoas.

    Tanto o líder da pirâmide quanto aqueles que participam, tendo lucro ou prejuízo, cometem crime.

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    Pegadinha do Mallandro?

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    Investir na Bolsa de Valores tem retorno garantido?

    Nos últimos dias, a notícia que um influencer digital perdeu R$30 milhões em uma operação na Bolsa e depois sumiu, deu o que falar.

    Investidores aplicavam altos valores no Fundo que tinha o próprio nome do trader “Fundo Vinicius Ibraim” (sem CNPJ e sem registro na CVM), os quais eram depositados na conta corrente do mesmo. Ele realizava operações ao vivo, mostrando como investir na Bolsa seria rentável, garantindo ao público o retorno de 2 a 10% ao mês, induzindo ou instigando as pessoas a investirem com ele.

    No entanto, quando se trata de investimentos, nada é garantido! No mercado financeiro, não existe nada que garanta retorno junto ao Fundo.

    Impossível ainda, o retorno de 2 a 10% por mês, conforme o influencer teria garantido.

    Conforme a CVM 592, somente Consultores de Valores Mobiliários autorizados podem exercer essa atividade: “O exercício da atividade de Consultoria de Valores Mobiliários compreende a prestação dos serviços de orientação, recomendação e aconselhamento, de forma profissional, independente e individualizada, sobre investimentos no mercado de valores mobiliários, cuja adoção e implementação sejam exclusivas do cliente. Este profissional possui conhecimentos técnicos e práticos para auxiliar seu cliente na busca do produto que irá melhor atender a seus objetivos e necessidades pessoais. A consultoria de valores mobiliários só poderá ser exercida por pessoas físicas ou jurídicas previamente autorizadas pela CVM, conforme normas estabelecidas na Instrução CVM 592.”

    Fica o alerta rock aos investidores:

    - Conheça a Instrução Normativa da Comissão de Valores Mobiliários que dispõe sobre a constituição, a administração, o funcionamento e a divulgação de informações dos fundos de investimento – Instrução CVM 555.

    (http://www.cvm.gov.br/legislacao/instrucoes/inst555.html)

    - O administrador e o gestor são proibidos de receber depósito em conta corrente (art. 89, I).

    - São proibidos de prometer rendimento predeterminado aos cotistas (art. 89, V).

    - Consulte na CVM (http://www.cvm.gov.br/) se o Fundo está ativo, os seus administradores e os recursos financeiros que possui.

    - Não faça transferência direta para a conta da pessoa física, mas para o CNPJ do Fundo.

    - Verifique se o Fundo está registrado na CVM.

    - Veja se a pessoa física ou jurídica está habilitada a dar consultoria de valores mobiliários.

    - Não existe retorno garantido de 2% a 10% ao mês.

    - Performance passada não é garantia de retorno futuro.

    - Não acredite em tudo que assiste nas mídias sociais, Youtube. Tem muita coisa fake ou uma ilusão criada para fazer a pessoa apostar seu dinheiro.

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    Não se iluda!

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    Bolsa de Valores: investidores acusam influencer de perder R$ 30 milhões

    Vinícius Ibraim, economista e influencer no ramo do mercado financeiro (com 164 mil seguidores só no Instagram), conhecido por operar ao vivo na Bolsa de Valores e vender cursos por R$5 mil, foi acusado por investidores como responsável pela perda de R$30 milhões após uma operação na Bolsa em 27 de outubro.

    O trader financeiro prometia retorno de no mínimo 2 até 10% ao mês e mostrava ao vivo de como o dinheiro aplicado na Bolsa poderia ser rentável.

    Segundo as vítimas, os valores eram depositados diretamente na conta de Ibraim para que fossem investidos em um suposto Fundo (Fundo Vinicius Ibraim – intitulado pelo próprio) que, além de não ter um CNPJ, não era registrado na Comissão de Valores Mobiliários.

    No instante da fracassada operação, ele desligou a transmissão ao vivo e apagou suas redes e canais sociais, canal no YouTube e sites, deletando todos os cursos sobre aplicações financeiras existentes em plataformas educacionais.

    Estima-se que 200 investidores foram prejudicados, cujo número versus valor da perda, demonstra que cada um investiu valores altos, à exemplo de uma das vítimas que afirmou ter aplicado mais de R$60 mil.

    O proprietário da agência de publicidade que realizava o marketing para Ibraim afirmou que também sofreu prejuízos, vez que sua agência ganhava comissão em cima do conteúdo digital produzido e está reembolsando todas as pessoas que compraram o curso on-line em plataformas educacionais.

    Finalmente, no dia 06 de novembro, Ibraim apareceu em um vídeo dando explicações sobre o ocorrido, além de desabafar que teria sumido devida a ameaças que recebeu, informando, ainda, de que o prejuízo teria sido em torno de R$700mil e que irá reembolsar os investidores.

    Contudo, quem entende um pouco sobre o assunto sabe que isso se trata de duas coisas diferentes:

    1 - Perdeu R$700mil e ficou inadimplente na Bolsa, tendo sido impedido de operar desde 06 outubro deste ano a pedido da corretora com a qual operava como investidor por não liquidar débitos relativos às operações. Ou seja, ele já não podia operar na Bolsa quando o fez pela última vez.

    2 - Ele tem R$30 milhões dos clientes para os quais ainda não liberou o dinheiro.

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    Altos riscos

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      zillner

      Muito perigoso esses ifluencers digitais sobre bolsa de valores.

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