Espaço Rock

Um Espaço que mostra o que afeta sua Vida Financeira:

  • + Enquete

    Qual o maior gasto de um automóvel?

    Votem naquilo que mais gasta dinheiro quando se tem um automóvel.

    • 16 0
      16 pontos
      Combustível

      Combustível

    • 11 0
      11 pontos
      IPVA

      IPVA

    • 10 0
      10 pontos
      Seguro

      Seguro

    • 9 0
      9 pontos
      Manutenção/Revisão

      Manutenção/Revisão

    • 6 0
      6 pontos
      Documentação/Impostos

      Documentação/Impostos

  • + Análise

    Volume de Vendas online aumenta 65,6%

    De 24 de fevereiro a 03 de maio de 2020, o volume de vendas online aumentou 65,6%, devido ao processo de isolamento. Os dados são de um levantamento da Compre&Confie.

    As maiores altas de vendas foram:

    -Instrumentos musicais: 197%.

    -Alimentos e bebidas: 188%.

    -Brinquedos: 140%.

    -Produtos de saúde: 127%.

    -Pet shop: 110%.

    As empresas em todo mundo estão correndo para lançar plataformas de e-commerce e sites.

    O Brasil ainda está atrasado no mundo digital, pois as vendas online representam apenas 5% do total. Na China, as vendas online já representam 25% do total.

    Mercado Digital decolando Foto: 500px

    Mercado Digital decolando

  • + Notícia

    Suspensão Temporária de Reajustes de Planos de Saúde já está valendo

    Como forma de reduzir os impactos causados pela pandemia do coronavírus, mas também de manter o sistema de saúde em pleno funcionamento, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), com o apoio da Associação Nacional das Administradoras de Benefício (Anab), principais representantes das operadoras de saúde, recomendaram às suas associadas a suspensão temporária da aplicação do reajuste anual das mensalidades dos planos médico-hospitalares individuais, coletivos por adesão e de pequenas e médias empresas com até 29 vidas cobertas.

    Tal decisão foi tomada em caráter voluntário e contempla tanto os reajustes que acontecem a cada 12 meses de contrato (técnico-financeiros), quanto os reajustes por mudança de faixa etária, cujos contratantes deste último, deverão contatar as operadoras para procederem a suspensão do reajuste.

    O período de suspensão é de 90 noventa dias, do qual teve início em 01º de maio e terminará em 31 de junho.

    Os procedimentos para a implantação da suspensão e a forma como recompor os valores que deixarem de ser praticados durante esse período é informado por cada operadora, mas segundo compromisso assumido pelas empresas, a recomposição ocorrerá a partir de outubro deste ano e será diluída pelo mesmo número de meses impactados pela suspensão.

    Cerca de 26 milhões de brasileiros são beneficiados.

    Mais saúde.

    Mais saúde.

  • + Notícia

    Projeto de Lei poderá limitar as taxas de juros do cheque especial e do cartão de crédito

    O Projeto de Lei 1166/2020 poderá ser aprovado pelo Congresso nas próximas semanas, cujo objetivo é o tabelamento da taxa de juros e o congelamento dos limites de crédito dos clientes dos bancos.

    O Projeto define uma taxa máxima de 20% ao ano para as taxas de cheque especial e do rotativo dos cartões de crédito. Atualmente, as taxas de cheque especial estão em 130% ao ano e do rotativo em 296% ao ano.

    O Projeto também proíbe a redução dos limites entre março de 2020 a julho de 2021.

    Teto de juros Foto: 500px

    Teto de juros

  • + Enquete

    Qual Banco oferece melhores condições de adiamento de pagamento de dívidas durante a crise do coronavírus?

    Escolha o Banco que, durante a pandemia, tem oferecido adiamento de pagamento de dívidas com melhores condições.

    • 14 -1
      13 pontos
      CEF

      CEF

    • 11 0
      11 pontos
      Banco do Brasil

      Banco do Brasil

    • 9 -1
      8 pontos
      Itaú

      Itaú

    • 7 -4
      3 pontos
      Santander

      Santander

    • 5 -3
      2 pontos
      Bradesco

      Bradesco

  • + Análise

    Ministro da Economia diz: 200 milhões de trouxas são explorados por 6 bancos.

    O ministro da economia Paulo Guedes disse que 200 milhões de trouxas são explorados por 6 bancos.

    Segundo o ministro, era para enfatizar a importância da competição e não quer dizer que os bancos tenham feito algo de errado.

    Sem dúvida, a falta de competição no setor bancário faz com que os clientes tenham poucas opções e, consequentemente, um custo maior de produtos e serviços.

    Mas também falta educação financeira para os brasileiros. Porque, uma maior competição no setor bancário significaria juros menores e produtos melhores. Porém, não quer dizer que as pessoas escolheriam produtos e prazos corretos.

    Portanto, falta competição e falta educação financeira no setor bancário.

    Não sou trouxa Foto: 500px

    Não sou trouxa

  • + Enquete

    O que mais pesa na vida financeira da mulher?

    Votem naquele fator que mais impede a mulher de ter melhores condições financeiras.

    • 10 -1
      9 pontos
      Gastar com os filhos

      Gastar com os filhos

    • 8 0
      8 pontos
      Ganhar menos que o homem

      Ganhar menos que o homem

    • 7 0
      7 pontos
      Falta de emprego quando se tem filho

      Falta de emprego quando se tem filho

    • 7 0
      7 pontos
      Fazer gastos excessivos

      Fazer gastos excessivos

    • 6 -1
      5 pontos
      Tarefas do lar que a impedem de trabalhar

      Tarefas do lar que a impedem de trabalhar

  • + Notícia

    Estudo aponta que 52% das pessoas atrasarão as contas nos próximos meses.

    Uma pesquisa realizada pelo SPC, entre os dias 07 a 13 de abril de 2020, aponta que 52% dos consumidores preveem que não pagarão as contas nos próximos meses devido ao impacto econômico do Covid-19.

    Veja abaixo a expectativa de fôlego financeiro das famílias (52%):

    -28% afirmam que tem dinheiro para menos de 1 mês;

    -28% dizem que tem dinheiro para 1 a 2 meses;

    -12% para 3 a 4 meses;

    -12% para mais de 4 meses;

    -20% não sabem até quando conseguirão pagar as contas.

    As principais contas são as compras parceladas no cartão de crédito, carnê de loja e cheques pré-datados, que correspondem a 49% do total. Outros 27% são dívidas de empréstimos.

    Assustado Foto: 500px

    Assustado

  • + Enquete

    O que mais causa desequilíbrio entre o casal na divisão das tarefas do lar?

    Votem naquilo que mais causa atrito entre os cônjuges nas obrigações do lar.

    • 14 0
      14 pontos
      Forma como se gasta o dinheiro

      Forma como se gasta o dinheiro

    • 11 0
      11 pontos
      Contribuição financeira de cada um

      Contribuição financeira de cada um

    • 10 0
      10 pontos
      Cuidar dos filhos

      Cuidar dos filhos

    • 10 0
      10 pontos
      Falta de dinheiro

      Falta de dinheiro

    • 9 0
      9 pontos
      Tarefas domésticas

      Tarefas domésticas

  • + Análise

    Projeto de Lei proíbe despejo por falta de pagamento do aluguel durante a pandemia do coronavírus.

    Há em tramitação na Câmara dos Deputados, Projeto de Lei, PL n º 936/2020, que altera a Lei do Inquilinato (Lei 8245/91), que dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos e os procedimentos a elas pertinentes, enquanto durar as medidas de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus - COVID-19.

    Tal projeto proíbe despejo de inquilino, flexibilizando algumas relações jurídicas privadas durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no país, de modo a atenuar as consequências socioeconômicas geradas, criando regras transitórias que, em alguns casos, suspendam temporariamente algumas exigências legais em razão da pandemia.

    Ressalta-se, no entanto, que a proibição só valerá para ações protocoladas a partir de 20 de março, quando o Governo Federal decretou estado de calamidade no país.

    Assim, durante a pandemia, segundo o referido PL:

    - A locação não poderá ser desfeita pela falta de pagamento. Tal pagamento deverá ter desconto de 50% sobre o valor total da dívida no período de quatro meses e/ou enquanto durar a anormalidade, devendo ser parcelado pelo prazo de até 12 meses após restabelecer o Estado de normalidade;

    - Haverá desconto de 100% aos que se encontram sobre a posse direta do imóvel e que não tenham condições de prover o seu sustento, também durante a pandemia;

    - Não será concedida liminar para desocupação do imóvel nas ações que terem por fundamento a permanência do sublocatário no imóvel quando extinta a locação ou pela falta do pagamento de aluguel e acessórios da locação no vencimento.

    Observa-se que tais disposições não se aplicam aos não atingidos pelas medidas de enfrentamento do coronavírus da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus – COVID-19, às quais se submeterão ao despejo.

    Mas enquanto o Projeto de Lei não for sancionado, como negociar com o locador?

    O cenário atual causado pela pandemia do coronavírus implicou uma série de mudanças e adaptações em todas as áreas do cotidiano do mundo inteiro, onde é preciso que pessoas, órgãos públicos e empresas considerem a calamidade pública que assola a todos sem distinção.

    Dessa forma, necessária a aplicação do princípio da razoabilidade nas relações jurídicas privadas ou públicas, onde as duas partes devem compreender as consequências geradas pela pandemia e entrarem no melhor consenso para que ambos não sejam tão prejudicados.

    Com o contrato de aluguel não é diferente: as partes devem buscar o consenso por meio de descontos progressivos ou isenções temporárias, inclusive revisar os termos do contrato de locação.

    O que fazer:

    1 – Procure o locador e proponha a isenção, suspensão, redução ou adiamento do aluguel.

    2 – Se houver acordo: revise o contrato existente ou, na falta deste, faça um termo de acordo. Para tanto, sugere que a revisão seja formalizada através de termo aditivo ao contrato de locação, que pode ser feito por meios eletrônicos com assinatura digital. E-mails, whatsapp entre outros, também podem comprovar a existência de acordo firmado entre as partes.

    3 – Se não houver acordo: permanecendo o locador irredutível, o locatório poderá ajuizar ação de suspensão ou revisão de cobrança de aluguel com pedido liminar, nos termos do art. 393 e arts. 478 ao 480 do Código Civil, demonstrando que, por motivo de caso fortuito ou força maior ocasionado em razão da pandemia, houve redução significativa de sua condição financeira para pagamento integral ou parcial do aluguel, vez que a pandemia implica em um evento extraordinário, inevitável e imprevisível que impede a consecução da obrigação locacional, além da ocorrência de motivos imprevisíveis de paralisação do negócio em face da pandemia, tornando o contrato excessivamente oneroso.

    Já houveram várias decisões judiciais de suspensão de cobrança e redução de valores de aluguel por conta do impacto econômico gerado pelo coronavírus.

    Possibilidade Foto: 500px

    Possibilidade